[update]Jesus laranja ameaça Europa

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Depois de recusar mais uma proposta dos iranianos para encerrar a guerra que inventou porque rasgar o acordo que Obama assinou não bastava, parece que o diabo demente encontrou uma forma de baixar os preços do gasóleo - ameaçar a união europeia a libertar mais das suas reservas estratégicas ou ele vai proibir as empresas americanas de vender diesel à Europa. Uma pergunta Lúcifer sifilítico - porque não simplesmente declarares vitória outra (pela milionésima) vez e sais do irão?

Mas seria uma boa ideia para os EUA banirem as vendas de diesel? No imediato sim, iria haver mais diesel para vender localmente mas há um problema - quando se processa um barril petróleo obténs diferentes quantidades de todos os derivados, incluindo gasóleo. Os EUA produzem mais gasóleo que precisam daí que sempre foram um exportador de gasóleo para a Europa que por sua vez exporta a gasolina que produz a mais para os EUA.
Se os EUA deixarem de vender à Europa eles vão ter que o acumular algures porque vão continuar a produzi-lo, não é algo que podem simplesmente deixar de produzir - petróleo entra e sai nafta, gasolina, gasóleo, alcatrão, óleo, combustível de avião e por diante. Os preços baixam mas eventualmente vão afogar-se em gasóleo.

E quanto gasóleo tem a Europa em reserva? Segundo um perito que vi na Euronews a Europa tem gasóleo suficiente para as necessidades do planeta por 10 dias. Libertar reservas iria baixar o preço global do diesel mas apenas temporariamente.

O problema é falta de petróleo, não de gasóleo. Por cada barril de petróleo refinado obtém-se sempre cerca de 43% de gasolina e 23% de gasóleo. Nos EUA eles produzem cerca de 5 milhões de barris de diesel por dia, mas consomem apenas entre 3,5 a 4 milhões de barris de diesel por dia - ou seja, produzem a mais.

Esse excesso de diesel é exportado principalmente para a Europa que produz um excesso de gasolina.

Se deixarem de exportar diesel o preço nos EUA do diesel vai descer (e cá vai subir) mas vão continuar a produzir esse excesso de diesel que vão ter que acumular algures. Segundo a Goldman Sachs se os EUA banirem a exportação do diesel o excesso de produção ocuparia todo o espaço de armazenamento disponível em 2 dias.

E quando isso acontecer os produtores desaceleram a destilação de petróleo para gastar essas reservas de diesel - o que significa que também vai haver menos de todos os outros destilados logo o preço destes aumenta.

Novamente, segundo a Goldman Sachs, se o Belzebu pestilento proibir a exportação de diesel o preço da gasolina subiria 30 cêntimos por galão por semana para uma redução de custo do diesel de apenas 25 cêntimos por galão...quando o preço médio do diesel nos EUA é de 6,382 dólares por galão.

O Lúcifer sifilítico viu que tinha 2 pés e resolveu dar um tiro num deles.

Novo Smart #2 - mais detalhes

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Com a apresentação completa do Smart #2 para breve a Smart confirmou mais alguns detalhes: a célula Tridion está de volta e está confirmada que terá uma bateria de 35,8 kWh e 290 quilômetros de autonomia WLTP mista - ou seja, em cidade será bastante mais.

[update]Novo Hyundai Tucson apresentado

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E conforme esperado a Hyundai apresentou as primeiras imagens e detalhes do novo Hyundai Tucson - maior, mais quadradão e agressivo. A apresentação completa deverá ser feita durante o salão automóvel de Paris em outubro. Outubro chegou e atualizei este post com mais imagens, vídeos e detalhes.

Estas são as primeiras imagens do próximo Tucson, na versão normal e na versão XRT. À frente temos uma faixa LED a toda a largura do carro quase a ligar as luzes diurnas LED verticais por cima dos farois normais. Os para-choques, tal como o carro, são quadradões dividindo a grelha de admissão de ar em 2 partes.

Seguindo os mais recentes modelos da marca o novo Tucson tem um perfil bastante quadradão com muitas ângulos e linhas retas que corta completamente com as curvas do atual. Atrás, tal como na frente, têm uma barra iluminada a toda a largura a unir os farois verticais. Relativamente ao modelos atual este novo Tucson é 6 centímetros mais comprido (com mais 3 entre as rodas) e 4 centímetros mais largo.

O interior é completamente novo, com o tablier que incorpora a iluminação ambiente foi desenhado em torno do ecrã central que corre o mais recente sistema Pleos abandonando o atual sistema de 2 ecrãs ligados por um vidro curvo. O condutor recebe um novo volante e um conjunto de instrumento digital fino. Já entre os ocupantes dianteiros são separados uma consola central bastante larga com vários compartimentos.





Infelizmente a revolução do exterior não chegou debaixo do capot porque a Hyundai manteve as mesmas motorizações a gasolina da geração atual: um full hybrid de 238 cavalos com uma bateria de 1, 49 kWh e o PHEV de 288 cavalos com uma bateria de 17,1 kWh e autonomia elétrica de 81 quilômetros, ambos disponiveis com tração dianteira ou integral.



Também vai haver uma versão não hibrida a gasolina  com um motor turbo de 150 cavalos acoplado a uma caia manual de 6 velocidades ou dupla embraiagem de 7 velocidades, mas não deverá chegar à Europa.

BMW i3 M60 xDrive a caminho

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Para que o o lançamento do novo BMW Série 3 não ofusque o i3 a BMW anunciou que em breve iremos descobrir o que acontece ao i3 quando se aplica o tratamento M Performance - vem ai o BMW i3 M60 xDrive com uma motorização dual-driver. E infelizmente a BMW não disse mais nada.

A BMW apenas publicou imagens e vídeos deste i3 M60 xDrive que ficara acima do atual já conhecido i3 50 xDrive 345kW/469 cavalos e 645 Nm de binário sendo capaz de acelerar dos 0 aos 100 km\h em apenas 4,7 segundos e uma autonomia de 912 quilômetros.

E será que sempre irá haver um Mi3?

[update]Novo BMW i3 apresentado

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Este é o novo BMW i3 da geração Neue Klasse inaugurada pelo iX3. Mas deixo desde já uma nota - este não é o novo Série 3 e vão ter designs parecidos mas diferentes porque são baseados em plataformas diferentes: este i3 é baseado na nova plataforma NCAR (estreada pelo iX3), e o novo Série 3 será baseado numa evolução da atual plataforma CLAR.

Exteriormente temos um design completamente novo, que conserva o perfil de 3 corpos (capot, cabine, mala) mantendo bastante do concept Neue Klasse de 2023. Temos uma nova grelha dianteira fechada, farois bastante discretos e puxados para as extremidades ligados por uma banda central preta que oculta os sensores e inclui a grelha e o logo que pode ser iluminado. A mala é relativamente curta e acaba de forma abrupta verticalmente. Os farois traseiros são finos que corta o aspeto monolítico da traseira.


O design é simples e contido, a versão apresentada inclui o modelo M Sport com as jantes aerodinâmicas de 21 polegadas em azul Le Castellet, com poucos vincos mas alguns detalhes distintos e postura sólida. Em termos de dimensão, relativamente ao atual Série 3, o novo i3 é 5 centímetros mais comprido (4,76 metros), 4 centímetros mais largo (1,87 metros) e 3,5 centímetros mais alto (1,48 metros). Mais adiante termos a versão carrinha Touring.

Mas o projeto Neue Klasse é mais que apenas um novo design - além disso temos novo software, nova organização e engenharia de motorizações - o iX3 foi o primeiro e agora o i3 acelera a implementação do projeto Neue Klasse que tem obrigatoriamente de ser um sucesso.

O interior deste BMW i3 aproveita quase tudo do mano iX3 - o que é bom. O tablier é ligeiramente mais baixo e fino, mas mantem o ecrã central paralelogramo para o sistema multimédia OS X, o audaz volante com os braços verticais e botões no centro, e o Panoramic Vision no fundo do para-brisas.

Ao nível de tecnologias aproveita o que o novo iX3 oferece, incluindo o assistente de condução avançado capaz de mudar de faixa na autoestrada automaticamente bastando apenas que olhe para o espelho retrovisor, e se programar a viagem no GPS até lidar automaticamente com as saídas de vias rápidas.

Passando à mecânica o novo i3 recorre à plataforma NCAR com um sistema elétrico de 800 volts compatível com carga rápida até os 400 kW e carga bidirecional V2X com uma wallbox adequada.

Inicialmente o novo BMW i3 estará apenas disponível na versão 50 xDrive com 2 motores elétricos "Gen6" a debitar um total de 469 cavalos e 645 Nm de binário que segundo a BMW é capaz de uma autonomia de 901 quilômetros, mas qual será o valor WLTP? Com a mesma bateria de 108 kWh o iX3 50 xDrive está homologado para 805 quilômetros WLTP, mas ainda não há um valor homologado para o novo BMW i3 50 xDrive apresentado.

A direção é mais direta, a suspensão e barras antirolamento foram revistas para um comportamento mais desportivo, os amortecedores FSD passivos de série e pneus adequados. Opcionalmente as versões com tração integral podem receber suspensão pilotada M.

Mais adiante teremos as versões mais acessíveis com um motor no eixo traseiro, além claro das variantes como motor de combustão. Também há rumores de uma versão M com 4 motores elétricos!
update 01/10/2026

Novo BMW Série 3 ao lado do novo BMW i3 - vídeo

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Parecem iguais, mas não são...


Momento "no shit Sherlock" do dia

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Cuidado que o seu automóvel pode ser usado para o espiar,...diz um jornalista que provavelmente usar e transporta nos bolsos um smartphone onde coloca toda a sua vida, e o computador em que escreveu este artigo definitivamente não pode ser usado para espiar no jornalista.


[update]Novo BMW Série 3 apresentado

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Atualizar um êxito como o BMW mais vendido no mundo é um enorme desafio, mas ao invés de jogar pelo seguro a BMW resolveu partir a loiça e avançou com o o design Neue Klasse estreado nos iX3 e novos i3 - este é o novo BMW Série 3 G50, que pouco ou nada partilha com o i3 e estará apenas disponível com motores a gasolina (nada de diesel) híbridos ligeiros ou híbridos plug-in.

Exteriormente boa sorte para ver as diferenças com o i3. Mantem o design Neue Klasse do i3 com a grelha fechada e logo iluminado , mantendo a estratégia dos alemães de no mesmo modelos manterem o mesmo design independentemente da motorização - pode não parecer mas por baixo da chapa pouco mantem em comum - o iX3/i3 usa a nova plataforma NKAR enquanto este novo Série 3 usa uma evolução da anterior plataforma CLAR. Algo que a Mercedes também fez com o novo CLA. Curiosamente para o novo X5 a BMW resolveu usar uma plataforma para todas as motorizações...vai-se lá perceber os alemães.


O Série 3 e i3 parecem exatamente iguais e as medidas são muito próximas - 4,77 metros de comprimento versus 4,76 metros do i3, 1,87 metros de largura (mesma do i3), 1,44 metros da altura versus 1,48 metros no i3, e 2,86 metros entre eixos versus 2,90 metros no i3. Já relativamente ao anterior G20 é 6 centímetros mais comprido e 4 centímetros mais baixo...e entre 100 a 180 quilos mais pesado. 

No caso do M350 xDrive apresentado recebe um kit de carroçaria especifico com para-choques mais desportivos, um pequeno aileron traseiro no fim da mala, extrator aerodinâmico abaixo da mala e 4 saídas de escape.





No interior temos o mesmo tablier do i3, mesmo sistema Panoramic Vision no fundo do para-brisas, mesmo ecrã táctil de 17,9 polegadas e (infelizmente) o mesmo volante multifunções.



Como referi este novo BMW Série 3 antem a mesma plataforma CLAR da geração anterior mas foi atualizada, é mais rigida, as vias foram alargadas, novos amortecedores, nova direção progressiva e um diferencial eletronico atrás. Debaixo do capot a grande novidade é que não há motores a diesel no novo Série 3 G50 - só motorizações a gasolina hibridas ligeiras ou plug-in. Para já a gama começa com o M350 xDrive que substitiu o anterior M340i e tem um 6 cilindros em linha de 3 litros turbo com um sistema micro-hibrido a debitar um total de 443 cavalos (o motor em si debita 426 cavalos) e 580 Nm de binário nas 4 rodas. Para referência quando o M3 da geração G80 foi apresentado em 2020 debitava 480 cavalos. Este novo M350 acelera dos 0 aos 100 km\h em 4,1 segundos.

Mas se preferir algo mais calmo e sensato poderá ir para o 320 com um 4 cilindros hibrido ligeiro de 211 cavalos e 330 Nm de binário acoplado a uma caixa automática de 8 velocidades.



update 01/10/2026

“CAR CRASH TV” no AMC BREAK

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Quando os meus filhos eram pequenos gostava de ver com eles o programa "a ciência da estupides" para eles perceberem que quando alguém quiser fazer algo estupido oferece-te para segurar a câmara. E agora que o meu rapaz tem a carta de condução vamos ver o “CAR CRASH TV” no canal AMC BREAK a partir do dia 18 - é um programa de câmaras de tablier (dash cams) e do que pode acontecer na estrada. Não é só entretenimento, é formativo!


Sem paciência para conspirações

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Quem aqui anda há algum tempo sabe que sigo factos e não tenho pachorra para teorias da conspiração de tristes que sonhavam em ser populares e dormirem com mais homens/mulheres (o que preferirem), mas infelizmente como não o conseguiram inventam tretas - como o pessoal do CHEGA ou esta Cristina Miranda.


"Está tudo programado à escala global."
É sempre uma cabala mundial mas que curiosamente nunca se tornam realidade como os campos de concentração para o pessoal que não quer ser vacinado. Quando confrontados este pessoal costuma responder "não aconteceu porque nós desmascaramos a conspiração"! Um complexo messiânico é omnipresente em todo este pessoal...


"O objetivo de empurrar a população para os veículos elétricos prende-se com o facto de serem programáveis e controláveis."
Todos os automóveis são programáveis e controláveis independentemente da motorização - desde o advento da injeção eletrônica e até do ABS já não é o condutor que tem o controlo total do veiculo.


"Quando a adoção for geral, o preço da eletricidade disparará, tal como acontece hoje com os combustíveis fósseis."
O preço da eletricidade varia conforme o consumo, disponibilidade e fonte - se for de combustíveis fosseis vai subir claro. E qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que eventualmente o estado ira, com o aumento de popularidade dos elétricos, ter que compensar a perda de impostos dos combustíveis fosseis com outra medida sobre os elétricos - se será um imposto sobre a eletricidade ou quilômetros percorridos ou outra coisa é o que falta descobrir.


"Progressivamente, ter um carro próprio tornar-se-á incomportável devido aos custos de manutenção"
Sabe que as empresas que fabricam automóveis vivem de fabricar automóveis e vender automóveis aos clientes? Se isso acontecer elas abrem falência e despedir milhões de trabalhadores o que normalmente não encaixa bem em lado nenhum.


"abrindo caminho para que nos apresentem 'soluções práticas' de mobilidade: cidades de 15 minutos, aluguer de veículos autónomos e transportes públicos." Ai meu deus o horror! O HORROR digo-vos!! Tornar as cidades mais acessíveis às pessoas, menos poluídas, mais práticas de viver, com menos poluição, onde possamos viver e não apenas migrar diariamente apenas para trabalhar...As crianças, alguem pense nas crianças que possam jogar à bola na rua outra vez!


"É a Agenda 2030 em plena execução, promovida por governos alinhados com esta visão." Mais promovida por tristes que sonhavam em ser populares com complexo messiânico.


"DESPERTE!"
LARGA A BEBIDA

Não estás a ajudar o teu caso meu...

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Atenção asnos que conduzem "sob a influencia" e sem carta de condução um automóvel sem seguro, eis uma dica: não colem um grande autocolante de cores berrantes a dizer "Cocaine Performance" mesmo no meio do para-brisas. A policia é capaz de notar...mesmo a irlandesa. Pobre Seat.



Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "o opcional mais caro de todos"

Todos nós provavelmente já olhamos para a lista de opcionais quando vamos adquirir um automóvel, uns mais acessíveis que outras. E isso traz-nos ao Porsche 918 Spyder que quando foi lançado custava cerca de 781.000 euros antes de pagares impostos e opcionais.


E se fosse à lista de opcionais iria encontrar itens como a pintura "Rare Liquid Metal" que custava 45.000 euros e o Weissach Package por 67.300 euros. Mas o opcional mais caro do 918 Spyder era outro Porsche: por mais 173.000 euros podia ter uma das 918 unidades do Porsche 911 Turbo S Edition 918 Spyder para conduzir enquanto espera que o seu 918 fosse produzido.



Era basicamente um Porsche 911 997 Turbo S com alguns detalhes cosméticos específicos, mas só podia ter um 911 Turbo S Edition 918 Spyder se comprasse um 918 Spyder primeiro. Ou seja, tinha que gastar pelo menos 954.000 euros mais impostos.

E quantos compradores do Porsche 918 Spyder selecionaram essa caixa nos opcionais? Segundo a Porsche foram produzidas 146 unidades do 911 Turbo S Edition 918 Spyder - o que significa que é mais raro que o 918 Spyder.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "falta um danoninho!"

Nos anos 90 a Peugeot decidiu que queria participar no mundial de Rallies com o novo 206.

Mas as regras na altura claramente indicavam que o automóvel de estrada em que se baseava o modelo de competição teria que ter pelo menos 4 metros de comprimento - o 206 media 3,84 metros. Para dar a volta ao problema em 1999 a Peugeot apresentou a série limitada de 4.000 unidades batizada Peugeot 206 Grand Turisme com maiores para-choques para atingir exatamente 4 metros de comprimento.



Elétricos usados - quilometragem não é importante

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Eis uma análise interessante da British Vehicle Rental and Leasing Association (BVRLA) e New AutoMotive - quilometragem elevada não o deve assustar quando se trata de automóveis elétricos usados. A análise de 47,4 milhões de inspeções automóveis britânicas entre julho 2024 e julho 2026 concluiu que com quilometragem elevada e idade comparável, os elétricos são reprovados com menos frequência do que os modelos a combustão. Mesmo assim atenção ao estado dos pneus (os pneus nos elétricos reprovam quase o dobro dos automóveis de combustão) e travões.

Segundo este estudo acima dos 100.000 quilômetros a taxa de reprovação dos automóveis elétricos estabiliza à volta dos 16%, bastante acima dos modelos de combustão equivalentes.

Com baixa quilometragem, não há diferença - entre os 30.000 e 65.000 km, 12% dos elétricos reprovam versus 11,7% dos automóveis a combustão. Mas a partir dos 96.000 km começamos a notar diferenças - a taxa de reprovação dos automóveis elétricos estabiliza nos 16%, enquanto a dos modelos de combustão continua a subir. Para automóveis com três a oito anos e com 145.000 a 193.000 km, 16,5% dos elétricos são reprovados face a 22,1% para modelos a gasolina e 21,2% para os a diesel.

A partir dos 193 000 km a diferença aumenta - os elétricos mantêm os 16% de reprovações, enquanto nos automóveis a gasolina sobe para 23,5%.

Se considerarmos apenas a idade os veículos elétricos com entre três e doze anos reprovam 1,6 a 2,3% mais que os modelos a gasolina. No entanto, os modelos elétricos percorrem em média mais quilômetros que os a gasolina: na 1ª inspeção técnica aos três anos a quilometragem media nos elétricos é de 43.600 km contra 33.000 km dos modelos a gasolina.

Esta avaliação também encontrou alguns problemas nos automóveis 100% elétricos. Nos pneus os elétricos têm quase o dobro (1,8 vezes para ser exato) de problemas de pneus relativamente aos modelos a gasolina. Entre os 145.000 e 193.000 km os pneus reprovaram em 9,4% dos elétricos face a 5,4% nos a gasolina. O maior peso das baterias é o principal responsável por estes problemas.

Seria também de esperar mais defeitos de suspensão, devido ao maior peso - mas curiosamente não aparece nesta análise, pelo contrário: entre os 96.000 e 145.000 km nos elétricos 4,7% acusaram problemas de suspensão contra 6,1% dos automóveis a gasolina.

Nos travões a travagem regenerativa cria uma situação interessante. Nos elétricos com bastantes quilômetros (acima dos 145.000 km) apenas 2,2% acusaram problemas nos sistemas de travagem contra 6,5% dos modelos a gasolina. Mas nos elétricos que fazem poucos quilômetros pode surgir corrosão/degradação de discos e pastilhas de travagem - para o mesmo intervalo de quilometragem (entre 32 000 et 96 000 km) e idade (entre 10 e 11 anos) os automóveis elétricos têm mais problemas de travões (11,2%) que os automóveis a gasolina (9,8%).

Para terminar falta referir os híbridos - com três a oito anos e com 145.000 a 193.000 km tiveram uma taxa de reprovação de 13,6%, melhor que os 16,5% dos elétricos, melhor que os 21,2% dos diesel e bastante melhor que os 22,1% para automóveis a gasolina.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "Show me the money!"

Aparecer numa nota é algo reservado apenas a obras de arte, personalidades históricas e paisagens inspiradoras. E seguindo essa tradição no Camboja alguém decidiu que na nota de 500 riais deviam aparecer o Nissan Juke e dois Toyota Corolla.



[update]Tesla FSD continua a expandir na Europa

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Depois de responder a um comentário de um leitor fui verificar em quantos países na Europa já homologaram a versão europeia do Full Self-Driving Supervised. E a resposta é (atualmente) 5 6 países.

Volkswagen ID.Tiguan a caminho

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Esperado e agora oficial - a Volkswagen confirmou que irá substituir os ID.4 e ID.5 pelo "novo" ID.Tiguan que será apresentado no salão automóvel de Paris. Este ID.Tiguan é uma revisão profunda do atual ID.4 - tal como fizeram do ID.3 para o ID.3 Neo.