Fiabilidade BMW Série 5, X3 e X4

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Devido a um problema com o motor de arranque que pode causar um curto circuito os BMW Série 5, X3 e X4 estão a ser recolhidos.
Segundo a nota SR/00584/26 e código interno 0012660600 nos BMW Série 5 (G30), X3 (G01) e X4 (G02) produzidos entre 28/05/2020 e 04/10/2024 com o motor de arranque RSW22 RWT pode ocorrer abrasão entre os contatos elétricos pode levar à acumulação de depósitos. Pode causar um curto-circuito e/ou princípio de incêndio.

Fiabilidade BMW Série 5, Série 7, i5, i7 e M5

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Devido a cablagem danificada que pode causar um curto-circuito os BMW Série 5, Série 7, i5, i7 e M5 estão a ser recolhidos.
Segundo a nota SR/00898/26 e códigos internos 0061510900 e 0061520900, nos BMW Série 5, Série 7, i5, i7 e M5 (lista modelos afetados abaixo) produzidos entre 09/06/2022 e 05/12/2025 a cablagem elétrica para o cockpit pode ter sido danificada durante a substituição de um microfiltro. Devido a esse dano pode ocorrer um curto-circuito que pode levar á geração de fumo ou princípio de incêndio.

Modelos afetados: G6L, G6K, G6E, G7L, G9M, e1*2018/858*00316*, e1*2018/858*00360*, e1*2018/858*00317*, e1*2018/858*00154*, e1*2018/858*00451*

Fiabilidade Volvo EX30

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Devido a soldadura insuficientemente forte nas costas dos assentos os Volvo EX30 estão a ser recolhidos.
Segundo a nota SR/00619/26 e código interno R10357 os Volvo EX30 produzidos em 2025 uma soldadura no fundo da estrutura das costas dos assentos pode não ser forte o suficiente e na eventualidade de um acidente pode não proteger corretamente as costas.

Fiabilidade BMW Série 3 e M3

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Esta recolha não diz "airbags Takata" mas a descrição do que pode acontecer bate certa - devido a degradação o ativador do airbag do condutor pode se ativado atingir uma pressão suficiente para explodir e projetar estilhaços de metal causando ferimentos e possivelmente morte. Por isso os BMW Série 3 e M3 estão a ser recolhidos.


Segundo a nota SR/00583/26 e código interno 0072760200 os BMW Série 3 e M3 (lista modelos afetados abaixo) produzidos entre 03/11/1998 e 24/08/2006 podem incluir um airbag cujo ativador pode explodir violentamente.

Lista modelos afetados: 346L, 346X, 346K, 346C, 346R, M346, e1*98/14*0097*, e1*98/14*0144*, e1*2001/116*0144*, e1*98/14*0167*, e1*2001/116*0167*, e1*98/14*0112*, e1*2001/116*0112*, e1*98/14*0146*, e1*2001/116*0146*, e1*98/14*0150*, e1*2001/116*0150*

Fiabilidade BMW Série 5 e X5

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Este claramente indica Takata porque origina de França onde o assunto está a ser levado a sério - devido a incluírem um airbag TAKATA PSDI4 que devido a degradação o ativador do airbag pode (se ativado atingir) uma pressão suficiente para explodir e projetar estilhaços de metal causando ferimentos e possivelmente morte. Por isso os BMW Série 5 e X5 devem ser imobilizados e estão a ser recolhidos.

Segundo a nota EU SR/00581/26 e código interno 0032800300 os BMW Série 5 E39 e X5 E53 (lista de modelos abaixo) produzidos entre 09/11/1998 e 19/12/2003 podem conter um airbag Takata que pode explodir violentamente.

Fiabilidade BMW Série 1, Série 3, X1, X3, M3

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Esta recolha não diz "airbags Takata" mas a descrição do que pode acontecer bate certa - devido a degradação o ativador do airbag do condutor pode se ativado atingir uma pressão suficiente para explodir e projetar estilhaços de metal causando ferimentos e possivelmente morte os BMW Série 1, Série 3, X1, X3, M3 estão a ser recolhidos.

Segundo a nota SR/00596/26 e código interno 0032730300 os BMW Série 1, Série 3, X1, X3, M3 modelos abaixo indicados produzidos entre 23/07/2010 e 30/06/2015 podem incluir um airbag cujo ativador pode explodir violentamente.

Lista modelos afetados: 187, 1K2, 182, X1, X83, 1K4, 390L, 3L, 3K, 392C, 390X, X1-N1, 3K-N1, M3, 182, 1C, e1*2001/116*0287*, e1*2007/46*0273*, e1*2001/116*0352*, e1*2007/46*0275*, e1*2001/116*0249*, e1*2007/46*0283*, e1*2001/116*0308*, e1*2007/46*0314* e1*2007/46*0315* e1*2001/116*0346* e1*2001/116*0344* , e24*2007/46*0024*, e24*2007/46*0022*, e1*2007/46*0377*, "e1*2001/116*0352*, e1*2007/46*0277*

Novo Renault Twingo - principais pontos

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Depois do sucesso do novo Renault 5 E-Tech chega a hora do novo Renault Twingo - será capaz de unir com sucesso a nostalgia da 1ª geração com a mais recente tecnologia elétrica para a cidade? Eis alguns números, pontos fortes e pontes fracos.

Pontos fortes
1) Preço acessível
Se quiser o elétrico mais barato até agora a resposta era o Dacia Spring. E ainda é, 16.900 euros se for para a versão 70 essential que nem inclui ar condicionado e demora 13 segundos a atingir 100 km\h. Para ter ar condicionado tem que ir para a versão expression que custa 18.700 euros.

Não fica muito longe do 19.490 euros do novo Twingo Evolution que além de ar condicionado inclui os tampões de rodas mais fixes do mercado!

E antes que diga Hyundai Inster esse começa nos 26.200 euros.


2) Made in Europa
Sim, é fabricado na Europa.


3) Visual
Acima referi a diferença de 800 euros no custo entre o Spring Expression e Twingo Evolution, mas a diferença de visual é muito muito maior. Mesmo na versão mais baixa recebe um belo tom de vermelho, luzes diurnas que parecem sorrisos e os mais belos tampões de rodas dos últimos anos, tudo numa bela reconstituição do perfil do icônico Twingo mk1. Mas a cor não se fica apenas por fora, no interior trás alegria e felicidade - olhe para o interior de um Dacia Spring, Citroën eC3 ou o de um BYD Dolphin Surf e depois diga alguma coisa.


4) Prático e pequeno
Um dos fatores mais importantes do primeiro Twingo era conseguir ser pratico e pequeno (3,45 metros de comprimento). Este novo Twingo é apenas 30 centimetros mais comprido e graças aos assentos traseiros rebatíveis e deslizantes em calhas consegue (segundo a Renault transportar objetos com até 2 metros de comprimento.


5) Ágil na cidade
Se vir um novo Twingo ao seu lado nos semáforos não se meta com ele: com 80 cavalos e 175 Nm de binário logo no arranque é capaz de atingir os 50 km\h em apenas 3,8 segundos.


Pontos menos positivos
Digo "menos positivos" porque são principalmente limitações de ser um citadino.

1) 4 lugares apenas
Sim, só leva (está homologado para) 4 pessoas (tal como os antigos Twingos creio) mas sejamos sinceros - quando citadinos dizem que levam "5 pessoas" na realidade significa que atrás só cabem 3 crianças.


2) carregamento rápido opcional
Para manter o preço sobre controlo ambas as versões do novo Twingo não incluem carregamento rápido para a bateria de 27,5 kWh. É discutível se é necessário carregamento rápido para um automóvel citadino - é um citadino, não um Grand Tourer para viagens transcontinentais. De série o novo Twingo inclui um carregador interno AC de 6,6 kW que permite a carga completa em 4 horas numa wallbox de 7 kW ou 9 horas numa tomada de 220 volts. 
O carregamento rápido só está disponível como opcional (500 euros) no pack Advance Charge que inclui carregamento AC de 11 kW e CC de 50 kW (este ultimo permite ir de 20 a 80% em 30 minutos).


3) 262 quilômetros de autonomia
Com uma bateria pequena seria de esperar uma autonomia mais pequena - 262 quilômetros. Mas se me é permitido, grande parte das deslocações diárias dos portugueses por automóvel são abaixo dos 50 quilômetros o que significa terá de carregar ao fim de 4 dias. Se mora nos arredores é melhor fazer as contas - para evitar dores de cabeça selecione o pack Advance Charge e instale uma wallbox em casa.


4) Autoestrada não recomendada
O Renault Twingo sempre foi desde o inicio um carro para a cidade e arredores - esta nova geração não é diferente. Está limitado a 130 km\h e se em cidade consegue 260 quilômetros de autonomia, na autoestrada provavelmente só conseguirá fazer pouco mais de 100 quilômetros até ter que carregar.

Silencio é de ouro

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Ouvi na rádio que partidos como PSD, CDS-PP e Chega propuseram no Parlamento a obrigatoriedade de motoristas TVDE (Uber, Bolt) falarem português. É bom ver os políticos a dedicarem o seu tempo a problemas sérios e não dar material ao Chega para bater pivias em publico. Mas já que estão no tema proponho que estão a ver a coisa pelo lado errado - eles não deviam falar, deviam dizer nada, entrar mudo e sair calado.

Quando chama um TVDE o condutor já sabe quem você é, onde está, para onde quer ir e que percurso seguir. Só tem que esperar que ele chegue para o levar onde quer ir.

Eu não quero ouvir falar do tempo, do futebol ou os pontos de vista do condutor sobre a imigração. Das quatro vezes que andei de taxi na minha vida tive que fazer conversa para não parecer mal educado e em todas essas 4 viagens os condutores recorreram a vários truques para esticar a corrida e levarem mais dinheiro. Um deu-se ao trabalho de dar a volta a um quarteirão ao invés de ir em frente numa rua de 2 sentidos para me cobrar mais e deixar-me do outro lado da rua de onde queira ir.

E não é só taxis - imaginem uma linha com várias cadeiras de barbeiros\cabeleireiros cada um com uma placa em cima a indicar o tema de conversa que terá assim que se sentar. Todos, com excepção dos que acham o Microsoft Teams uma ótima ferramenta, vão fazer linha na cadeira debaixo do sinal "Silêncio". Num mundo com tanto ruido uns minutos de calma e paz são terapêuticos, mesmo no banco de trás de um TVDE.

Mas se quiser fazer conversa de chacha recomendo irem para o parlamento, lá fartam-se de falar e não dizem nada de jeito. Pontos extra se for uma pessoa execrável ou um "idiota útil" porque a bancada do Chega vai querer que ocupe o lugar do ultimo deputado expulso por solicitar sexo de um menor ou qual for a desgraça da semana.

Porsche Raceborn Moments - vídeo

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A Porsche está a publicar uma webseries de 5 episódios para celebrar os 50 anos do Porsche 935, a sua evolução e o seu impacto na competição com ajuda de personalidades da marca alemã.


Episódio 1 - Porsche 935 (1976): O início da lenda.



Episódio 2 - Porsche 935 (1977): Em 1977 o Porsche 935 recebe a sua primeira evolução para acompanhar a evolução da competição e aproveitar as regras em vigor.



Episódio 3 - Porsche 935 "Baby" (1977): A variante 935 "Baby" foi desenvolvida em 1977 para uma outra categoria mais limitada.



Episódio 4 - Porsche 935/78 "Moby Dick" (1978): Talvez a versão mais reconhecida deste modelo, o 935/78 "Moby Dick" em que a aerodinâmica foi levada aos extremos.



Episódio 5 - Porsche 935/77 "R-D Car" (1977): uma platforma para testar ideias e limites.

Novo Volkswagen Multivan - restyle

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A Volkswagen acabou de atualizar a Multivan - mas ainda não deu todos os detalhes, apenas na apresentação ao publico tudo saberemos.

Exteriormente recebe uma nova frente, com um novo para-choques dianteiro que se separa da grelha dianteira, e novos farois LED à frente e atrás. Recebe ainda novas cores que inclui opções mate, novas combinações bicolor e novas jantes de 17 a 19 polegadas.

E basicamente é isso - teremos que esperar por detalhes sobre o interior, tecnologias e mudanças nas motorizações.

Kia EV2 - vídeo

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O Kia EV2 já sai das linhas de montagem e a seu caminho...se encomendou um.


Cupra Tavascan atualizado

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A Cupra atualizou o Tavascan com novos ecrãs, tecnologias e nova versão de acesso.

Exteriormente a única novidade é a nova cor Dark Void. No interior o Tavascan recebe um novo conjunto de instrumentos digital de 10,25 polegadas, um novo sistema multimédia de base Google, novo volante e saídas de ventilação elétricas e ativas que variam posição conforme o número de ocupantes, incidência do sol e pré-condicionam o veiculo assim que este detectar que se está a aproximar dele.

Nas tecnologias recebe uma chave digital que permite abrir e operar o Tavascan com um smartphone, um novo sistema audio opcional Sennheiser Contrabass e as versões Endurance e VZ recebem Launch Control e um modo de condução "one pedal".

Mecanicamente falando temos uma nova versão mais barata com um motor de 140 kW/190 cavalos alimentado por uma bateria de 58 kWh que permite uma autonomia de 435 quilômetros. Não há preços para esta versão, mas deve ser bastante mais barata tendo em conta que as atuais versões Endurance e VZ usam uma bateria de 77 kWh. O Cupra Tavascan recebe ainda tecnologia V2L vehicle‑to‑load via uma adaptador na tomada de carga.

Passar o teste condução após 9 anos e 139 tentativas

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Parte da vida é atingir alguns marcos e tirar a carta de condução é uma dessas caixas a assinalar na vida. Claro que uns têm mais jeito e desembaraço que outros, mas de certa forma respeito tenacidade de alguns que simplesmente não desistem e continuam a tentar - como este polaco que passou o teste teórico ao fim de 9 anos e 139 tentativas.

O centro de exames de Małopolska na cidade polaca de Tarnów anunciou que um homem passou o teste teórico depois 139 tentativas (a primeira em 2017) e 1.800 euros gastos.

Os meus parabéns pela força de vontade e perseverança, mas agora há que passar no teste prático...que aparentemente se falhar obriga a repetir o teórico outra vez. Boa sorte.

Nova Ford Transit City apresentada

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A Ford acaba de apresentar um novo membro da gama Transit - a nova Transit City, que ficará entre a E-Transit Courier e a E-Transit Custom (em dimensão e preço).

É um comercial produzido na china numa plataforma da Jiangling Motors Corporation (JMC) a pensar nos profissionais com um simplicidades que até a Dacia invejaria - superfícies planas, para-choques não pintados, tampões de rodas planos em preto, só terá um nível de equipamento e nenhum opcional.

Em termos de equipamento inclui um conjunto de instrumentos digital, um ecrã táctil de 12,3 polegadas com o sistema multimédia SYNC 4, cruise control ativo, lane-keep assist, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmara de marcha atrás e assento do condutor aquecido. 


As únicas opções são os formatos disponiveis - standard, distancia entre eixos longos com tejadilho elevado e chassis cab. A capacidade de carga varia entre 1.085 e 1.530 quilogramas, e o volume de carga vai até 8,5 metros cúbicos e até 3,070 metros de comprimento.




Mecanicamente falando usa um chassis em escada da JMC com um motor elétrico dianteiro de 110 kW/150 cavalos alimentado por uma bateria LFP de 56 kWh que permite uma autonomia WLTP até 254 quilômetros. O carregamento rápido DC está limitado a 87 kW que permite ir de 10 a 80% em 33 minutos, e com um carregador interno AC 11 kW a carga completa demora cerca de 5 horas numa tomada de 220 volts.

A autonomia parece curta, mas a Ford afirma que a maioria dos utilizadores percorre menos de 110 quilômetros por dia e uma bateria mais pequena permite carregamentos mais rápidos. Toda a construção permite, segundo a Ford, reduzir os custos de manutenção em 40% relativamente a uma equivalente carrinha diesel.

Renault 5 E-Tech atualizado

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Algo que devia lá estar desde o início chega ao Renault 5 - um modo de condução "One Pedal" e manetes atrás do volante para controlar a travagem regenerativa. E como são baseados no mesmo carro os Renault 4 e Nissan Micra recebem a mesma atualização.

Nova Ford Transit City apresentada

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Um novo membro da gama Transit da Ford Portugal - a nova Transit City, que fica entre a E-Transit Courier e a E-Transit custom.


Produção Volkswagen ID.Buzz - vídeo

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A produção do Volkswagen ID.Buzz na fábrica de Hanover.