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Novo Opel Corsa - teaser

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O Opel Corsa está velho - apesar da atual geração ter sido apresentado em 2014 trata-se basicamente de uma atualização da geração anterior que datava de 2006. Mas no salão automóvel de Frankfurt deste ano vamos ter a nova geração já baseada na plataforma CMP do grupo PSA (que após uma telenovela em 2 partes a Opel faz parte) estreada no DS 3 Crossback e novo Peugeot 208 que ira estar presente já em Genebra. E infelizmente avizinha-se uma longa série de teasers...
Este é o primeiro - um dos seus faróis dianteiros que adopta a tecnologia IntelliLux "Matrix LED" nas versões mais caras, uma novidade neste segmento.

Pouco se sabe mais do futuro Corsa - será apresentado (ao lado do Grandland X PHEV) logo à partida como eléctrico mas sendo baseado na mesma plataforma PSA é quase certo que perderá a versão de 5 portas e também terá os mesmos motores de 3 cilindros de 1.2 litros Puretech a gasolina e 1.5 litros BlueHdi diesel dos primos 208 e C3.

[update videos]Opel Grandland X apresentado

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Depois do Crossland X chega mais um produto da parceria de 2012 entre Opel-PSA antes da compra por parte dos franceses - este é novo Opel Grandland X baseado na mesma plataforma dos 3008/5008 e C5 AirCross.

Exteriormente é talvez o mais clássico do triunvirato de SUVs médios da PSA-Opel - a frente é inspirada no novo Insignia Grand Sport, o pilar C e os faróis traseiros de grandes dimensões em 2 partes inspirados no Astra. No interior continua o "classicismo" com um conjunto de instrumentos analógico e o ecrã para o sistema multimédia está mais baixo.

A nível de tecnologias recebe cruise control ativo, travagem de emergência automático com deteção de peões, ajuda ao estacionamento, carregamento de smartphones por indução, assentos dianteiros, traseiros e volante aquecido, e muitas outras tecnologias.

Baseado na plataforma EMP2 e fabricado na unidade da Peugeot em Sochaux, o Grandland X ultrapassa (em comprimento) o 3008 em 3 centímetros(comprimento 4,477 metros dos quais 2,675 metros ficam entre os eixos, 1,844 metros de largura e 1,636 metros de altura). Debaixo do capot não há detalhes oficiais mas podemos esperar os mesmos motores que temos debaixo do capot do 3008/5008. A tração será dianteira com o Grip Control disponível.

A apresentação ao publico está marcada para o salão de frankfurt com vendas a arrancarem no início de 2018.


update 04-07-2018

Tentar fazer sentido da união PSA Opel

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Algo de interessante no dia de São Valentim 2017: a possibilidade da PSA "unir-se" com a Opel - antes de mais creio que é importante fazer uma clarificação: a PSA (Peugeot, Citroën, DS) e Opel (não, não vou falar da Vauxhall porque são Opel's com o volante no lado errado) ainda estão em falar da possibilidade da união, não já em discussões para a união propriamente dita - ou seja, isto ainda pode (novamente) dar em nada. Não esquecer que a Opel já esteve para venda antes e era uma marca que despachava CEO's mais depressa que o diabo esfrega um olho.

É importante tentar compreender o que está em jogo, quais as vantagens e desvantagens desta união, bem como os grandes obstáculos e campo minado a ultrapassar.

Isto tudo parece muito familiar...
Se isto cheira a Deja vu, permita-me recordar o passado recente - para ver os posts da altura sobre a "anterior" aliança entre a GM e a PSA cliquem na tag AliançaOpelPSA. Para mais sobre a confusão que tem sido a Opel nos ultimos ano recomendo a tag ConfusOpel e TelenovelaOpel com a Magna.

No pico da crise financeira e automóvel na Europa o presidente da GM Europa Steve Girsky fez uma aliança com a PSA em 2012 numa tentativa de recuperar perdas. Ambas as marcas estavam fechadas na Europa e dependiam fortemente de pequenos automóveis com curtas margens de lucro, e tinham à perna marcas como a Hyundai e Kia que alem dos preços tinham melhor qualidade de construção e garantias longas conseguindo cada vez mais acertar com o estilo europeu.

A ideia desta aliança era conseguir que cada marca poupasse mil milhões de euros via varias medidas como cooperarem em automóveis pequenos e compactos, SUVs e monovolumes, chegou-se a discutir uma plataforma comum para veículos de baixas emissões e a partilha da logística com a Gefco.

Como seria de esperar de uma aliança de 2 "jogadores doentes" não demorou até que as coisas corressem mal. A GM não queria facilitar o acesso da PSA à China ou América do Sul (Buick e Chevrolet) nem dar acesso a plataformas para automóveis maiores com maior margem de lucro (algo que obrigou a PSA a acelerar o desenvolvimento da plataforma EMP-2).

A aliança rapidamente caiu por terra e apenas conseguiram entender-se na produção de 2 modelos Opel com base em plataformas PSA para substituir os Meriva e Zafira. Por isso a GM comprou 7% da PSA que mais tarde vendeu quando a crise na PSA continuou. O grupo francês conseguiu em 2014 convencer a Dongfeng a tornar-se um parceiro estratégico comprando 13.7% das acções da PSA.

Nem grande interesse da GM de falar com a PSA, afinal tirando estes 2 modelos a GM investiu fortemente em assegurar que todos os modelos Opel partilhassem o máximo de plataformas e componentes da GM. Afinal a GM é um construtor de mais de 10 milhões de automóveis por ano consegue mais sinergias que com a PSA.

Infelizmente a coisa não correu conforme o plano - a GM resolveu introduzir a Chevrolet na Europa supostamente como marca de acesso com a Opel a "subir de segmento", que acabou com a Chevrolet a canibalizar as vendas da Opel. Ainda estamos a sentir os problemas da crise da divida publica na zona euro e a ascensão do nacionalismo bacoco representado pelo tiro no pé do Brexit e no senhor Trump em que todos os dias parece que acordamos, entramos numa montanha-russa e vomitamos.

E chegamos então à atualidade - foi com linha de comunicação estabelecida pelo desenvolvimento dos Crossland X e Grandland X que a PSA terá sido levantada a questão para a Opel novamente despachada.


Para que é que a PSA precisa da Opel?
Acima de tudo é uma questão de volume de vendas - se a PSA tomar uma parte dominante na Opel, somando as vendas do ano passado (Opel teve quase 1 milhão de unidades e a PSA aproximadamente 1.5 milhões) seria o 2º maior da Europa com 16% do mercado Europeu logo atrás do grupo VW que detém 21% do mercado com 3.6 milhões de unidades vendidas, mas bem a frente da Renault-Nissan que ficaria em 3º lugar.

Cortar custos e melhorar rentabilidade - adquirir a Opel ira trazer grandes economias de escala à PSA. O número de plataformas, motores e electrónica a desenvolver para as 4 marcas (Peugeot, Citroen, DS e Opel) que competem no mesmo mercado seria muito menor - tal como o grupo Volkswagen faz com a VW", Skoda, Seat e Audi. E o aumento de volume significa também maior poder negocial com fornecedores.

Desenvolvimento alemão - podemos não nos aperceber mas muito do desenvolvimento para a GM é feito na Alemanha, particularmente os Buick, Chevrolet e Holden muitos rentáveis para GM fora da Europa e nos EUA. Há muito conhecimento técnico na marca alemã.

Acesso ao mercado norte-americano - como moeda negocial para tomar uma posição maioritária na Opel a PSA pode tentar incluir acesso da PSA a este mercado via a rede da GM. Seria um mercado interessante para a DS.

Mercado inglês - o mercado inglês é um dos mais estáveis da Europa e importantes da Opel, é o 4º maior mercado da GM depois dos EUA, China e Brasil. Por vendas, no Reino Unido a Vauxhall ocupa o segundo lugar no Reino Unido com 250.955 unidades em 2016 atrás da Ford com 318.316 unidades. Ou seja, é dinheiro assegurado.


E o reverso da moeda?
"Opostos atraem-se" - Um velho ditado que faz sentido nas alianças automóveis. É importante que as marcas a discutirem união tenham gamas, posicionamentos e distribuição geográfica bastante distinta para não calcarem nos pés do parceiro. Basta olhar para a Fiat e Chrysler ou Renault e a Nissan. Algo que não acontece com esta união PSA-Opel. Uma das grandes tarefas da remodelação do grupo PSA após a falência foi conseguir "separar" no mercado a Peugeot, Citroen e DS...a Opel calca nos calos de todas elas.

Sindicatos também vão certamente fazer-se ouvir - afinal quer Opel e PSA tem actualmente capacidade produtiva a mais e se convergirem para as mesmas plataformas e motores ainda maior se torna esse problema.

Opel perde dinheiro à 15 anos - a Opel é uma marca em declínio. Só existe na Europa (tentou noutros mercados mas falhou), perde dinheiro há 15 anos (em 2016 perdeu 287 milhões de dólares, melhor que em 2015 em que perdeu 813 milhões de dólares) e os modelos mais recentes conseguem acompanhar mas não sobressaem ou ultrapassar a concorrência.

Tecnologias sem interesse - a Opel por si não tem tecnologia que possa interessar à PSA, toda a tecnologia pertence à GM que não abre mão dela. E olhando para os únicos resultados da parceria Opel-PSA parece que é mais os franceses a ajudar a Opel que o inverso - o Opel Crossland X baseado no novo Citroën C3 e o futuro Grandland X será baseado no Peugeot 3008. Mas Carlos Tavares poderá negociar o acesso a plataformas e tecnologias chave com a GM, afinal a PSA irá ficar com todos os problemas da Opel.

Homogeneizar dos produtos - os consumidores vão ter menos escolha. Tirando alguns detalhes visuais não há grandes diferenças entre os Volkswagen Golf, Skoda Octavia ou um Seat Leon. Agora vamos ter o mesmo na Peugeot, Citroën, DS e Opel.

Sergio Marchionne de certeza que não está feliz - o CEO da FCA Sergio Marchionne anda há imenso tempo a falar sobre a necessidade de reduzir a sobre-capacidade produtiva e tentou levantar várias vezes uma possível fusão com a GM e PSA e agora vê-se ignorado.

Karl-Thomas Neumann não merece - quando Neumann foi colocado como o CEO da Opel em 2013 estava decidido a inverter o percurso da Opel e esperava voltar ao verde em 2018. Infelizmente poderá não ter hipótese de o conseguir - apesar de ter talvez melhor direcção dos últimos tempos o passado da Opel poderá enfim ter-se tornado pesado demais. Também não ajudou a ideia macaca da GM de introduzir a Chevrolet na Europa competindo com a Opel.

Governos levantam pêlo - para ajudar à festa, Carlos Tavares terá pela frente governos de 3 países que não se gramam um ao outro. Governo alemão diz que irá acompanhar com grande atenção as conversações entre os construtores e tem grande interesse no futuro da Opel. Afinal a Opel emprega 19.000 pessoas na Alemanha, e alem das 3 fabricas na Alemanha tem unidades na Áustria, Hungria, Polónia, Espanha e Inglaterra.

Para acalmar os ânimos na Alemanha a CEO da GM Mary Barra visitou os escritórios centrais da Opel em Ruesselsheim (especialmente porque a direcção da Opel não estava ao corrente das negociações) e Carlos Tavares espera reunir-se em breve com oficiais alemães incluindo Angela Merkel. Na Alemanha os sindicatos podem vetar decisões estratégicas e estes, bem como o governo alemão, não gostaram nada de saber que estas conversações estavam a decorrer sem os incluir. Uma fonte dentro das negociações disse que Tavares manteria a Opel como uma empresa alemã em conformidade com a lei alemã, seria uma aliança entre um construtor francês e outro alemão - ou seja, o mesmo que a aliança Renault-Nissan em que Carlos Tavares foi um dos principais influenciadores.

Governo francês reconhece as preocupações alemãs...enquanto esfregam as mãos maleficamente provavelmente.

Mas os ingleses suam mais que os restantes - afinal têm franceses e alemães a negociarem o futuro de uma marca com 2 fabricas no Reino Unido (fabricam comerciais e o Astra) de 4.500 empregos diretos mais os indirectos, e o lado britânico da operação é talvez o menos favorável com a Vauxhall vulnerável a ser cortada numa inevitável redução de custos.
Particularmente a fabrica de Ellesmere Port que produz o Astra em conjunto com a fabrica em Gliwice na Polónia - apenas 24% dos componentes fabricados localmente, o resto vem do Continente, não está muito ancorada em Inglaterra. Com as condições certas, a produção do Astra passa toda para a Polónia. Curiosamente, foi pela mesma razão em 2007 que a PSA fechou a fabrica que tinha em Coventry - era caro demais enviar peças para Inglaterra para fabricar carros que eram enviados para a Europa.

E claro, há que para ajudar à festa temos o Brexit que arrisca a tornar a industria automóvel inglesa pouco competitiva, algo que já obrigou a primeira-ministra a prometer (a custo de dinheiros públicos) compensar a Nissan por quaisquer perda de competitividade só para manter o atual investimento na unidade inglesa.

Mas é um mercado importante da Opel: Inglaterra é o 4º maior mercado da GM depois dos EUA, China e Brasil. Por vendas, no Reino Unido a Vauxhall ocupa o segundo lugar no Reino Unido com 250.955 unidades em 2016 atrás da Ford com 318.316 unidades. O governo inglês diz que irá acompanhar a situação de perto e já terá contactado o presidente da GM Dan Ammann.


Carlos Tavares o homem certo para o trabalho?
Carlos Tavares é uma pessoa muito ambiciosa. Quando era o número 2 ao lado de Carlos Ghosn disse numa entrevista que gostaria de gerir um construtor como a GM ou Ford e provavelmente por causa de ter dito isso 2 semanas mais tarde deixava a Renault depois de 30 anos. Mas pouco tempo depois ressurge na direcção da PSA que estava pela hora da morte.
Tem a reputação de profissional meticuloso, eficiente e de cortar custos desnecessários, não só ajudou a fazer a Renault-Nissan o que é hoje como recuperou dos cacos a PSA - não só voltou aos lucros como o fez em menos tempo que o previsto e as margens de lucro nunca foram tão altas. Segundo Franck Don, um representante do sindicato da PSA CFTC, em Carlos Tavares há "o culto da performance". E acima de tudo não é um contabilista, é um é um doente dos automóveis que até criou uma equipa de competição correndo no rally clássico de Monte Carlo e nos Formula.

Mas a PSA continua a ser um pequeno construtor e muito dependente (ainda) da Europa, mas já passou de reestruturação para expansão - a PSA já acelerou a sua expansão para outros mercados - tem uma nova fábrica com a Dongfeng Motor Group na China, voltou ao Irão com o levantamento das sanções, planeia um regresso aos EUA como empresa de car-sharing e chegou a um acordo com um grupo indiano para o fabrico local de automóveis (ver abaixo).

Esta tomada da Opel é um grande passo e colocaria-o à frente de "outro Carlos" da industria automóvel, o seu anterior patrão Carlos Ghosn.

Do outro lado da mesa temos Mary Barra (que fez parte do comité da aliança com a PSA) e a GM que desembaraçando-se da Opel não perde grande coisa: em 2016 a GM declarou 12.5 mil milhões de dólares em lucros e 96% desses lucros vieram da América do norte. Se formos buscar os lucros da GM na China e do braço financeiro da GM mais que compensa as perdas da Opel. E acima de tudo, dando a PSA a maioria da Opel os problemas de excesso de produção e funcionários passam a ser dos franceses e não deles. Se a PSA conseguir virar a Opel e fazer lucro a GM recebe a sua parte mas se correr mal é um problema da PSA e não da GM.


Resumindo
Adquirir o controlo da Opel significa a curto prazo mais dinheiro a entrar na PSA e a longo prazo grandes economias de sinergias entre os construtores, mas pelo meio muitas e dispendiosas dores de cabeça de uma reestruturação que terá de ser negociada não só entre a PSA e GM mas também com os governos francês, alemão, britânico e espanhol. E com que rapidez a PSA consegue as poupanças para equilibrar a hemorragia financeira da Opel.
Se há pessoa capaz de o fazer Carlos Tavares é sem duvida a pessoa certa, mas é uma jogada arriscada com muita política à mistura - muitas das economias podem desaparecer se as empresas forem forçadas a assegurar empregos e fabricas para conseguir aceitar por parte de governos e sindicatos. Como eu disse, um grande campo minado.


Mas não acaba aqui as noticias da PSA - a Peugeot-Citroen comprou o nome Ambassador da indiana Hindustan Motor por 12 milhões de dólares. A PSA tem uma parceria com a C K Birla (empresa do grupo Hindustan Motor) para construir automóveis na Índia - somando 2 mais 2 não é preciso ser-se bruxo. O Ambassador é o antigo Morris Oxford produzido desde 1958 e foi basicamente o carro do povo na Índia. Foi destronado pela Maruti-Suzuki nos anos 80, mas o nome continua a ser muito conhecido e provavelmente será usado como sub-marca para a Índia, tal como a Nissan recuperou a Datsun.

Opel - o caminho certo enfim?

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Nos últimos anos a opel tem sofrido com má gestão e desorientação da GM - desde a vende-não vende à Magna, parceira ou não parceira da PSA e a introdução e seguinte retirada da Chevrolet da Europa. Mas a Chevrolet vai sair do mercado e a nova direcção da GM aposta agora na Opel para a Europa - será possível inverter a descida constante da Opel na Europa?
O principal problema e desafio da GM é recuperar a imagem da Opel, algo que partilha com a Peugeot e Citroen na Europa - será que a nova liderança da GM, que diz que vai investir cerca de 5 mil milhões de euro na Opel, tem a visão e os produtos necessários para recuperar de uma fatia de mercado de apenas 6.6%?
 
O primeiro passo para a Opel é a sua maior campanha de publicidade na Alemanha onde vende apenas 1/3 do que a Volkswagen - com a frase "Umparken im Kopf" a Opel pede para as pessoas largarem os preconceitos, dando vários exemplos do "dia-a-dia": por exemplo cartazes que dizem que 90% dos homens acham que as ruivas são mais excitantes mas 68% desses homens nunca conheceram uma ruiva.
O outro caminho é aproveitar a fama da engenharia alemã (algo que VW faz aos anos), novas tecnologias (o OnStar 4g está para chegar) e novo design.
 
E nesse ambito já começam a surgir os primeiros detalhes do próximo Opel Astra previsto para o início 2016, com grande atenção a ser dada à qualidade exterior e acabamentos, bem como nova geração de motorizações. E o fim da Chevrolet na Europa também ajuda. O design será inspirado no concept Monza que a Opel levou ao Salão automóvel de Frankfurt em 2013 - principalmente na frente, grelha dianteira, formato da traseira e faróis traseiros. A fita de alumínio que vai do tejadilho também deverá dar um ar da sua graça.


Creio que devemos mais indicadores no restyling do Opel Corsa que deve chegar no final deste ano. Utilizará uma versão atualizada da plataforma Delta e novos motores e transmissões - 3 novas familias de motores que devem chegar a toda a gama antes do novo Astra. Um deles acabou de chegar - o novo 3 cilindros turbo a gasolina com 115 cavalos que já esta disponível no Adam, e uma nova caixa de 6 velocidades mais leve e mais agradável à utilização.

GM vende acções da PSA

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Quando esta parceria foi anunciada fiquei com a sensação que não iria durar muito e não demorou muito a provar ter razão: 9 meses depois do 1º anúncio a General Motors anunciou que vai vender toda a sua participação de 7% na PSA/Peugeot-Citroen e reduzir os esforços de desenvolvimento conjunto de novos automóveis. Ou seja, parte dos planos ainda vão avançar.
 
Para já a GM diz que abandonou planos para desenvolver conjuntamente uma nova plataforma para subcompactos e um motor de 3 cilindros. A GM espera agora que a aliança consiga poupanças de 1,2 mil milhões anuais apartir de 2018 bastante abaixo dos 2 mil milhões inicialmente previstos - ira manter-se as compras e logística cruzada, bem como alguma produção partilhada se bem que menos que inicialmente previsto.
 
A Opel também anunciou que a PSA ira construir um SUV compacto (CUV) par a Opel na fábrica de Sochaux (frança), mas ainda nada confirmou sobre o substituto do Zafira. A PSA confirmou um investimento de 90 milhões de euros para o substituto do Peugeot 5008 que fica apontado para 2016. A produção será feita na unidade de Rennes baseado na plataforma EMP2 arrancando a meio de 2016.
 
Mantem-se o plano da construção do novo Opel Meriva e Citroen C3 Picasso na fábrica da Opel em Saragoça. Curiosamente, a Opel também anunciou a produção de um novo modelo na fábrica de Ruesselsheim mas não deu mais detalhes mas o mais certo é ser o novo Corsa.
 
Apesar de estar previsto um restyling em 2014, a Opel prepara o novo modelo. O Opel Corsa esta bastante desatualizado, para os que desconhecem é baseado na mesma plataforma do atual Fiat Punto - mas aparentemente a Opel prepara para apresentar no próximo salão automóvel de Paris sobre a forma de um concept. O plano inicial seria usar a nova plataforma da PSA EMP1 que ira servir de base aos próximos Peugeot 208 e Citroen C3, mas afinal ira usar uma nova plataforma chamada Global Gamma ou G2XX. A nível de design deverá seguir as linhas do Adam. Tal como o Astra terá uma suspensão traseira de paralelogramo de Watt, receberá o novo 1.6 CDTi a diesel e novos motores de 3 cilindros turbo e todos os motores de 4 cilindros devem receber turbo e injeção direta e Stop e Start.
Mas infelizmente o Auto motor und Sport diz que pode ser um novo modelo mais acessível, que ficara abaixo do Adam e Corsa, para colmatar a saída da Chevrolet da Europa em 2015. Soa um pouco a "Ka Concept" - 4 portas, 4 lugares e apartir de 10.000 euros. Quem terá razão?

Parceria GM-PSA começa a falhar

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Só não acerto no EuroMilhões - com o progredir (um pouco lento) das negociações entre a Dongfeng Motors e PSA/Peugeot Citroen, os franceses vieram anunciar o recuar na aliança com a General Motors. A PSA disse que a plataforma para um automovel pequeno (subcompacto segmento B) que iria servir de base aos próximos Peugeot 208, Citroen C3 e Opel Corsa será provavelmente cancelada.
 
Esta plataforma comum sempre foi o ponto chave - já que a PSA tem a melhor de todas e a Opel ainda usa no COrsa e Adam a base do Fiat Punto já muito desgastada. Assim sendo creio que é uma questão de dias até esta aliança cair - a GM já não tem o que mais procurava e as economias de escala já não são tão grandes como previsto.
 
Para já, ambos GM e PSA dizem que têm outros projectos em estudo de viabilidade financeira, avança o projeto de monovolume compacta prevista para a fábrica da Opel em Espanha em 2016 e as compras em grupo. Disto isto, no ínicio da parceria falava-se em cerca de 40 projectos conjuntos...

Acordo GM-PSA: primeiros passos

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Enfim algo de concreto e oficial da parceria entre a General Motors e a PSA Peugeot Citroen - a fábrica da Opel em Espanha vai construir as futuras monovolumes compactas para a Opel, Peugeot e Citroen.

A plataforma e motorizações vão ser da PSA, com a instalação e fabricação na Opel com os primeiros modelos a surgirem em 2016.

Tendo em conta que esta fabrica Opel já produz os Corsa e Meriva, e irá receber os próximos C3 Picasso será que isso significa que o próximo Corsa terá base PSA? O actual é um Fiat Punto para os que não sabem. Teremos que esperar para saber, mas a verdade é que esta previsto para breve um restyling ao Corsa para o aproximar do Adam, mas nada acerca da substituição.
Visto no AutoNews

Proximo Opel Zafira produzido pela PSA?

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Há já algum tempo que abordamos as negociações para uma parceria entre PSA e Opel, e as informações vêem do jornal Les Echos que publicou um artigo segundo o qual a Opel ira construir o próximo Zafira na fábrica da Peugeot-Citroen em Sochaux.
Neste momento a Opel produz o actual Zafira na fábrica de Bochum que como sabemos ira encerrar no fim de 2014. Por troca, a fábrica da Opel de Zaragoza deverá produzir o próximo Citroen’s C3 Picasso. Tendo em conta que esta unidade também produz o Corsa, será que isso significa desenvolvimento paralelo entre os pequenos C3/208/Corsa?

Peugeot e Citroen rendem-se à General Motors?

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Esta é uma noticia/rumor da Reuters que é um misto "Mas que raio?!" e "Estava-se mesmo a ver" e claro ainda não comentada pelas respectivas marcas. Mas a acreditar na Reuters, a PSA (Peugeot-Citroen) esta a ficar sem capital (e pode não chegar ao fim de 2013), e a família Peugeot (que detém 38.1% dos votos na empresa) estará disposta a dar o controlo da PSA à GM depois de terem procurado (sem sucesso) parceiros que ajudem a financiar o negócio.
 
Sinceramente, duvido que a GM se meta nisto porque seria repetir os erros do passado - a GM já tentou parcerias/alianças com Isuzu, Suzuki, Subaru, Fiat e quem podia esquecer a SAAB. Todas falharam. E com a recente saida da GM da falência/reestruturação nos EUA e os biliões que já enterrou na Opel, será que a GM acha boa ideia investir "no" construtor automóvel europeu em piores lençóis?
 
Não é só acerca de dinheiro - é uma completa salgalhada (1ª vez que uso esta expressão aqui) política - é que a GM já esta a ter problemas em reorganizar a Opel na Alemanha e agora meter-se a reorganizar a PSA francesa arrisca-se a reacender os ódios entre estes 2 vizinhos: dizer que é um verdadeiro campo minado politico é dizer pouco.
 
Teoricamente A GM poderia harmonizar as várias gamas de Opel/Citroen/Peugeot em plataformas comuns e reorganizar fabricas e pessoal, tirando multiplas vantagens incluindo ter um modelo para todos os gostos e feitios sem grande despesa.
 
E é aí azeda o leite - qualquer combinação entre GM e PSA vai encontrar grandes obstáculos políticos porque vai obrigar ao encerramento de fábricas e perda de empregos na Alemanha e França, e isto sem contar com possíveis problemas nos EUA.
 
O presidente francês Francois Hollande não quer para já dizer nada, esperando os planos dos gestores da Peugeot e seus accionistas antes de se pronunciar - leia-se, ele sabe que medidas radicais são necessárias e não quer ser ele o portador de más noticias. Quem não esperou para se pronunciar foram os sindicatos, preocupados com o aprofundamento da aliança com a GM que pode significar mais cortes de capacidade produtiva (leia-se despedimentos).
 
Oficialmente a GM não comenta, se bem que no passado recente já tinham dito que não tinham intenções em colocar mais dinheiro na PSA. Ou seja, a GM sabe que a PSA está apertada e vai ficar à espera a ver o que cai - podem (talvez) estar interessados na mesma coisa que a Fiat fez com a Chrysler: comprar a um preço muito baixo e com carta branca para fazer o que for preciso para dar a volta.
 
Resumindo - a PSA não tem dinheiro em caixa, nem presença internacional ou gama para navegar a tempestade do mercado europeu. Acrescem as pressões politicas que lutam para preservar empregos nacionais sem pensarem em mais nada, e claro a concorrência que sorri à ideia de ver um concorrente a menos no mercado.
 
A direcção da PSA tem sofrido imenso nas mãos da politica francesa (algo mais irrascivel que o Bloco de Esquerda) - o actual CEO da PSA Philippe Varin teve nos últimos tempos de cortar mais de 11.000 empregos, fintar a União Europeia para assegurar um empréstimo ao seu ramo financeiro, vender várias empresas que detinha e fazer uma aliança com a GM, mas terá que ir mais longe na reestruturação da empresa e encontrar parceiros onde pode.
 
Espero que consigam, porque adorei o novo Peugeot 208, em breve vou ter uma volta no 2008 e do que já li do 308 parece que a Peugeot tem a carteira de produtos para vencer. Espero ver o leão a rugir em breve...

GM afirma-se confiante na Opel, que já tem novo [outro] CEO

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A General Motors voltou a afirmar a sua confiança no seu plano de reestruturação da Opel apesar das duvidas que muitos levantam e os sinais de que o governo francês não vai aceitar a parceria com a PSA/Peugeot-Citroen. A GM quer voltar ao equilíbrio em 2015 fechando uma fabrica na Alemanha até 2017 e lançar 23 novos modelos nos próximos 5 anos.

Muitos duvidam que este plano é suficiente para manter e melhorar a percentagem do mercado da Opel e recuperar as perdas de 1,5 mil milhões de euros de 2012. Vários analistas continuam a dizer que seria melhor para a GM desistir e vender a Opel, provavelmente os mesmos que iniciaram o rumor que a GM estava a negociar a venda para a PSA - algo que o CEO da GM já veio negar publicamente...pouco antes de se encontrar com o CEO da PSA Philippe Varin no Salão de Detroit. Uma das medidas que pode dar a volta à Opel é dar-lhe liderança estável - é que os CEO's da Opel não parecem durar mais que 2 a 3 anos. E depois de vários CEO's interinos, chega Karl-Thomas Neumann, anterior responsável pela Volkswagen China.

Governo Frances quer que PSA compre Opel?! Mas que raio!

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Segundo o jornal "Le Monde", o governo francês esta a pressionar a PSA (Peugeot Citroen) a adquirir a Opel! Segundo o jornal, citando fontes no ministério das finanças francês, a ideia de comprar a Opel é contra-atacar a VW que (segundo o governo Frances) esta decidido a acabar com a PSA.

Algo que só faz sentido na paranoia Franco-alemã porque as vendas combinadas da PSA e Opel não superam as da VW e muitíssimo menos a nível mundial! E claro, coloca-se a questão - onde se ia arranjar o dinheiro? Bem, o governo francês iria provavelmente chegar à frente mas a verdade é que em 2012 a Morgan Stanley avaliou a Opel em 7.6 mil milhões de dólares negativos e a GM terá ainda de investir mais 5 ou 6 para dar a volta ao problema chamado Opel. Ou seja, até pode ser de borla...

Claro que um representante da Opel já negou esta noticia.

Aliança GM-PSA em águas de bacalhau

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A General Motors e PSA Peugeot-Citroen pararam as negociações para uma aliança entre os 2 construtores, por razões ligadas à ajuda financeira do estado Frances aos construtor automóvel - que curiosamente bate certo com a queda acentuada das ações da GM.
Mas infelizmente é algo que já aqui antes tinha falado, o que cada um procurava na aliança era diferente e agora confirmado pelo Financial Times Deutschland: os franceses queriam ajuda financeira para se expandirem em mercados em crescimento (China) e a GM queria ajuda para reabilitar a Opel.

Era fácil adivinhar o final desta aliança...O que leva a perguntar: Mas que raio andam a fumar na PSA e na GM para pensarem que isto poderia funcionar?! Não deixar também de fora o novo governo socialista que se opôs a qualquer aliança da PSA com a GM - e agora que conseguiram que a PSA aceite o seu dinheiro podem fazer isso mesmo. É que o governo exige que não hajam cortes ou despedimentos em França e a haver uma aliança com a Opel isso teria que acontecer como resultado da partilha de tecnologia e capacidade produtiva. E sabem o que é o pior? É que este salvamento da PSA ainda não foi ratificado pela União Europeia - a PSA habilita-se a levar uma nega e perder a GM só por causa de caprichos nacionalistas. Mas parece que a PSA saltou da cama da GM para ir bater à porta da Tata, segundo a Reuters - algo que faz um pouco mais de sentido: a PSA entra nos mercados emergentes e a Tata tem uma marca de volume para completar a Jaguar e Land-Rover na Europa.

Será que a PSA enfim arranja um parceiro? É que já levaram com os pés da BMW e agora da GM...já não sobram muitos construtores com capacidade para ajudar a PSA...

Aliança PSA-GM - o que vem aí?

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Enfim um comunicado com dados palpáveis sobre a aliança entre a General Motors e PSA e não rumores e fugas de jornais. Então o que vem aí?
Não há uma palavra sobre a tal fusão que andou a passar nos jornais, para já os 2 grupos vão apenas colaborar entre si (e cada vez mais ao longo do tempo) obtendo economias a nível da centralização das compras e partilha de plataformas.

A colaboração foca 4 projetos. O primeiro é de o desenvolvimento de um monovolume para a Opel e um crossover para a Peugeot na mesma plataforma (leia-se - sucessores do Opel Zafira e 3008 e C4 Picasso) supostamente na plataforma BVH2 da PSA.
O segundo projeto é o desenvolvimento conjunto de um pequeno monovolume (plataforma PSA para os futuros C3 Picasso e Meriva).
O terceiro projeto é para a modernização de uma plataforma já existente de um automóvel pequeno de baixo consumo para venda global nas marcas Opel e Peugeot/Citroën (leia-se - um automóvel de baixo custo para os mercados emergentes especialmente América latina, possivelmente na plataforma Gamma da GM que completará a oferta da PSA os Peugeot 301 e Citroën C-Elysée.
O quarto projeto é o desenvolvimento comum de um familiar (leia-se - a próxima geração do Opel Insignia baseado na plataforma GM Epsilon servirá de base aos 508 e C5; este ultimo será o primeiro produto partilhado previsto para 2016).

Claro que pelo meio ainda falta muita coisa - fintar governos e sindicatos e decidir que fabricas vão ser fechadas já que esta partilha de plataformas e vendas em queda torna certas unidades desnecessárias.

Opel e PSA - fusão à vista? [update]

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O CEO da GM Dan Akerson confirmou que a GM e PSA Peugeot-Citroen estão a ultimar uma aliança e acordo conjunto de compras. Akerson disse que deverá haver um anúncio público no dia 31 de Outubro e deverá também incluir a parceria entre GM e PSA para a construção de pequenos automóveis no Brasil.



Post original de 16-10-2012
Quem o diz é o jornal La Tribune e a Reuters - a possivel fusão das unidades automoveis da Opel e a PSA (Peugeot Citroen) isto segundo o jornal La Tribune e a Reuters.


Claro que nenhum dos intervenientes quis comentar, mas faz sentido afinal ambas as marcas competem no mesmo mercado e mesmos segmentos. Mas duvido que o governo francês esteja disposto a aceitar.

China lixa os planos PSA\GM?

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Segundo o jornal Spiegel que cita directores da Opel, a GM está a fazer marcha-atrás nos planos de partilhar a plataforma do futuro Opel Insignia com a PSA que a utilizaria para os C5\508 e manteria a fábrica de Rüsselsheim a todo o vapor. E porque a razão deste puxar de tapete ao mais recente parceiro da GM?

China claro, a Buick e a GM China para ser mais exacto. A ideia da partilha da plataforma até era uma boa ideia, a PSA poupava no desenvolvimento de mais 2 modelos e a Opel aproveitava em pleno uma das suas fábricas, mas a China para variar não quer saber. A Buick é uma marca da GM muito popular na China, tão popular que chegou a manter a GM à tona durante os dias negros da restruturação. Mas na China a PSA tem 2 parceiras, a Dongfeng e a Changan - ambas empresas detidas pelo estado chines e rivais ferozes do parceira da GM na China a SAIC. Ora eventualmente estes modelos comuns GM\PSA iriam chegar à China e parece que os parceiros chineses falam mais alto na GM...

GM e PSA preparam-se para chatear muita gente

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E só faltava contratarem José Sócrates para fazer pior - o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung diz que conseguiu meter a mão ao plano de produção da próxima década da Opel, um dos maiores segredos que qualquer construtor pode ter. Mas além dos segredos do construtor, este plano parece conter informações "explosivas" (segundo o jornal) para o mundo político.

Este plano, datado de 2012, lista todas as datas de inicio e fim de vida de cada modelo e que unidades fabris vão produzir. E essa lista inclui o novo parceiro da GM, a PSA. Segundo este plano, o Citroen DS5 e o Peugeot 508 seriam produzidos na fabrica da Opel em Rüsselsheim e a PSA produziria a Zafira. Colocar os Citroen e Peugeot na plataforma do Insignia e construir todos na fábrica alemã iria assegurar o funcionamento a pleno da fabrica de Rüsselsheim.

Optimo para a Opel e seus trabalhadores, mau para os trabalhadores franceses da fábrica de Rennes onde o 508 representa 2/3 do volume - o mais certo é fechar. O grande problema são os políticos claro - a Opel já veio dizer que nao passa de invenções, mas o sindicato dos trabalhadores da Opel diz que este cenário existe e esta a ser negociado com os franceses. De repente, a compra de 7% da PSA pela GM e o facto com que pouco tempo depois davam esse investimento como perdido e não se mostraram minimamente afectados começa a fazer sentido...

O mais certo é ter sido o sindicato dos trabalhadores a divulgar este plano, e a grande pergunta é: o que é que os políticos vão fazer? O senhor Hollande já anda chateado por causa do fecho da fabrica em Paris e porque prometeu congelar o preço dos combustíveis e chegou à conclusão que não o pode fazer, agora andam a negociar ainda mais fechos debaixo do nariz dele... A verdade é que este plano não interessa nem aos sindicatos nem ao governo francês, e agora pergunto-me se todos estes egos vão condenar 3 construtores automóveis a uma longa agonia...

O senhor Hollande já esta a fazer a sua parte - designou um enviado especial, Emmanuel Sartorius, para estudar os planos da PSA para o fecho da fábrica de Aulnay-sous-Bois e concluir se a reestruturação (ou seja, os despedimentos) são necessários. Yup, um enviado designado por um partido Socialista vai estudar um plano que inclui despedimentos...creio que não vou ter que esperar pelo 11 de Setembro (sim, é essa a data da publicação das conclusões dos enviados) para saber as conclusões.

General Motors e PSA - vai durar?

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Quando vamos a um casamento a questão que quase todos fazem é "será que vai durar?" - e se fizermos a mesma pergunta sobre a recente união entre General Motors e a PSA? Para já parecem que ambos tem objectivos diferentes não necessariamente compatíveis.
Se olharmos para o lado da GM, estes querem acabar com as constantes perdas na Europa, leia-se Opel. Mas se olharmos para a PSA, estes querem aproveitar a presença global da GM para acederem a outros mercados e aumentarem as suas vendas fora da Europa - mas será que a GM quer mesmo deixar a PSA aceder a estes mercados? É que isso significa mais um adversário que antes não tinham.
Mas ambos sabem que o grande problema é terem capacidade de produção a mais na Europa para um mercado em queda constante e tem os sindicatos à perna e combinar forças funciona para aumentar produção, não para diminuir.
É claro que referem a importância de se associarem para pressionar fornecedores, mas a verdade é que actualmente poucos componentes devem ser comuns e vai demorar até que consigam ter sinergias que gerem tal economias. Será que vai durar?

GM e PSA assinam aliança global

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E eis o assinar da aliança entre GM e PSA Peugeot Citroen, o que é descrito como uma parceria de longo termo para a Europa e em alguns casos para o mundo inteiro.
Será que vai funcionar? É que a ultima vez que americanos e franceses trabalharam juntos para um objectivo estavam a desembarcar numa praia no norte de França...

Basicamente, a Opel vai começar a partilhar plataformas e componentes e já em 2016 devemos ter modelos desenvolvidos em parceria. A ideia é parar a hemorragia de dinheiro que ambas as marcas têm no mercado Europeu, poupando 2 mil milhões de euros anualmente entre GM e PSA.

Aliança GM - PSA a caminho?

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Segundo a Reuters e confirmado pelo ministro frances Xavier Bertrand, a GM e PSA Peugeot Citroen estão a discutir uma aliança. Algo que faças sentido - ambos estão com grandes perdas na Europa.


Antes o favorito era a Fiat, que em Janeiro o seu CEO Sergio disse estar aberto a uma fusão com outro construtor para rivalizar com a Volkswagen. Mas a PSA e GM não estão a pensar numa fusão mas sim numa partilha de plataformas e peças. O que em sí não faz muito sentido: afinal ambos Opel e PSA têm mais capacidade produtiva do que aquela que precisam e ambas estão dependem demais da Europa, daí que vantagem significativa vão tirar de uma parceria deste tipo?