[update]"Automóveis com longas vidas"

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O artigo "Automóveis com longas vidas" dedicado aqueles automóveis que tiveram (com mínimas alterações) uma carreira extremamente longa (alguns ainda em produção algures no mundo) está um pouco comprido e esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta seguir o link para o artigo completo. Desta vez, acrescentamos o primeiro Dacia Logan. .

Novo Dacia Spring apresentado

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A Dacia anunciou recentemente que iria lançar 4 modelos elétricos até 2030 e este é o primeiro desses quatro - é o novo Dacia Spring, baseado no novo Renault Twingo e fabricado em França. Mas em breve teremos o Nissan Wave na mesma base. Em Portugal o novo Dacia Spring Expression arranca nos 17.900 euros, enquanto o Spring Journey arranca nos 19.400 euros.

É um modelo completamente novo baseado na plataforma RGEV Small estreado pelo novo Twingo do qual parece apenas aproveitar o vidro traseiro - tudo o resto é novo. Em termos de design exterior este novo Spring é o oposto do Tingo em que se baseia - sóbrio e quadradão, usa para-choques com rebordos em plástico preto espesso, nova assinatura luminosa, faixas em preto a unir os farois dianteiros e traseiros.



É também bastante maior que a 1ª atual geração que sejamos sinceros parece uma caixa de fósforos - 3,85 metros de comprimento (mais 15 centímetros) e 1,74 metros de largura (mais 16 centímetros). A versão base Expression recebe jantes de 15 polegadas e a versão Journey recebe jantes 16 polegadas - ambas de aço com tampões. Poderá ter o novo Spring em quatro cores: verde agave, cinzento xisto, preto diamante e branco glaciar.




No interior dá para reconhecer algumas ligações ao Twingo como o tablier horizontal, a colocação dos comandos de climatização e o ecrã central táctil de 10,1 polegadas de série no modelo caro. De série recebe um conjunto de instrumentos digital de 7 polegadas, travão de mão elétrico, ar condiciona manual, espelhos retrovisores e vidros dianteiros elétricos.

Atrás recebe 2 assentos de base fixa (no Twingo eles deslizam 17 centímetros) rebatíveis em 2 partes. Tem uma bagageira de 337 litros com 2 níveis e uma opcional "frunk".



Em termos de equipamento o Dacia Spring Expression recebe fecho central com comando à distancia, farois automáticos, sensores de estacionamento traseiros e o sistema multimédia Media Control. Acima do Expression fica o Spring Journey que adiciona acesso mãos livres, câmara de marcha atrás, interior misto TEP e plástico, e sistema multimédia Media Nav Live com ecrã tactil de 10,1 polegadas com navegação GPS e serviços conectados.

Mecanicamente falando o novo Dacia Spring usa um motor de 60kW\80 cavalos e 175 Nm alimentado por uma bateria LFP de 27,5 kWh que permite uma autonomia WLTP de 250 quilômetros. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 12,1 segundos e atinge uma velocidade máxima limitada de 130 km/h.

De série inclui um carregador interno de 6,6 kW, mas se for para o opcional Pack Charge passa a aceitar carga AC até 11 kW e DC até 50 kW.

Automóvel europeu do ano 2027

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Chegou aquela altura do ano - já saiu a lista dos 39 candidatos à edição 2027 do European Car of the Year aka Automovel europeu do ano para suceder ao Mercedes CLA.

Segue-se um longo processo de seleção por jornalistas de 25 países com os finalistas a serem anunciados a 30 de outubro. O vencedor será anunciado a 8 de janeiro de 2027 no salão automóvel de Bruxelas. Aceitam-se apostas...

Lista de candidatos:
  • BMW iX3
  • BYD Dolphin G
  • Changan Deepal S05
  • Cupra Raval
  • Denza Z9GT
  • Denza D9
  • DS No.7
  • GAC Aion UT
  • Honda Prelude
  • Hyundai Ioniq 3
  • Kia EV2
  • Kia EV5
  • Kia K4
  • Leapmotor B05
  • Lexus ES
  • Lucid Gravity
  • Mazda CX-5
  • Mazda CX-6e
  • Mercedes Classe C
  • Mercedes GLB
  • Mercedes GLC
  • Mercedes VLE
  • MG MG4 Urban
  • MG MGS6
  • Polestar 5
  • Porsche Cayenne
  • Renault Clio
  • Renault Twingo
  • Skoda Epiq
  • Skoda Peaq
  • Toyota RAV4
  • VW ID.Cross
  • VW ID.Polo
  • VW T-Roc
  • Volvo EX60
  • Xpeng L03
  • Xpeng P7+
  • Xpeng X9
  • Zeekr 7GT

Novo Audi A2 e-tron apresentado

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O Audi A2 está de volta para um segunda tentativa - este é o A2 e-tron, o 100% elétrico mais pequeno, mais eficiente e mais barato da Audi. Irá preencher o vaizo deixado pelo descontinuar ao A1 e Q2 aproveitando a plaforma MEB já usada nos Volkswagen ID.3 Neo e Cupra Born.

Mas em termos de tamanho é mais um A3 elétrico - o Audi A2 e-tron tem 4,32 metros de comprimento (menos 3 centímetros que o A3) com 2,77 metros entre rodas, 1,79 metros de largura e 1,55 metros de altura.



Em 2026 não há muitas chances para dizer a palavra monovolume mas é definitivamente uma MONOVOLUME! O perfil, especialmente da secção traseira com aquele vidro dividido em 2 partes por um aileron definitivamente faz-nos recordar o A2 original. Estará disponível com jantes de 18 a 20 polegadas, mas segundo a Audi as mais eficientes são as de 19 polegadas.

Tal como no A2 original os engenheiros da Audi trabalharam a fundo para espremer o máximo da aerodinâmica deste A2 e-tron e conseguiram um Cx de 0,24 graças ao fundo plano, espelhos retrovisores específicos, deflectores aerodinâmicos, grelha dianteira e pegas de portas aerodinâmicas tipo as usadas nos novo BMW X5.


Ao ler o pacote mediático notei um pormenor interessante - as pegas das portas exteriores são elétricas alimentadas pelo sistema elétrico de 12 volts, mas para o caso de um acidente destruir este sistema cada porta tem a sua própria bateria para permitir a abertura.

O interior é função e versatilidade. Temos um tablier elegante com o mesmo sistema virtual cockpit com o conjunto de instrumentos digital e sistema multimédia lado-a-lado já conhecido de outros modelos no topo. Mais abaixo temos as placas magnéticas de carregamento de smartphones sem fios e um pequeno painel de controlo táctil.



O volante ainda tem superfícies tácteis mas passaram a incluir botões rotativos, e recebe o mesmo seletor massivo de caixa de velocidades do Audi Q3. O tejadilho de vidro que permitiria mais luz no interior é opcional.



O novo Audi A2 e-tron estará disponível apenas com tração traseira de 4 níveis de potência, com 3 capacidades bateria de 2 químicas capazes de carregar dos 10 a 80% em menos de 30 minutos.

Com baterias de LFP a gama começa com o motor de 170 cavalos e 350 Nm de binário alimentado por uma bateria de 51 kWh uteis que permite uma autonomia WLTP de 423 quilômetros compatível com carga DC até 100 kW. A versão com o motor de 190 cavalos e 350 Nm de binário alimentado por uma bateria de 59 kWh uteis que permite uma autonomia WLTP de 501 quilômetros compatível com carga DC até 105 kW. Este ultimo é o modelo mais eficiente com um consumo de 8,26 quilômetros por kW.

Passando à bateria NMC de 79 kWh uteis compatível com carga DC até 183 kW a versão de 231 cavalos e 350 Nm de binário uteis permite uma autonomia WLTP de 649 quilômetros. E no topo da gama está a versão de 326 cavalos e 545 Nm de binário que permite uma autonomia WLTP de 630 quilômetros.

Poderá ainda escolher 3 configurações de chassis - 2 suspensões passivas (uma para conforto e outra desportiva) e uma suspensão pilotadas para a versão mais potente. O A2 e-tron estará ainda disponível com tecnologia Vehicle-to-load e Vehicle-to-grid.

Tesla Cybercab sob investigação... já?!

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Deve ser um recorde - apresentado em 2024 e demonstrado ontem a um grupo seleto de lambe-botas de Musk o Tesla Cybercab já está a ser investigado pelo NHTSA por problemas de segurança.

O problema é que ao contrario da Europa em que a Tesla tem que provar com dados concretos a autoridades reguladoras nacionais que os seus sistemas são seguros, nos EUA foi a própria Tesla a certificar o seu próprio produto e declará-lo pronto para a estrada.

Segundo a NHTSA a Tesla decidiu por si sem contactar as autoridades, que secções da legislação federal de segurança de veículos motorizados é aplicável a automóveis autônomos.

Devem ter notado nos vários vídeos publicados que as portas são de abertura elétrica via um botão e sem qualquer pega interior ou exterior. Tendo em conta os recentes acidentes em que pessoas morreram incineradas dentro de Teslas ao ficarem fechadas dentro dos carros porque os fechos elétricos pifaram alguém mudaria esse detalhe no Cybercab.

Claro que sabemos o que vai acontecer a seguir - Musk vai mandar um tweet a insultar a NHTSA e depois vai dar mais alguns milhões ao jesus laranja que vai ordenar o encerramento da investigação para que Musk ganha mais dinheiro porque coitadinho ainda não tem que chegue.

Lançamento Cybercab em breve

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Enquanto continuamos à espera do Tesla Roadster 2 segundo a Reuters a Tesla organizou para a quinta-feira um evento de lançamento do Cybercab em Austin "Cybercab Launch Event".


SEAT acaba em 2029

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Adeus SEAT, foi bom enquanto durou. Segundo o jornal WirtschaftsWoche que obteve uma copia do plano de reestruturação do Grupo Volkswagen a marca SEAT ira ser ser abandonada o mais tardar no fim de 2029, mas será assegurada o apoio aos clientes e cumprimento das obrigações. A Cupra tomará o seu lugar e continuara em frente.


[update]Tesla Roadster 2 ainda em Agosto - rumor

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Agosto veio e foi e nada de Roadster 2. Ainda não é desta.

Post original de 18/08/2026
Segundo a Reuters ainda este mês (agosto) a Tesla pretende apresentar uma versão redesenhada do "novo" Roadster2 nas instalações da SpaceX - quase a tempo de celebrar uma década da apresentação ao público deste novo modelo.
Apenas para relembrar que o segundo Tesla Roadster foi apresentado em 2017 com a produção supostamente planeada para 2020...que como sabemos nunca aconteceu. O que aconteceu foi a Tesla aceitar (em 2017) depósitos de 50.000 dólares para a versão normal e 250.000 dólares para a versão Founder's Series. 

A produção foi depois adiada para 2021, depois para 2022, depois para 2023, depois para 2024, depois para final de 2025, depois para 1 de Abril 2026, depois para hoje 30 de Abril 2026, depois para para Maio ou Junho 2026...e agora Agosto 2026. Faltam 13 dias...

[update]Nova Mercedes VLE apresentada

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Um modelo 100% novo e não é um SUV?! E é uma monovolume?! Enquanto mando alguém ver se o inferno congelou falemos da nova Mercedes VLE que vem substituir a EQV lançada em 2019. Este é a 1ª variante da nova Classe V que conta com um sistema elétrico de 800 volts, autonomia até 700 quilômetros, carga rápida até 300 kW e as mais belas jantes que já vi numa carrinha.

Antes de mais é preciso falar da designação - o "E" em "VLE" não significa elétrico mas é uma referencia ao Classe E em colocação na gamam. Sim, vamos ter uma VLE com motorização hibrida e mais adiante teremos a VLS que alinhará com o Classe S. Será que vamos ter uma Maybach VLS?


Exteriormente é uma versão (ligeiramente) suavizada do concept Mercedes Vision V, mas mantendo aquela enorme grelha dianteira com o contorno iluminado, flancos trabalhados, o tejadilho a descer para a traseira aerodinâmica em que o vidro abre independentemente da tampa da mala. Adoro o pormenor como na traseira os farois LED incorporam o terceiro STOP e envolvem toda a traseira.

Falando em vidros, aqueles enormes vidros laterais descem completamente para dentro das portas - não há vidros de abertura a compasso como nas "carrinhas comuns". Pode escolher entre vários padrões na relha dianteira e jantes até 22 polegadas.

Estará disponível com 2 comprimentos (5,30 e 5,49 metros) e 2 distancias entre eixos (3,34 e 3,52 metros), 1,99 metros de largura e 1,94 metros de altura. Mas para compensar o tamanho terá direção no eixo traseiro permitindo um diâmetro de brecagem de 10,90 metros - basicamente o mesmo que novo CLA que só mede 4,72 metros de comprimento. Se isso não o convence o assistente de estacionamento é de série.

No interior o tablier da nova VLE pode receber até 3 ecrãs - um conjunto de instrumentos digital de 10,25 polegadas para o condutor, um ecrã táctil central de 14 polegadas e outro igual para o passageiro todos a correr a mais recente versão do sistema MBUX. Isto se for para as versões mais caras claro.



O condutor recebe ainda um headup display de 23,1 polegadas e os passageiros traseiros em ecrã retrátil de 23,1 polegadas no formato 32:9 resolução 8K e um sistema áudio de 22 colunas para que os 6,8 ou 9 passageiros possam ver um filme durante a viagem.




As portas deslizantes elétricas de série, com 3 fileiras de assentos a VLE ainda consegue uma bagageira de 795 litros que passa para 4.078 litros se retirar os assentos traseiros.

Esta Mercedes VLE é baseada na plataforma VAN.EA, que também servira de base às versões como motores a combustão - apesar de designações diferentes (VAN.EA para elétrica e VAN.CE para combustão) partilham mais de 70% de componentes, logo basicamente idênticas. Estas plataformas também vão ser usadas nas próximas Vito e Sprinter previstas para 2027. A Classe V actual continuará a ser comercializada até a VLE hibrida chegar ao mercado.

Nesta versão elétrica da Mercedes VLE a plataforma VAN.EA inclui um sistema elétrico de 800 volts compatível com carregamento rápido até 300 kW (e postos de 400 volts) e uma bateria NMC de 115 kW capaz de uma autonomia WLTP de 700 quilômetros. A gama começa com a VLE 300 que debita 272 cavalos no eixo dianteiro e a Mercedes VLE 400 4Matic a debitar 415 cavalos nas 4 rodas. Em 2027 chegará a VLE250 com uma bateria de 80 kWh e as motorizações hibridas a combustão.

A suspensão pneumática ativa é opcional, permitindo variar a distancia ao solo em 40 milímetros e adaptar-se ao tipo de estrada graças ao Google Maps para maximizar autonomia. A direção no eixo traseiro é de série para compensar o tamanho.


update 02/09/2026

936 quilômetros num Skoda Peaq

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Infelizmente muitos continuam a olhar para as autonomias WLTP como se fossem um teste de autonomia - não é verdade. Os diferentes circuitos de homologação, WLTP incluindo, servem apenas como uma forma de comparar autonomias/consumos de diferentes automóveis nas mesmas condições. Neste caso a Škoda conseguiu esticar um Skoda Peaq 90 com a bateria de 91 kWh até aos 936 quilômetros, mas a autonomia WLTP homologada é de 640 quilômetros.


Novo Mitsubishi Pajero apresentado

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Descontinuado em 2021 o Mitsubishi Pajero está de volta para quem não quiser comprar um Land Cruiser. Baseado numa evolução do chassis em escada da pickup Triton estará disponivel com um motor diesel em 100 mercados mundiais...infelizmente não inclui a Europa.

É o novo modelo de topo da marca japonesa, e também o maior - com 4,92 metros de comprimento com 2,87 metros entre rodas. O design é bastante quadradão com um misto de Land-Cruiser e Santa Fe com algumas curvas à mistura, proteções de carroçaria, e uns farois ligeiramente Volvo.


No interior o novo Pajero tem 3 filas de assentos e 7 lugares, e bastante tecnologia. Dois ecrãs de 14,3 polegadas lado a lado, um para o condutor e outro para o sistema de multimédia que está ligado a um sistema áudio da Yamaha com 12 colunas, 2 amplificadores e cancelamento de ruido.




E sim, este novo Pajero usa um chassis em escada da pickup Triton, mas usa suspensões completamente diferentes para combinar conforto com capacidade todo-terreno. Debaixo do capot está um turbo-diesel de 2,4 litros (do qual a Mitsubishi apenas deu o binário de 470 Nm) acoplado a uma caixa automática de 8 velocidades. A tração é integral e o sistema Super-All Wheel Control (S-AWC) permite selecionar até 7 tipos de terreno.

Tesla Model 3 degrada os pneus

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A Tesla atualizou o Model 3 RWD europeu e anunciou uma evolução significativa de autonomia que atribui aos pneus - passou de 534 quilômetros para 572 quilômetros WLTP range. Mas parece que os novos pneus estão a degradar-se rapidamente. Estou curioso porque só instalaram este pneus na versão europeia e não nos EUA.

Segundo a Autos.yahoo cada vez mais proprietarios do Model 3 RWD estão a queixar-se que os GitiControl P10 seja no eixo dianteiro ou traseiro apresentam danos no piso às vezes com 2 a 3.000 quilometros.

Estes pneus ainda não têm grande historico no Tesla Model 3 RWD e teremos que esperar para ver como evoluem - para já não parece sério, mas vamos ver como evolui. Para já a Tesla, sem grande surpresa, culpa condução agressiva dos proprietários.

Curiosidade a Volkswagen usa pneus Giti de série no Volkswagen ID.Buzz e não encontrei reclamações semelhantes - mas também é um modelo diferente GitiSynergyH2.

Polestar 4 SUV apresentado

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Sim, já temos um Polestar 4 mas esse é o Polestar 4 Coupé e este é o Polestar 4 SUV...apesar de claramente ser uma carrinha crossover tipo Cross Country. E sim, esta nova versão tem um janela traseira!

A gama da Polestar continua a crescer e esta nova variante ira alargar a gama de clientes para quem procure algo com estilo mas prático. Segundo a Polestar, apenas 48 componentes separam as 2 versões - uma delas será sem duvida aquele longo tejadilho esticado pelo aileron até quase ultrapassar o para-choques traseiro. E sim, recebe um vidro traseiro.



No interior a grande diferença é que os passageiros traseiros tem mais 2,5 centímetros de altura. Recebe de série um tejadilho de vidro que pode ser (opcionalmente) eletrocromático. Já a mala aumentou para 530 litros e tem uma forma mais prática.

Em termos de motorizações este Polestar 4 SUV utilizara as mesmas motorizações do coupé com a bateria de 100 kWh. A versão Rear Motor debita 200 kW/272 cavalos e 343 Nm de binário para uma autonomia WLTP de 630 quilômetros e a versão Dual Motor debita um total de 400 kW/544 cavalos para uma autonomia de 600 quilômetros. Pormenor interessante: a versão SUV consegue mais 10 quilômetros de autonomia que a versão Coupé para as mesmas motorizações.




E também poderá ir para o Performance Pack na versão Dual Motor que inclui novas regulações para o chassis, amortecedores ativos, travões Brembo dourados e jantes especificas de 22 polegadas calçadas com pneus Pirelli P Zero. Mas ai a autonomia cai para 520 quilômetros.