[update]Novo Polestar 5 apresentado

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Após muito teasing a Polestar apresentou enfim o novo Polestar 5 no salão automóvel de Munique - um GT de 4 portas 100% elétrico que promete ser uma dor de cabeça aos primos Porsche Taycan e Audi e-Tron GT, e ao caduco Tesla Model S.
Trata-se da versão da série do concept Precept com um design bastante familiar ao resto da gama. Mantem para-brisas longo que não parece acabar, os farois tipo sticks de hóquei Pixel LED, os vidros laterais sem moldura, pegas de portas ocultas e jantes de 20 a 22 polegadas.





Atrás mantem-se o mantra de simplicidade - nada de aileron ou asa vistosa, como no Polestar 4 este 5 também não tem um vidro traseiro mas no pilar C temos um indicador do nível de bateria durante a carga.

No interior dá para ver muitos detalhes tirados dos Polestar 3 e 4. É um design simples mas cheio de pequenos detalhes interessantes, pratico com 4 lugares assinados pela Recaro que são aquecidos, ventilados e massajantes.



Recebe um conjunto de instrumentos digital de 9 polegadas completado por um head-up display de 9,5 polegadas e um ecrã de 14,5 polegadas alimentado por uma versão especifica à Polestar do Android Automotive. De série recebe um sistema audio de 10 colunas que opcional podem passar para 21 colunas da Bowers and Wilkins. Tem uma mala de 365 litros atrás e outra de 62 litros à frente.

Este Polestar 5 usa a nova plataforma Polestar Performance Architecture, que também será usada no descapotável 6, que usa alumínio colado para uma rigidez torcional digna de um supercarro. No lançamento estará disponível em 2 versões ambas com a mesma bateria de 112 kWh num sistema elétrico de 800 volts: Dual Motor com uma autonomia de 670 quilometro e Performance com uma autonomia de 565 quilômetros.

A versão Dual Motor debita um total de 550 kW/748 cavalos e 812 Nm de binário, mais que suficiente para acelerar dos 0 aos 100 km/h em 3,9 segundos e atingir uma velocidade máxima de 250 km/h. Já a versão Performance puxa a potência para 650 kW/884 cavalos e 1.015 Nm de binário que reduz o tempo de aceleração dos 0 aos 100 km/h para 3,2 segundos. Além da potencia extra versão Performance recebe amortecedores ainda MagneRide semi-activos e configurações de chassis especificas. O sistema elétrico é compatível com carga DC até 350 kW que permite ir de 10 a 80% da carga em apenas 22 minutos.

update 04/03/2026

Michele Mouton - documentários

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Deixo abaixo 2 documentários sobre a carreira da minha primeira paixoneta - a francesa Michele Mouton. Vale a pena ver.


Michele Mouton: The Greatest Female Driver in History


Queen Of Speed: Michele Mouton (2021)

Eu tenho 2 amores...ok, 3!

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Todos temos os nossos "paixonetas" e hoje queria confessar três que eu tenho há muito tempo. E não há problema, a mina esposa prefere os Backstreet Boys...todos eles.


Quando me apaixonei pela Marisa Tomei

O riso contagiante de Sabine Schmitz


Mas a primeira foi sem dúvida Michele Mouton

[update]MazdaDiscovers - vídeo

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A Mazda iniciou uma webseries no YouTube chamada "#MazdaDiscovers" em que viajam pela Europa para ver artesões modernos - primeira paragem foi em Lisboa! Como é habitual irei atualizando este post sempre que sair um novo episódio.


Episódio 1 - de Madrid a Lisboa para ver as pranchas de surf em madeira da Yoni surfboards.


Episódio 2 - de Colónia a Roma para conhecer Nonna Nerina e o fabrico tradicional de Pasta.


Episódio 3 - de Londres a Paris para conhecer Nicolas Pinon, um dos artistas europeus mais conhecidos da Kintsugi: a arte japonesa de reparar uma cerâmica quebrada com laca espanada ou misturada com pó de ouro, prata ou platina.


Episódio 4 - de Versailles a Zurich para conhecer Eric Blumde, um famoso chapeleiro/fabricante de chapéus.


Episódio 5 - de Gotemburgo a Copenhaga para conhecer Pernille Snedker Hansen, uma artista de Marbeling - uma técnica de pintura sobre uma superfície molhada.


Episódio 6 - Ben Jaworskyj visita o Japão, Tóquio para ser exato, para visitar a oficina de Hirata onde marido e esposa fabricam facas usando as técnicas tradicionais japonesas para criar laminas sem rival.


Episódio 7 - Joe Allam explora o mundo do Kaiseki, a versão japonesa do "fine dining".


Episódio 8 - Ellis van Jason viaja de Zurique a Berlim para conhecer o mestre fermentador Markus, criando novos produtos pela arte da fermentação.


2ª época

Episódio 1 - neste 1º episódio da 2ª série do Mazda Discovers Denis Barbas conduz até Praga num Mazda CX-60 para conhecer Oliver Braun, um prodígio na arte do gesso e reboco.


Episódio 2 - no 2º episódio do Mazda Discovers o italiano Oliver Astrologo viaja para a aldeia espanhola de Grazalema para conhecer José Luis Bazán e o seu filho Ben. Ambos artesões/escultores de couro que criam verdadeiras obras de arte que já surgiram em publicações como a Vogue.


Episódio 3 - neste 3º episódio Kay Van Huisseling viaja de Amesterdão a Berkshire no Reino Unido para conhecer Richard que fabrica barcos e canoas de madeira de forma manual usando tecnicas clássicas.


Episódio 4 - de Inglaterra e canoas artesanais para a Austria e o fabrico de skis pelos artesões Michael Freymann e Peter Pfeifer.


Episódio 5 - Viajar de Vienna a Frankfurt ao volante do Mazda CX-60 para conhecer o fabricante de relógios alemão Sinn que faz da medição do tempo uma arte.


Episódio 6 - neste episódio James Matthews aventura-se pelos Alpes ao volante do Mazda 2 para conhecer o artista polaco Jan Bajtlik.


Episódio 7 - neste episódio Eric atravessa Marrocos num Mazda CX-60 para conhecer Jamal e a arte dos ladrilhos marroquinos tradicionais na cidade azul de Chefchaouen.



Série 3
Episódio 1 - neste episódio James Matthews viaja ao volante de um Mazda CX-60 à cidade de Veneza para conhecer Leonardo (tinha que ser um Leonardo…) para aprender sobre o fabrico tradicional de globos.


Episódio 2 - neste segundo episódio Erik Hedenfalk leva o Mazda MX-30 R-EV até Albufeira (Portugal) para conhecer a artista têxtil Vanessa Barragão, que cia tapetes e tapecçarias inspiradas na vida aquática.


Episódio 3 - neste episódio James leva o Mazda CX-80 até Diedesheim (Alemanha) para conhecer Jens Ritter, que constroi guitarras elétricas para estrelas e colecionadores. Ele construiu a sua primeira guitarra aos 8 anos usando um pedaço de madeira e uma lata de biscoitos...


Episódio 4 - neste episódio Erik Hedenfalk visita o escultor grego Tom von Kaene em Naxos que ainda segue as palavras de Michelangelo: "Eu vi um anjo no marmore e trabalhei-o até o libertar"


Episódio 5 - Neste episódio viajamos para o estúdio da Mazda Europe em Frankfurt para conhecer o diretor de design Jo Stenuit e o novo Mazda6e.



Série 4
Episódio 1 – no primeiro episódio da 4ª série do Mazda Discovers James conduz o novo Mazda 6e 100% elétrico até Estocolmo para conhecer o mestre do vidro Martin Ehrensvärd.


Episódio 2 - neste episódio Jacob viaja num Mazda CX-80 para Florença para explorar a arte italiana do artesanato de terracotta.


Episódio 3 - neste episódio Luke Jackson Clark viaja num Mazda3 pelo pais usado como inspiração visual para o inferno (aka Islândia) para conhecer Asthildur Magnusdaughtir que tece belas peças da famosa lã islandesa.


Episódio 4 - neste episódio Erik Hedenfalk atravessa a França num Mazda CX-30 para conhecer Eloïse Baro que fabrica e restaura mosaicos em monumentos como a Basilica Notre-Dame de la Daurade em Toulouse.

Vendas Tesla Fevereiro 2026 - evolução

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Mais um mês que termina, mais uma vista de olhos às vendas europeias da Tesla para ver se a marca americana consegue inverter a queda continua dos dois últimos anos. Assim que mais mercados comunicarem dados irei atualizando este post.

Mercados em queda: 
Dinamarca: vendas caíram 18%;
Itália: vendas caíram 7%;


Mercados em crescimento:
França: vendas cresceram 55%;
Noruega: vendas cresceram 32%;
Espanha: vendas cresceram 74%;
Bélgica: vendas cresceram 14%;
Portugal: vendas cresceram 112,1%;

Skoda expande produção de baterias

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A Škoda investiu 205 milhões de euros para expandir a produção de baterias na fábrica de Mladá Boleslav, tornando-se no maior produtor de baterias para os BEV no grupo Volkswagen.


Gerações BMW Série 3 - vídeo

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Um vídeo para os fãs do BMW Série 3 - estamos claramente em contagem decrescente para o próximo BMW Portugal Série 3 e i3.


Diretor do Cybercab deixa a Tesla

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Poucos dias depois da primeira unidade do Cybercab sair da linha de produção e supostamente a um mês do inicio da comercialização (abril 2026 segundo Elon Musk) o diretor do programa Cybercab Victor Nechita deixou a Tesla.

[update]"Automóveis com longas vidas"

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O artigo "Automóveis com longas vidas" dedicado aqueles automóveis que tiveram (com mínimas alterações) uma carreira extremamente longa (alguns ainda em produção algures no mundo) está um pouco comprido e esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta seguir o link para o artigo completo. Desta vez, acrescentamos o primeiro Seat Ibiza .

"O mau, o feio e o estranho do mundo automóvel" atualizado

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Infelizmente o artigo "O mau, o feio e o estranho do mundo automóvel" está tão comprido que esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta seguir o link para o artigo completo - desta vez acrescentei os sinalizadores de mão mecânico dos anos 20..

Polestar 6 - outro Tesla Roadster2?

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Apresentado em 2022 como o Polestar O2 concept e mais tarde ao publico como o Polestar 6 LA Concept a marca sueca rapidamente esgotou as 500 unidades que planeava produzir e começar a entregar em 2026. Infelizmente para os felizardos que reservaram um em 2022 (com o obrigatório depósito de 25.000 dólares) afinal vão ter que esperar até 2029 para receber os seus veículos. Deja vu?
Quem o disse foi o CEO da Polestar Michael Loscheller à Auto Express - os suecos estão a priorizar os modelos mais lucrativos com a atualização do 2 e o desenvolvimento do 7, e apesar do 6 Roadster ainda estar nos planos - os planos mudaram para 2029: 7 anos de espera. Para referência para o Tesla Roadster 2 era exigido um depósito de 50.000 dólares e está atrasado 8 anos.

Carga ultrarrápida afeta bateria...mais ou menos

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Com tempo têm sido publicados mais estudos sobre a durabilidade das baterias usadas em automóveis elétricos e este mais recente da Geotab sobre se o uso de cargas rápidas degrada prematuramente as baterias de tração tem um twist: segundo este estudo o uso regular da carga ultrarrápida (igual ou superior a 100 kW) duplica a velocidade da degradação da bateria.

Dito isto parece mau, mas há contexto: a perda de capacidade passa de 1,5% para 3%. Sim duplica...mas continua a ser um valor muito baixo. Isto significa que usando regularmente a carga ultrarrápida após 8 anos a bateria do automóvel ainda terá quase 79% da capacidade inicial. Mesmo assim não abuse deste tipo de cargas.

Para este estudo a Geotab avaliou 21 modelos diferentes num total de 22.700 automóveis e uma coisa é clara - as baterias modernas têm-se aguentado melhor que o esperado: em 2024 a taxa média de degradação observada era de 1,8% por ano passando para 2,3% por ano em 2025. Este aumento não se deve a problemas de qualidade da bateria, mas a uma mudança na utilização com cada vez mais uso do carregamento rápido de corrente contínua (DC). A perda de capacidade é gradual e natural, com a taxa de degradação a depender muito das condições de uso. Mas observou uma constante: os veículos que recorrem massivamente ao carregamento DC a cima dos 100 kW vêm a capacidade das baterias cair mais depressa.

Veículos que utilizam carregamento rápido (acima dos 100 kW) em menos de 12% das cargas totais apresentam uma degradação média anual de 1,5%. Acima de 12% das cargas em DC rápida a degradação sobe para quase 2,5% ao ano. Nos casos mais extremos a perda pode chegar a 3,0% por ano, quase o dobro da de um veículo carregado principalmente em corrente alternada (AC) ou contínua (DC) de baixa potência.

Porque este salto nos 100 kW? A partir deste valor a recarga é eletroquimicamente mais agressiva favorecendo o "lithium plating" que reduz a capacidade útil da bateria. Este fenômeno afeta ambas as baterias LFP (Lítio-Ferro-Fosfato) e NMC (Níquel, Manganês e Cobalto), mas as LFP resistem melhor a este stress.


Outras conclusões e fatores
- Temperatura: a potência não é o único parâmetro decisivo, a temperatura também afeta a longevidade. Em zonas onde a temperatura média ultrapassa os 25°C a degradação da bateria aumenta cerca de 0,4% ao ano relativamente a zonas de clima temperado. Por outro lado, carregamento rápido em temperaturas abaixo de zero pode causar danos estruturais permanentes sendo critico o uso de sistemas de pré-condicionamento térmico.

- Tipo de veiculo: o tipo de veículo também é importante. Os veículos comerciais ligeiros, carrinhas e veículos multiuso que são submetidos a ciclos intensivos e recargas maiores apresentam uma degradação média anual de 2,7%. Os automóveis particulares ligeiros apresentam um valor aproximadamente de 2%.

- Frequência de uso: os veículos usados mais frequentemente apresentam uma taxa de degradação aproximadamente 0,8% mais rápida que os menos frequentemente utilizados. A diferença é mínima.

- Quebra um mito: carregar a bateria ocasionalmente até 100% não causa problemas. Utilizar uma ampla faixa de carregamento não tem um impacto significativo, a menos que o veículo permaneça por longos períodos com carga abaixo de 20% ou acima dos 80%. É a repetição dos extremos que acelera o envelhecimento.


Em conclusão e resumindo, segundo este estudo após 8 anos uma bateria mantém em média 81,6% da capacidade inicial, 78% para os que mais usam as carga ultrrapidas. Acima dos 70% a 75% SOH das garantias dos construtores.

Badge engineering - atualização

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Infelizmente o artigo "Badge engineering" está tão comprido que esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta clicar no link para o artigo completo dedicado aos múltiplos casos em que uma marca trocam apenas o logo e o nome num produto pré-existente de outra marca. Desta vez acrescentei o primeiro SEAT Ibiza.

Novo Audi RS5 apresentado

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A Audi acabou de apresentar o seu novo RS5 que vem substituir os anteriores RS 4 e RS 5 mas sem variante coupé. E a Audi Sport definitivamente atirou com tudo o que tinha à mão e ais ainda - ainda mais potência cortesia da sua primeira motorização desportiva hibrida plug-in acima de 600 cavalos e um visual a condizer! Continua disponível em liftback e carrinha Avant para as famílias eternamente atrasadas.


Exteriormente recorda-me daquela música dos Roxette - "She's got the look". É agressivo e bruto, e provavelmente o ultimo Audi assimtendo em conta o que o Concept C anuncia para o futuro design da marca. Relativamente ao modelo base tirando o tejadilho, mala e capot quase todos os outros painéis exteriores são diferentes - modificados ou específicos para o RS.


À frente temos uma grelha maior ladeada com entradas de ar, luzes diurnas recebem padrão em bandeiras de xadrez que podem ser complementadas por elementos com em fibra de carbono, para-lamas foram alargados e as vias dianteiras e traseiras alardas em 40 milímetros para receber as jantes de 20 ou 21 polegadas. Relativamente ao A5 "normal" é 4,5 centímetros mais largo de cada lado para um total de 1,95 metros sem os retrovisores.



Atrás recebe um aileron de 2 peças, um difusor traseiro inspirado no Porsche 911 type 992 e 2 grandes saídas de escape ovais capazes de cuspir os gatos engolidos pela grelha! 

O interior mantem bastante do A5 "normal" com a possibilidade de ter 3 ecrãs no tablier, mas recebe assentos desportivos ventilados e massagem, acabamentos em fibra de carbono e microfibra Dinamica por todo o interior e o volante recebe comandos rotativos para "boost" e seleção do modo de condução incluindo dois modos de condução específicos para aproveitar o diferencial RS Torque Control: "RS Sport" para maximizar a aderência e "RS Torque Rear" quando lhe apetecer divertir-se um pouco e deixar a traseira sair um pouco. Ambos modos mantêm a bateria constantemente a 90% para assegurar potência máxima está sempre disponível.

Os assentos traseiros parecem ser práticos para adultos mas a mala é de apenas 361 litros devido à bateria de 25,9 kWh (22 kWh uteis) no fundo.

Debaixo do capot temos o V6 biturbo de 2.9 litros do anterior RS 4 passa a de 450 para 510 cavalos graças à nova geometria de turbos, novos intercoolers, novo ciclo de combustão e mais - segundo a Audi 60% do motor foi modificado. É ajudado por um motor elétrico de 177 cavalos alimentado pela acima mencionada bateria de 22 kWh que permite uma autonomia elétrica de 80 quilómetros. Tudo somado e temos 639 cavalos e 825 Nm de binário (mais que o V10 no ultimo Audi R8) debitados nas 4 rodas via uma caixa automática de 8 velocidades e sistema quattro com um diferencial central Torsen capaz de distribuir a potência entre o eixo dianteiro e traseiro conforme as necessidades (varia entre 70/30 a 15/85 frente/trás).

Infelizmente o sistema hibrido plug-in levou a um aumento de peso - 2.355 kg no sedan/liftback e 2.370 kg em carrinha (quase mais 500kg que o RS4 B9). Para lidar com o peso o RS5 recebe um diferencial eletrônico RS Torque Control que inclui um pequeno motor elétrico capaz de debitar até 40 Nm de binário numa fração de segundo (para ser exato 5 milissegundos para o calculador tomar a decisão e 15 milissegundos para aplicar). Parece pouco mas graças à desmultiplicação cada roda pode receber até 2 000 Nm, que permite torque vectoring e melhor tração, estabilidade de travagem e aceleração quase instantânea.
 
Recebe uma suspensão pilotada com amortecedores de câmara dupla, o chassis é 10% mais rígido e suspensões revistas com nova geometria: novos braços de suspensões e silentblocs à frente e uma suspensão traseira especifica para receber o diferencial.

Tudo isto sonado e o novo Audi RS 5 é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 3,6 segundos e atingir 285 km/h...opcionalmente. Para travar o RS 5 recebe discos de travão de aço de 420 mm à frente e 400 mm atrás. Opcionalmente os discos podem ser de carbo-ceramica de 440 mm à frente e 410 mm atrás que são 30 kg mais leves.

Tesla perde recurso

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Escrevi recentemente sobre como a Tesla foi considerada parcialmente responsável e condenada a pagar 210 milhões de euros por um acidente devido ao seu sistema Autopilot não funcionar conforme anunciado. Como seria de esperar os advogados da Tesla recorreram da decisão para o tribunal federal...e perderam

Volto a recordar que os advogados das vitimas propôs um acordo de 60 milhões para encerrar o caso e os advogados da Tesla recusaram. Agora parece que vão ter que pagar muito mais e criam um sério precedente que certamente irá resultar em muitos mais processos legais semelhantes: é o primeiro veredito de um juiz federal relativamente a um acidente fatal envolvendo o Autopilot.

Tesla corta preços na Cybertruck

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Depois dos modelos Standard mais baratos dos Model 3 e Y, e descontinuar dos Model S e X, a Tesla reduz os preços na Cybertruck.
O modelo de topo Cyberbeast desce de 114.990 para 99.990 dólares e a versão dual-motor desce para 59.990 dólares...porque retiraram o "Luxe Package" que incluía o Supervised Full Self-Driving e carregamentos grátis na rede Supercharger.

Ford Kuga agora com Blue Cruise

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O Ford Kuga recebeu algumas novas tecnologias, incluindo o Blue Cruise que ajuda na condução semiautônoma na autoestrada.
O Blue Cruise, agora na versão 1.5, é um sistema de condução autônoma que nas "blue zones" (vias rápidas) que inclui controlo ativo das distancias, manutenção de faixa, gestão de tráfego e até mudança de faixa automática. Tudo com controlo ativo do estado do condutor. Está disponível em todas as motorizações com caixa automática como no "Driver assistance pack", opcional nos Titanium e ST-Line mas de série nos ST-Line X e Active X.

A atualização inclui ainda um novo sistema multimédia e novo sistema audio BeO.