[update]Novo Ferrari Luce apresentado

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Quando ontem vi as primeiras imagens imediatamente quis saltar para o teclado para comentar mas duas coisas fizeram-me parar e esperar - uma foi o olhar de fúria que a minha cara-metade me deu e a outra era que as primeiras reações normalmente não são as melhores. E ainda bem porque além de não ter sido feito para os gostos europeus é uma daquelas apostas raras no mundo automóvel. Se bem que a Ferrari tem uma vantagem que poucos têm...mas já chego lá.


Numa altura em que a Lamborghini cancela os seus planos elétricos e a Porsche seriamente reduz os seus a Ferrari, palavra sinônima de vistosos coupés desportivos de 2 lugares com grandes e sonantes motores, acaba não só de apresentar o seu primeiro modelo 100% elétrico mas também o primeiro modelo de 5 lugares da marca italiana.

A maioria dos fãs, eu inclusive, provavelmente gritaram sacrilégio e algumas avôs italianas certamente foram buscar as forquilhas, mas esta aposta (e reação do publico) não foi muito diferente de quando a Porsche apresentou o primeiro Cayenne ou Panamera. O Ferrari Luce, tal como os acima mencionados Cayenne e Panamera, oferecem às famílias com dinheiro (a mais) 5 lugares superconfortáveis, acabamentos de luxo, uma mala com mais de 600 litros (para sacos de golf provavelmente) e performances de topo.

É controverso? Definitivamente. Quebra com a longa tradição da Ferrari? Absolutamente. E tiro o meu metafórico chapéu à Ferrari porque não entraram com muito cuidado nas pontinhas dos dedos com um modelo de produção limitada ou eletrificaram algo que já produziam, mas avançaram com algo completamente novo para tentarem libertar do molde. Tal como a Porsche e Lamborghini fizeram.

Foi claramente desenhado para alguém que já tem vários Ferrari mas querem algo confortável e pratico para o dia-a-dia que pode ser associado ao que tem na garagem enquanto pode dizer que está a salvar o planeta conduzindo diariamente um elétrico.

Nas imagens o Ferrari Luce parece compacto mas na realidade é o Ferrari mais longo de sempre, maior até que o SUV Purosangue com quem partilhas as 4 portas de abertura oposta: tem 5,03 metros de comprimento (Purosangue - 4,97 metros) com 2,96 metros entre rodas (Purosangue - 3,02 metros), tem 2 metros de largura sem contar os espelhos (Purosangue - 2,03 metros) e 1,54 metros de altura (Purosangue - 1,59 metros).



Segundo a Ferrari a forma exterior foi desenhada em torno da superfície vidrada e arrisco que parece um Mythos dos anos 80 mas com 4 portas. O perfil do Luce recorda-me do design cab-forward dos Chrysler do passado recente. À frente tem uma espécie de asa dianteira de grande dimensão como o Jaguar I-Pace ou o Dodge Charger Daytona na cor da carroçaria com um capot em preto por debaixo. As luzes e a frente são completamente novas.

As laterais são planas com a linha de cintura ascendente para cima dos para-lamas traseiros que recorda um pouco o 458. O Luce usa enormes jantes de 23 polegadas à frente e 24 atrás (também aparentemente as maiores em todos os Ferrari de estrada até agora) puxadas para as extremidades. Pode ir para as desportivas de 5 braços, mas a versão aerodinâmica melhora a autonomia em 5%.

Atrás a traseira é retangular com dois pares de farois circulares - a Ferrari aponta a inspiração aos 360 Modena e 458 Italia, mas sinceramente vejo um pouco de Nissan Skyline ou Chevrolet Impala.


O interior, ao contrário do exterior, tenta alinhar com a tradição com bastantes botões e comandos físicos. O volante é esculpido de uma peça única de alumínio com manetes atrás do volante e o conjunto de instrumentos que inclui uma conta quilômetros analógico está ligado à coluna de direção para que esteja sempre visível.


O volante não tem um mas dois "Manettinos" - o da direita controla a suspensão e controlo de tração, incluindo desligar o ESC. O segundo controlador é o "e-Manettino" para determinar os níveis de potência disponíveis. Atrás do volante tem as manetes que permite selecionar os 5 níveis do Torque Shift Engagement (TSE - como o Renault 11 que o meu pai teve) que aumenta a potência e reduz a travagem regenerativa por nível - que o pode deixar em modo Auto se preferir.

Mistura vários tipos botões físicos com o ecrã táctil - o meu favorito é o botão no tejadilho que puxa para ativar o launch control. 

O ecrã táctil central para o sistema multimédia pode rodar para o passageiro dianteiro e tem comandos físicos para a climatização.

O interior parece espaçoso, já que não tem túnel de transmissão para o eixo de transmissão, permitindo sentar 3 adultos atrás que tem acesso a um pequeno ecrã e saídas de ventilação.


Na lista de opções encontrará assentos com função de massagem, assentos traseiros reguláveis, sistema áudio de 21 colunas e 3.000 W e muito mais. A mala atinge 597 litros, basicamente um Skoda Octavia.

A mecânica também não é propriamente tímida - 4 motores elétricos (um por roda) montados numa subestrutura ligada ao chassis principalmente em alumínio via blocos amortecedores para um total de 772 kW/1.050 cavalos alimentados por uma bateria estrutural de 122 kWh via um sistema elétrico de 800 volts compatível com carga rápida DC até 350 kW.

Tudo somado e o Ferrari Luce é capaz de acelerar os 5 ocupantes e 2.260 quilos de automóvel 8um pouco mais que o Purosangue) dos 0 aos 100 km\h em 2,5 segundos e 200 km\h em 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km\h e segundo a Ferrari é capaz de uma autonomia (não homologada ainda) de 530 quilômetros. Para comparação o Porsche Cayenne Turbo faz basicamente o mesmo, mas o Luce fá-lo em luxo e conforto.

Para ajudar à experiencia de condução a Ferrari resolveu inspirar-se numa guitarra elétrica para "gerar" o som - incorporaram um acelerômetro de alta precisão no eixo traseiro para capturar a vibração que depois de filtrada e amplificada é transmitida ao interior. Ou seja, não é 100% sintética como todos os "outros elétricos que os plebeus compram". E sim, pode ser desligado.

Mas a potência depende do modo de condução:
- em modo Range desliga os motores dianteiros e reduz a potencia para 430 cavalos;
- em modo Tour liga os 4 motores, aumenta a potencia para 617 cavalos e permite a velocidade máxima;
- modo Performance aumenta a potência para 972 cavalos, ativa o som "semissintético" e com o launch control salta para os 1.035 cavalos domados com a ajuda da NASA. A sério.

Recebe uma versão melhorada da suspensão ativa do F80 e direção independente nas rodas traseiras controlada eletronicamente.

Preços arrancam nos 520.000 euros antes de adicionar opcionais ou personalização.
update 27/05/2026

Fiat até 2030

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O CEO da Fiat Olivier Francois apresentou o que podemos esperar da Fiat até 2030 - que inclui um scooter elétrica de 3 rodas para entregas em cidades. Sim, uma Fiat "Piaggio Ape"...

Neste caso será a TRIS um triciclo comercial (lá no fundo da imagem), também vai haver uma versão maior do Topolino chamado Quattrolino com 4 lugares (em verde à esquerda que parece uma mini Multipla), uma nova geração/variante do Fiat 500 e em 2028 um novo elétrico designado Pandina apresentado aqui como uma ilustração.


Olivier Francois confirmou também o Fiat Grizzly de segmento C que estará disponível (em principio deverá ser apresentado no fim de 2026) em formato SUV e fastback (tipo o Citroen C4X ou Peugeot 408), produzidos na plataforma Smart Car do Grande Panda.

Tesla continua a falhar nas inspeções

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Gosto de analisar os dados de inspeções automóveis regulares porque nos dá informações sobre o que mais falha em determinados modelos...se o organismo nacional publicar a informação detalhada, algo que o IMTT não faz. Neste caso estive a ver os dados acumulados até 2025 das inspeções regulares na Finlândia (peço desculpa pela tradução) e algo salta à vista - em média para todos os modelos produzidos em todos os anos em que foram inspecionados 3 marcas conseguem uma taxa de reprovação acima de 50%, ou seja, atirar uma moeda ao ar e tem melhores chances de adivinhar corretamente se cara ou coroa: Dodge, Tesla e Chrysler. Mas não haja ilusões, olhando para os dados a Tesla é a pior deste quadro.

Se olharmos para as 5 marcas americanas que ocupam os 5 lugares de topo mais reprovado a Tesla teve uma taxa de reprovação de 51,3% mas é também a marca com mais unidades analisadas (9054) e menos quilômetros percorridos (130.000 km). E o que falha? As suspensões dianteira e traseira, bem como as articulações e tirantes de direção.

O que significa isto? Simples, se tem um Tesla verifique regularmente o estado destas estruturas (especialmente antes de ir à inspeção obrigatória) e quando alguém lhe disser que elétricos ou Teslas não precisam de revisões regulares mande-os chupar um limão.

Inteligência na sua bateria

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A evolução tecnológica continua a avançar na gestão das baterias de tração e neste caso a universidade técnica de Chalmers em Gotemburgo anunciou o desenvolvimento um algoritmo que permitira prolongar a vida da bateria em 23% ao otimizar o processo de recarga.

Durante o processo de carga de uma bateria de iões de lítio apresenta um aumento gradual na sua velocidade/capacidade de carga durante uma primeira fase, antes de se estabilizar num determinado nível e, diminuir após atingir os 80%. A carga rápida segue o mesmo perfil apenas enfiam mais corrente, mas quanto maior potência maiores os riscos de degradação a longo termo: quanto mais velha a bateria, mais as recargas rápidas a degradam reduzindo autonomia e obriga a mais recargas...um circulo vicioso. Este é, segundo múltiplos estudos ao longo de múltiplos anos a maior causa de envelhecimento das baterias.

Aqui entra este tal algoritmo do país que nos deu as melhores almondegas e mobília compacta um algoritmo que comunica com todos os sensores da bateria, informações técnicas da química da bateria, tipo do carregador em uso, estado de saúde da bateria, tensão e temperatura das células individuais. Com base na análise de toda essa informação o algoritmo determina e varia a tensão máxima de carga a aplicar em ao longo do ciclo ao invés do modo atual de seguir uma subida linear, atingir um pico e depois descer gradualmente.

Ao ajustar constantemente a tensão de acordo com as reações da bateria, permite prolongar a vida útil da bateria a longo prazo. E sem aumentar o tempo de carregamento - de acordo com os testes realizados em baterias idênticas, o método tradicional demorava 24,15 minutos por ciclo de carregamento, contra 24,12 minutos com o protocolo controlado.

Os investigadores estipularam que a bateria de teste seria considerada inutilizada ao atingir 80% da carga original. Com o modo de carga tradicional a bateria de teste efetuou 572 ciclos de carga e descarga para atingir este nível, mas com a carga controlada conseguiu fazer 703 ciclos - uma melhoria de 23%.

O Stelvio Pass chinês

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Quem gosta de conduzir e automóveis certamente já ouviu falar do "Stelvio pass" (passagem de Stelvio), uma tira de esparguete de alcatrão que desce suavemente pelas magnificas encostas dos alpes. Na China tiveram que ligar a pequena aldeia montanhosa de Tian Ping ao resto do mundo e um engenheiro que claramente fez a passagem de Stelvio e quis fazer a versão oriental - esta é a Wuxi Token Stone Road.


São apenas 3,7 quilômetros em zigzag construídos entre 2012 e 2019 mas muito estreita e com um gradiente que pode atingir 36%! E é impossível mudar de ideias a meio e inverter! E sim, não é permite a passagem de camiões, autocarros e mesmo caravanas.

E para quem não sabe o que é o Stelvio pass...

Stellantis apresenta FaSTLAne 2030

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O CEO da Stellantis Antonio Filosa apresentou enfim o seu plano para o futuro próximo da Stellantis e das suas 14 marcas - reduzir a produção na Europa, reorganização de plataformas, reorganização da carteira de marcas e novas tecnologias.

Segundo o plano FaSTLAne 2030 vamos ter, em toda a Stellantis, 60 novos modelos e 50 atualizações/refrescamentos cortesia de um investimento de 70 mil milhões de dólares (aproximadamente 60 mil milhões de euros).

Foi também anunciada uma reorganização das marcas. A Peugeot, Fiat, Jeep e RAM passam a ser as 4 marcas mundiais e principais da Stellantis que vão receber 70% dos investimentos para novos modelos/programas. Por outro lado, a Chrysler, Dodge, Citroën, Opel e Alfa Romeo foram relegadas a um papel secundário, sendo consideradas marcas regionais limitadas aos seus mercados atuais. A Maserati irá ter 2 novos lançamentos, um sedan e um SUV, até 2030. São capazes de ter notado de não ter referido a DS e Lancia - deixam de ser marcas independentes e passam a ser geridas pela Citroen e Fiat respetivamente.

A Stellantis vai também reorganizar as suas plataformas/arquiteturas - até 2030 50% das vendas mundiais vão ser de modelos baseados em apenas 3 plataformas e em 2027 irá lançar uma nova plataforma designada STLA One. Esta nova plataforma será usada para novos modelos (de citadinos a monovolumes) com motorizações elétricas e hibridas.

Ao nível de mercados a prioridade vai para os Estados Unidos com 60% fundos investidos nos próximos 4 anos (36 mil milhões de euros), e na direção oposta vai a Europa com uma redução de 20% da capacidade industrial para 3,8 milhões de viaturas. Tudo isso enquanto aumenta a utilização da fábrica de 60% para 80% via parcerias com fabricantes chineses: as fábricas de Madrid e Zaragoza vão produzir dois modelos da Leapmotor, enquanto a fábrica de Rennes (França) montará modelos da Dongfeng e a fábrica de Poissy será reestruturada para outros modelos.

5 novos Ford a caminho

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Antes uma marca omnipresente na Europa com os Fiesta, Escort, Focus, Mondeo a Ford quase que desapareceu das nossas estradas - a marca representa 2,8% das vendas europeias no 1º trimestre de 2026. Mas aparentemente a Ford não desistiu da Europa, apenas tirou algum tempo para pensar e preparar 5 novos modelos na Europa até 2029. A estratégia é produzir veículos de caráter forte, invejáveis, que sobressaem dos restantes.


Bronco europeu
Talvez a principal novidade é pequeno Bronco europeu em 2028 inspirado no modelo americano e produzido em Valencia...mas será mais um SUV compacto com um visual aventureiro e múltiplas motorizações que o verdadeiro todo terreno americano.


Dois pequenos elétricos com a Renault
Depois da parceria com a Volkswagen para os Explorer e Capri, a Ford entra em parceria com a Renault para 2 automóveis pequenos 100% elétricos para a Europa: um citadino compacto e um USV urbano aproveitando a plataforma AmpR Small já usada nos Renault 5 e Renault 4. Ambos modelos com design próprio mais desportivo.


Novas parcerias
Além das parcerias com a Vw e Renault, a Ford está também a discutir uma possível parceria com a Geely. Uma forma da Ford europeia reduzir custos e tempo no desenvolvimento de automóveis.


Dois novos comerciais
A Ford Pro é líder dos comerciais/utilitários profissionais na Europa nos últimos 11 anos e além de 2 novos modelos (uma Ranger Super Duty para bombeiros, militares e a nova Transit City elétrica) aposta nos serviços digitais para os profissionais.

Ferrari 75 - 1975

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O Centro Storico Fiat reconta a excepcional temporada de Fórmula 1 de 1975, com a estreia do Ferrari 312 T2 e as vitórias em Monte Carlo e Monza.


Formula 1 - 1978

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Vídeo do Centro Storico Fiat que documenta o trabalho técnico da equipe Ferrari nas boxes durante os treinos livres de um Grande Prêmio de Fórmula 1: ajustes contínuos, análise de dados, especialistas e pilotos numa corrida contra o tempo.


Fiabilidade MG3 e MG3 Hybrid+

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Devido a um problema com os assentos dos MG3 e MG3 Hybrid+ estes estão a ser recolhidos. Esta recolha é a resposta ao problema detetado pelo EuroNCAP em setembro de 2025.

Segundo a nota EU SR/00871/26 e código interno ZP2A em certas situações os assentos podem mover-se após um impacto/acidente que aumenta o risco de ferimentos dos ocupantes.

Adeus BMWs Z

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Foi bom enquanto durou - a BMW anunciou o fim da produção do Z4 sem o substituir. Não há mais roadsters BMW à venda - 38 anos depois da apresentação do Z1, 31 anos depois da apresentação do Z3, 27 anos depois do Z8 e 23 anos depois da apresentação do Z4. A dinastia dos BMW Z chegou ao fim. Se quiser um BMW descapotável a única escolha é o Série 4 Cabriolet.

[update]Novo Skoda Epiq apresentado

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A gama elétrica da Skoda continua a crescer...para modelos mais pequenos: começou com Enyaq, depois veio o Elroq e agora com apenas 4,17 metros de comprimento temos o novo Skoda Epiq para chatear os Renault 4, Citroën ë-C3, Fiat Grande Panda, Kia EV2 e por diante. O primeiro Skoda na plataforma MEB+ (mesma dos primos Volkswagen ID.Polo e Cupra Raval) e o elétrico mais barato da marca.

O Skoda Epiq estreia uma nova frente sem grelha dianteira e nova assinatura luminosa com os farois dianteiros "semi ocultos" na barra negra que atravessa a frente. Apesar do tamanho (4,17 metros de comprimento com 2,6 desses metros entre rodas, 1,8 metros de largura e 1,58 metros de altura) ainda consegue um coeficiente aerodinâmico de 0,275.


O perfil é o de um SUV clássico, com proteções de carroçaria em plástico preto. Atrás recebe um pequeno aileron e novos farois em T que certamente vão surgir nos futuros modelos da marca. Estará disponível com 6 cores, jantes de 18 e 19 polegadas mas se for para a versão First Edition passam para 20 polegadas.



O interior é sóbrio e simples. Notem o tablier quase horizontal dominado pelo grande ecrã de 13 polegadas do novo sistema multimédia complementado pelo conjunto de instrumentos digital de 5,3 polegadas. Mas mantem alguns comandos físicos o que é uma boa noticia.


Ao nível de equipamento o Epiq conta com um modo de condução One Pedal (primeira vez na marca), câmara de marcha-a trás, assentos e volante aquecidos e carregamento bidirecional. Tem bastante espaço para 4 ocupantes adultos e bagagens - apesar das dimensões compactas tem uma mala de 475 litros atrás e outra de 25 litros à frente. E sim, continua a ter os guarda-chuvas nas portas e por diante...

Em termos de motorizações o Skoda Epiq estará disponível com 2 baterias e 3 níveis de potência. A gama começa com o Epiq 35 com um motor de 116 cavalos alimentado por uma bateria LFP de 37 kWh capaz de uma autonomia WLTP até 310 quilômetros e carga DC até 50 kW. Depois temos o Epiq 40 que é uma evolução do 35 com 135 cavalos e carregamento rápido DC até 80 kW (mas mesma autonomia de 310 quilômetros). No topo da gama temos o Epiq 55 com um motor de 211 cavalos alimentado por uma bateria NMC de 52 kWh sendo capaz de uma autonomia de 440 quilômetros e carregamento DC até 105 kW. O carregamento AC é de 11 kW em todas as versões.



update 20/05/2026

[update]Audi Q4 e-tron e Q4 e-tron Sportback atualizados

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Lançado em junho de 2021 os Audi Q4 e-tron e Q4 e-tron Sportback recebem enfim uma atualização em linha com os primos Volkswagen. Além de visual melhorado por dentro e por fora, mais autonomia e tecnologia resumem esta intervenção antes da chegada do mais pequeno A2 e-tron.



Exteriormente recebe retoques ligeiros um pouco por todo o lado - grelha dianteira lacada na cor da carroçaria, novos para-choques e farois dianteiros e traseiros OLED ativos. Recebe ainda 3 novas cores exteriores e jantes.


Tal como no ID.3/4 em que é baseado, o interior do Q4 e-tron foi desapontante. Recebe agora um novo tablier que também deverá ser usado no A3 quando for atualizado com um conjunto de instrumentos de 11,9 polegadas e um ecrã táctil de 12,8 polegadas para o sistema multimédia MMI e se quiser pode ter um 3º ecrã de 12 polegadas para entreter o passageiro...pode dar jeito para entreter os passageiros mais chatos. E ainda na lista de opcionais pode ir para o head-up display no para-brisas com uma área de 70 polegadas.



Ao nivel de motorizações mantem as versões 40 com tração dianteira ou integral de 285 cavalos, e 55 com tração integral de 340 cavalos. Todas estas com a bateria de 82 kWh brutos/77 kWh uteis em que a velocidade de carga melhora de 175 para 185 kW. Regressa a versão 40 de 204 cavalos agora com uma bateria de 63 kWh (antes 55).

Graças a várias melhorias na transmissão e sistema elétrico o Q4 e-tron atualizado ganha alguma autonomia: o Q4 e-tron 40 consegue uma autonomia até 582 km e o mais aerodinâmico Sportback (na mesma motorização) vai até 595 km. O atual Q4 e-tron 40 consegue no máximo 521 km.



update 20/05/2026

[update]Novo Audi A2 a caminho

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Ele anda por aí...




post original de 17/03/2026
Sou um grande fã do A2 original, e agora a Audi confirmou que ele vai voltar em breve como o A2 e-tron para substituir os A1 e Q2. Para já temos apenas o teaser abaixo, que parece inspirado no A2 original mas será um crossover/SUV baseado na plataforma MEQ do usada nos Volkswagen ID.3 e outros. A apresentação deverá ser no salão automóvel de Munique em setembro.


Novo Jeep Avenger - restyle

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Lançado em 2022 e Automóvel Europeu do Ano 2023 o Jeep Avenger (o modelo mais vendido da Jeep na Europa) recebe a sua primeira atualização por fora, por dentro e algumas por debaixo.

A frente é mais expressiva que o modelo atual alinhando com os atuais Compass e Cherokee, recebe uma nova assinatura luminosa, grelha iluminada, proteções de carroçaria na cor de carroçaria, novas jantes de 17 e 18 polegadas, novas cores Forest e Bamboo, o 4xe recebe aplicações em vermelho e nas opções farois LED e tejadilho em preto.



No interior recebe melhores materiais, novas forras das portas, novo ecrã táctil com o sistema multimédia compatível com Apple CarPlay e Android Auto, câmara de 360º e novo controlador Selec-Terrain na versão 4xe.



Debaixo do capot temos um novo motor de base Turbo 100 de 3 cilindros e 1,2 litros com uma caixa manual de 6 velocidades que substitui o 1.2 PureTech (mais importante é que o Turbo 100 usa uma corrente de distribuição e não correia húmida como o PureTech), e-Hybrid de 110 cavalos com sistema hibrido de 48 volts, 4xe de 145 cavalos de tração integral e a versão 100% elétrica com um motor de 156 cavalos alimentado por uma bateria de 54 kW.

Novo Volkswagen ID.Polo GTI apresentado

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Em Junho de 1986 foi lançado o Golf GTi mk1, o hot hatch original. E 50 anos mais tarde temos o primeiro GTI elétrico - este é o novo Volkswagen ID.Polo GTI, versão desportiva do novo ID.Polo. É a primeira vez que estas 3 letras são associadas a um modelo elétrico, depois da denominação GTX não ter pegado. Mas será que é um verdadeiro, quintessencial, arquetípico "hot hatch?"?

Definitivamente parece um GTI. Anunciado como um concept no salão automóvel de Munique de 2023 o Volkswagen ID.Polo GTI é oficialmente apresentado aqui na versão "Worthersee" - pintura especifica "Vermelho Tornado", para-choques agressivos com 2 barras verticais em vermelho no fundo, as famosas 3 letras em vermelho por baixo do contorno inferior da grelha dianteira em favo de mel, farois dianteiros matrix específicos com uma linha vermelha por debaixo das luzes diurnas e jantes especiais de 19 polegadas.

O logo GTI surge também em vermelho nas embaladeiras junto às rodas traseiras. Atrás recebe para-choques mais agressivo, um pequeno spoiler e farois fumados. Definitivamente parece um GTI.

O interior segue a receita clássica do saco desportivo masculino dos anos 80 - muito preto e vermelho - o ID.Polo GTI recebe assentos em tartan "Superclark" e volante com manetes para controlo da travagem regenerativa desportivos, uma aplicação vermelha a toda a largura do tablier, encostos de cabeça com a aplicação GTI e um modo de condução GTI.


O "Digital Cockpit" de 10,25 polegadas recebe gráficos adicionais, bem como no ecrã táctil central de 12,9 polegadas. E para assegurar ser pratico a bagageira varia entre 351 e 1.243 litros.

Debaixo do o capot temos o motor APP290 a debitar 226 cavalos e 290 Nm de binário - tal como o Cupra Raval, ficando entre os Alpine A290 (180 e 220 cavalos) e os Peugeot E-208 GTI/Lancia Ypsilon HF/Opel Corsa GSE (280 cavalos). Acelera os 1.540 quilogramas de ID.Polo GTI dos 0 aos 100 km/h em 6,8 segundos e atinge 175 km\h de velocidade máxima limitada. Para ajudar à tração recebe um diferencial eletrônico e Dynamic Chassis Control. O motor APP290 é alimentado por uma bateria de 52 kWh que permite uma autonomia WLTP de 424 km, é compatível com carga DC até 105 kW (10 a 80% em 24 minutos) e carregamento AC de 11 kW.

Parece um GTI por fora e parece um GTI por dentro...mas será se comporta como um GTI? Teremos que esperar para descobrir.