Novo Hyundai Ioniq 3 apresentado

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Tenho a nítida sensação que o pessoal da Hyundai olhou para o Kia EV2 e disseram - não, não vamos fazer isso. E resolveram fazer uma reinterpretação mais pratica e de 5 portas do Veloster para rivalizar com o Renault 5. Se com o primeiro CLS a Mercedes deu-nos o primeiro coupé de 4 portas, com este Ioniq 3 a Hyundai trouxe-nos talvez o primeiro coupé de 5 portas (a Hyundai prefere Aero Hatch) aqui na versão N-Line. Deve chegar durante o verão.

O design "art of steel" é audaz e com personalidade a puxar o coupé, particularmente como a linha da superfície vidrada lateral progride para trás cria a ilusão de que o tejadilho também desce terminando num aileron traseiro. Atenção que esta é a versão N-Line com um aileron traseiro maior, para-choques específicos, difusor traseiro e aplicações em preto brilhante. A versão "comum" ainda não foi apresentada.






Em termos de tamanho tem 4,16 metros de comprimento (com 2,65 metros entre eixos) e 1,80 metros de largura este Ioniq 3 fica entre os futuros Volkswagen ID.Polo (com 4,05 metros) e o Renault Megane E-Tech (com 4,21 metros).

No interior continua a personalidade do exterior, se bem que tentam fazer a sua versão do i-cockpit da Peugeot com um pequeno ecrã no topo do volante repleto de botões e um ecrã táctil no centro do tablier de 12,9 ou 14,6 polegadas para o sistema multimédia Pleos Connect desenvolvido em cima do Android Automotive com teclas de atalho em baixo para a climatização e assentos aquecidos. Com 4 lugares tem uma bagageira de 440 litros dividido em 2 partes.



Como referi no início este Hyundai Ioniq 3 usa a mesma plataforma e-gmp do Kia EV2 - o que significa um sistema elétrico de 400 volts na versão Standard Range ligar um motor elétrico de 147 cavalos a uma bateria LFP de 42,2 kWh ou na versão Long Range um motor de 136 com uma bateria de NMC de 61 kWh. A versão Standard Range terá uma autonomia de 335 quilômetros e a Long Range 490 quilômetros. É compatível com carga rápida DC até 127 kW e AC até 11 kW (22 kW AC disponível como opção).

Novo Mercedes Classe C elétrico apresentado

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Não querendo ficar na sombra do novo BMW i3 a Mercedes esperou o momento certo para a apresentar a sua resposta: este é o novo Mercedes Classe C elétrico. Que segue o mesmo plano do i3 - a versão a gasolina continuará a ser vendida ao lado deste elétrico...mas esperemos em breve um novo Classe C a combustão com um design semelhante da versão elétrica.

Exteriormente, e mantendo a referencia ao novo BMW i3, este novo Mercedes Classe C é menos audaz, mais clássico e muito mais grelha dianteira. Basicamente uma versão sedan do novo SUV GLC - afinal o SUV chegou primeiro e o classe C adopta a mecânica elétrica.

Dá para ver muito do GLC neste novo Classe C elétrico - notem à frente a grande grelha dianteira que pode ser iluminada, e atrás a grande banda negra que incorpora os farois traseiros com a assinatura luminosa em estrela já conhecida do CLA... e muito Chevrolet Impala!


O perfil de 3 volumes é peculiar, especialmente atrás - traseira muito curta, parece algo entre o EQE e o Classe C sedan.


E se ao ver as primeiras fotos este novo Classe C parece grande, os seus olhos não o enganam: com 4,88 metros de comprimento (2,96 metros entre eixos) é 13 centímetros mais comprido que o atual Classe C e fica a menos de 7 centímetros do atual Classe E. Também tem 1,89 metros de largura sem retrovisores e 1,50 metros de altura.

O interior é dominado pelo enorme (e opcional) ecrã Hyperscreen de 39,1 polegadas com a mais recente versão do sistema multimédia e sim...nada de botões físicos, mas pode criar "botões digitais" no tablier para as funções que quiser. E para a experiencia completa poderá optar pelo tejadilho de vidro panorâmico eletrocromático com 162 estrelas iluminadas incorporadas no vidro.


Falando em aspetos práticos este Classe C elétrico recebe à frente uma mala de 101 litros e 470 litros atrás - o que é mais que os 455 litros do Classe C atual.

Mecanicamente como referi no início, este novo Mercedes Classe C elétrico usa a plataforma MB.EA estreada pelo GLC com um sistema elétrico de 800 volts compatível com carga rápida até 330 kW. De série recebe o conversor necessário para carregadores rápidos de 400 volts.

Para já a Mercedes apresentou apenas a versão 400 4MATIC que conta com uma bateria de 94,5 kWh a alimentar 2 motores elétricos (um por eixo) a debitar um total de 489 cavalos. Para ajudar na autonomia o motor traseiros tem uma caixa automática de 2 velocidades. Tudo somado o Mercedes Classe C Eletric 400 4MATIC é capaz de acelerar de 0 aos 100 km\h em 4 segundos, uma autonomia WLTP media de 760 quilômetros e pode rebocar até 1,8 toneladas. Uma versão com apenas um motor elétrico certamente conseguira atingir os 800 quilômetros.

De série este Classe C elétrico recebe uma suspensão clássica com amortecedores ativos, mas na lista de opcionais poderá encontrar direção às 4 rodas e suspensão pneumática ligada ao GPS para saber em que tipo de estrada circula e ligada à nuvem Car-to-X da Mercedes para saber o que outros modelos sofreram naquela estrada e prepara-se.

Elon inflaciona vendas da Cybertruck

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E pode ser um problema legal. Segundo a Bloomberg no ultimo trimestre de 2025 as empresas de Musk compraram 1.339 das 7.071 Cybertrucks produzidas pela Tesla, com a maior fatia (1.279 unidades) a ir para a SpaceX. E no fim do 1º trimestre de 2026 cairam para quase metade - 3.519 Cybertrucks foram vendidas - uma queda de 45,1% relativamente ao mesmo período de 2025. E porque é que é um problema legal? Ainda bem que pergunta.

Primeiro os acionistas da Tesla não foram informados destas compras, ou seja, que as vendas da Cybertruck foram artificialmente inflacionadas. Segundo Elon Musk controla todas estas empresas mas a Tesla é pública/cotada em bolsa, e empresas publicas são obrigadas a comunicar "vendas entre partes interessantes" para que investidores sejam informados que uma entidade está a subsidiar outra.

E os acionistas vão fazer alguma coisa acerca disso? Não fizeram nada até agora, porquê mudar agora?

[update]Hyundai Ioniq 3 chega dia 20

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Tomem nota - no dia 20 de abril chega o novo Hyundai Ioniq 3.





update 17/04/2026 - novo teaser

[update]Novo Volkswagen ID.3 Neo apresentado

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Lançado em 2019 o ID.3 foi o primeiro 100% elétrico de grande série da Volkswagen teve um arranque difícil e quebrou bastante com a restante gama da marca (seja em design demasiado moderno, tecnologia não fiabilizada, software problemática e nome diferente) mas recuperou bastante especialmente depois do restyle de 2023. Mas para prolongar a vida deste modelo para que alinhe com o lançamento do próximo Golf (para ser o ID.Golf) a Volkswagen fez uma revisão profunda para corrigir os maiores defeitos e também melhorar a mecânica. É isso que é o Volkswagen ID.3 Neo - será que conseguiram? E será capaz de evitar ser canibalizado pelos mais recentes ID.Polo e ID.Cross mais baratos?

Exteriormente apenas mudaram os plásticos: novos para-choques, novos farois à frente e atrás, novas jantes e passaram a pintar todo o carro com a cor da carroçaria.



No interior a grande novidade é o regresso de botões físicos. A organização geral do tablier não muda muito, mas recebe muitos botões. Na porta do condutor temos 4 botões para os vidros elétricos do carro (antes só tinha 2 e um seletor para vidros dianteiros e traseiros), volante, um botão na consola central para o rádio e botões para a climatização.

Recebe um conjunto de instrumentos digital maior de 10 polegadas (antes era 5,3 polegadas) a trabalhar em conjunto com o ecrã táctil de 12,9 polegadas.



Mecanicamente falando recebe um novo motor elétrico APP (Axial Parallel Position) 350 com 350 Nm substituindo o anterior motor APP310 (sim, com 310 Nm de binário - originalidade alemã). Este novo motor é muito mais eficiente permitindo autonomias de 417 a 630 quilômetros dependendo da bateria escolhida (50, 58 ou 79 kWh uteis). A bateria de 50 kWh está associada à variante com 170 cavalos permitindo uma autonomia de 417 quilômetros, a bateria de 58 kWh está associada à variante com 190 cavalos permitindo uma autonomia de 494 quilômetros e no topo a bateria de 79 kWh está associada à variante com 231 cavalos permitindo uma autonomia de 630 quilômetros.

A velocidade máxima de carga DC para as baterias de 50 e 58 kWh desceu para 105 kW (antes era respetivamente 145 e 165 kW) mas que segundo a VW não afeta o tempo de carga de 10 para 80% porque a curva de carga é mais constante. A bateria de 79 kWh também perde alguma velocidade de carga - de 185 para 183 kW.

Estará disponível com 3 níveis de equipamento - Trend, Life e Style. Curiosamente não referência à versão GTX...irá desaparecer ou iremos ter um ID.3 GTI?


update 17/04/2026

Novo Toyota Yaris Cross - restyle

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Lançado entre nós em 2021 e atualizado em 2023 chegou a hora de atualizar o modelo Toyota mais vendido na Europa e o SUv B mais vendido na Europa - o Yaris Cross. E atualizar um best seller é sempre perigoso...

Exteriormente as alterações são poucas e quase todas à frente - recebe um novo para-choques dianteiro, nova grelha dianteira com alvéolos, novos farois, 2 novas cores e jantes de 17 a 18 polegadas. 


A versão GR Sport recebe um para-choques dianteiro e jantes especificas.


No interior temos novas aplicações decorativas e novos tecidos nas versões Trail e GR Sport, e novos equipamentos de série em todas as versões.



Debaixo do capot continuam as duas mecânicas hibridas - a e 116 cavalos disponível nas versões Dynamic, Dynamic+ e Dynamic Business), enquanto a versão 130 cavalos preenche as restantes versões.

A versão GR Sport recebe uma suspensão desportiva e a versão Trail pode receber opcionalmente tração integral graças à instalação de um motor elétrico no eixo traseiro.

[update]Futuro próximo da Nissan

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A Nissan apresentou o seu plano para o futuro próximo intitulado "Mobility Intelligence for Everyday Life". Menos ambicioso, mas com o bom senso necessário para recuperar a marca.

Reduzir a gama global de 56 para 45 modelos descontinuando modelos com vendas baixas
A Nissan vai dividir a sua gama em modelos próprios (80% das vendas totais organizados em 3 categorias: "Heartbeat" para modelos que representam a essência da marca, "Core" para modelos de volume e "Growth" para modelos para explorar novos segmentos/formatos) e modelos "Partner (para modelos de parceiros como o no novo Micra) que representaram 20%.

E como disse a gama global vai passar de 56 para 45 modelos, mas esses modelos que sobram vão ter mais escolhas de motorizações. Menos modelos, mas mais escolha.


Ajudas à condução com inteligência artificial em 90% dos veículos
A Nissan tem estado a desenvolver a sua aplicação de inteligência artificial na condução autônoma (o novo Nissan Elgrand deve estrear essa tecnologia em 2027), nos AIDC ("AI-Defined Vehicles" - veículos desenvolvidos com inteligência artificial em mente) e baterias de fase sólida que devem aparecer em 2028.


Três mercados, uma Nissan
A Nissan desistiu de pensar em competir no mercado global e focar volume de vendas e lucros dos seus três maiores mercados: Japão, China e EUA.
- 1 milhão de unidades vendidas anualmente na China até 2030
- 1 milhão de unidades vendidas anualmente nos EUA até 2030
- meio milhão e meio de unidades vendidas anualmente no Japão até 2030

Pretendem combinar a posição de uma marca japonesa líder no seu mercado nacional com a maior velocidade das marcas chinesas e aplicar essas práticas a todos os seus mercados.


Eletrificar a Europa
Sim, a Europa deixa de ser uma prioridade mas não foi esquecida. Por aqui a Nissan aposta na eletrificação iniciada pelo novo Micra, Qashqai e o agora apresentado Juke 100% elétricos. Mas não ficará por aqui - em breve teremos um elétrico de segmento A baseado no novo Twingo. Também irá continua a oferecer motorizações hibridas apostando na tecnologia e-Power.


Novo Mercedes EQS - restyle

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A Mercedes atualizou a fundo o seu maior elétrico - este é o novo Mercedes EQS em que as maiores e mais importantes modificações foram feitas debaixo do metal: sistema elétrico de 800 volts, direção by wire e a maior autonomia do mercado. Logo o rro certo para aqueles que teimam em usar o ridículo argumento: "só compro um elétrico quando der para ir e voltar do Algarve".

Visualmente o Mercedes EQS atualizado recebe uma nova frente com novos para-choques, nova grelha fechada com estrelas iluminadas e novos farois.


No interior pouca muda...tirando que graças à introdução de direção steer-by-wire com desmultiplicação variável para que nunca tenha que cruzar os braços para virar o volante permitindo o volante tipo manche (yoke). Mas é um opcional - se quiser o volante "normal" com a direção clássica continua disponível.

Tirando isso recebe a mais recente versão do sistema operativo MB.OS com a nova assistente virtual MBUX e novos ecrãs de 13,1 polegadas atrás.

Comecemos pela autonomia WLTP - 925 quilômetros, mais 13% mantendo a mesma bateria inicial que data de 2021 graças ao uso da caixa de 2 velocidades do novo Mercedes GLC (uma para aceleração e outra para autonomia) e um novo motor elétrico traseiro. O sistema elétrico passa a ser de 800 volts que permite mais eficiência e carregamento DC até 350 kW em carregadores de 800 volts ou 175 kW em carregadores de 400 volts.

Estão confirmadas 4 versões para este EQS atualizado: EQS 400, EQS 450+, EQS 500 4Matic e EQS 580 4Matic. O EQS 400 com um motor de 362 cavalos/270 kW alimentado por uma bateria de 112 kW, enquanto as restantes versões usam uma bateria de 122 kWh. O EQS 450+ com o mesmo motor de 362 cavalos/270 kW consegue a autonomia de 925 quilômetros. O EQS 500 4Matic sobre para 469 cavalos/350 kW e EQS 580 4Matic vai ainda mais longe para 577 cavalos/430 kW e 800 Nm de binário.

Novo Nissan Juke apresentado

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Algo inesperado aconteceu durante a noite - a Nissan apresentou o próximo Juke em versão 100% elétrica que deverá chegar aos concessionários na primavera de 2027. E sim, eu também preferia a noticia que o jesus laranja tinha batido a bota mas enfim. Para já apresentado em 100% elétrico, uma novidade para o Juke, a Nissan recusou-se a responder se esta nova geração terá uma variante hibrida.

Pode parecer um concept car como muitos outros que não dá em nada - também disseram isso do Nissan Qazana em 2009, mas este é a nova 3ª geração do Juke. Com a concorrência feroz nos SUVs de segmento B a Nissan resolveu apostar na mesma estratégia da 1ª geração - criar algo diferente, inconformista para sobressair.



Do ponto de vista técnico a Nissan apenas confirmou a versão elétrica baseada na plataforma CMF-B EV usado pelos Renault4/5 e que terá tecnologia V2G (tal como o novo Leaf) que permite alimentar a sua casa...se tiver uma wallbox adequada. Será interessante de ver se a Nissan aposta no Juke 100% elétrico apenas ou também irá incluir uma versão e-power como faz nos Qasqhai e X-Trail.

Assim sendo a gama elétrica da Nissan ganha mais um membro ao lado no novo Leaf, Micra e Ariya. Mas também devemos ter em breve um elétrico do segmento A baseado no novo Twingo.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "a origem do logo Renault atual"

Victor Vasarely (1906–1997), nascido Győző Vásárhelyi em Pécs (Hungria), foi um artista pioneiro e o pai da Op Art, conhecido pelas suas abstrações geométricas que criam ilusões de ótica através do contraste de cores, padrões e linhas. Após estudar na Academia Podolini-Volkmann de Budapeste mudou-se para Paris em 1930, onde trabalhou como designer gráfico antes de se dedicar completamente à abstração pura na década de 1940. Obras icônicas, como a série "Vega", exploram a percepção e o movimento, influenciando a Arte Cinética e rendendo-lhe aclamação nas exposições da Documenta nas décadas de 1950 e 1960.


Em 1972, a Renault encomendou a Vasarely a reformulação de seu logotipo em forma de losango que remontava a 1925. Este projeto era urgente após um protótipo de 1971 ter plagiado o design do logo de um seu fornecedor. O emblema resultante, um elegante losango tridimensional formado por paralelogramos brancos e pretos entrelaçados, evocava velocidade, dinamismo e modernidade através da profundidade ilusória da Op Art. Foi estreado pelo Renault 5 original, simbolizou a era visionária da marca, permanecendo em uso até 1992 e inspirando iterações subsequentes, incluindo a versão atual. Essa fusão de arte e indústria reforçou a crença de Vasarely de uma estética acessível e funcional.
Crédito à #logodecks

Elétrico ultrapassa gasolina na Alemanha

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É um marco para o maior mercado automóvel da Europa - pela primeira vez na Alemanha as vendas de automóveis elétricos ultrapassaram as dos automóveis a gasolina.

Em 2025 as vendas dos elétricos na Alemanha arrefeceram, mas começaram a recuperar em 2026 com os elevados custos dos combustíveis e retoma das ajudas estatais - em março 2026 foram registados 70.663 automóveis elétricos (mais 66,2% que no mesmo mês em 2025) representando 24% do mercado, ultrapassando as vendas dos automóveis a gasolina (22,8% do mercado) e a diesel (12,8% do mercado). Os híbridos dominam o mercado com 40% das vendas (nestes os PHEVs representam 10,2%).

No total do 1º trimestre foram vendidos 159.630 automóveis elétricos, mais 41,3% que no mesmo período de 2025.

Volkswagen: 5 pontos para o futuro

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O CEO da Volkswagen Thomas Schäfer apresentou o plano "True Volkswagen" para recuperar a Volkswagen, e pode ser simplificado em 5 pontos.

- Focar nas pessoas não tecnologia
Citando Schäfer - antes de desenvolver um automóvel devemos perguntar quem é que vai conduzir este automóvel" Não desenvolver e enfiar tecnologias apenas pela tecnologia mas focar a realidade para que acelerar o desenvolvimento e satisfação do cliente.


- Andy Mindt à frente do design
Pode não conhecer o nome, mas é o responsável pelo design dos mais recentes (futuros porque ainda não foram completamente apresentados) ID.Polo e ID.Cross e o concept ID.Every1. Schäfer é um grande fã do trabalho de Mindt e confia na sua visão para o que Volkswagens "devem ser e parecer".


- Não repetir o Golf Mk8
O Golf é um produto chave na gama da Volkswagen mas a 8ª geração chegou com os mesmos problemas de qualidade do interior do ID.3 desapontado clientes regulares. A nona geração deve chegar lá para 2028 e Schäfer assegura que será especial.


- Redirecionar partilha entre plataformas
O grupo Volkswagen foi o pioneiro da partilha de componentes e plataformas entre as varias marcas e modelos das suas marcas, e segundo o plano True Volkswagen o objetivo é trazer tecnologia dos segmentos superiores e torna-las acessíveis aos segmentos mais baixos.


- Botões e nomes como deve ser
Para uma marca que sempre usou nomes para identificar os seus modelos (Phaeton, Golf, Polo, Scirocco, Passat, etc) as designações ID para os elétricos sempre foram frias e clinicas. Que em conjunto com os problemas de qualidade de interiores destes modelos desapontou os clientes da marca.

Schäfer já tomou medidas para corrigir estes problemas na gama elétrica. O ID.3 vai receber uma atualização profunda que será apresentada para a semana, depois teremos os ID.Polo e ID.Polo GTI antes do ID.4 receber também uma atualização profunda. O ID.3 deverá ser rebatizado ID.3 Neo, mas o ID.4 quando atualizado deverá passar a ser o ID.Tiguan. Relativamente à qualidade dos interiores, as poucas imagens publicadas do ID.Polo parecem indicar uma melhor qualidade, uma versão moderna de estilos intemporais e acima de tudo o regresso de botões físicos para certas funções.

FSD homologado na Holanda

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Enfim o FSD foi homologado para uso na Holanda. Sim, enfim o FSD poderá ser usado na Europa...para já na Holanda.

A RDW ira submeter o pedido à comissão europeia para autenticação e uso dentro de toda a União Europeia para depois seguir a votos nos países europeus. Se conseguir uma maioria de apoio dos países o FSD passará a estar disponível em toda a Europa, caso contrario cada pais terá/poderá passar autorizações individuais/homologações nacionais. Se tudo correr bem até ao fim do verão o FSD estará disponível em todo a Europa.

Dois detalhes interessantes na mensagem da RDW a comunicar a homologação: Primeiro que devido às maiores exigências legais europeias o FSD europeu não é comparável ao americano. O que significa que FSD de viaturas importadas de fora da Europa provavelmente não via funcionar na Europa. Segundo foi indicarem com todas as letras que "o FSD não é um sistema de condução autônoma, é uma ajuda à condução", ou seja não se ponham com ideias de dormir ao volante por exemplo.

E porque é que demorou tanto tempo a ter o FSD na Europa? É que durante anos Elon Musk recusou-se a cumprir as exigências legais europeias preferindo enxovalhar a União Europeia. Curiosamente não funcionou e com o FSD a ser uma pedra basilar do futuro da Tesla Musk lá fez as alterações necessárias e submeteu-se ao processo de 18 meses de validação.

Parabéns aos proprietários da Tesla que pagaram pelo opcional - em breve enfim vão poder dar-lhe uso.

Novo Porsche 911 a caminho

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Parece que amanhã vamos conhecer um novo Novo Porsche 911 - marquem as vossas agendas!