Parece que para aumentar a adoção dos automóveis elétricos bastava o diabo demente arrancar uma guerra com o Irão - e sim, a chegada (enfim) de modelos acessíveis também ajudou.
As vendas de automóveis 100% elétricos na Europa de janeiro a agosto de 2026 atingiu um novo recorde - 1,64 milhões de automóveis vendidos, mais 45% que o mesmo período em 2025! Neste período a oferta de automóveis elétricos também cresceu 50%, e muitos deles "acessíveis".
Foi bom enquanto durou, mas a BMW confirmou que o atual Série 2 Active Tourer não terá uma nova geração. Uma das poucos monovolumes ainda no mercado desaparece, não porque vende mal mas porque não vende o suficiente para satisfazer os contabilistas. Eu acabava com o BMW XM mas o que e que eu sei?!
No salão automóvel de Paris a Renault vai apresentar uma nova opção para o Renault Twingo - o tejadilho de vidro panorâmico Twingobay. Mas será que no futuro próximo poderemos ter um tejadilho de abrir de enrolar como o primeiro e anterior Twingo tinham? E será que os primos Dacia Spring e Nissan Pixo também vão ter direito a um tejadilho de vidro?
Este Twingobay terá uma área de 0,7 metros quadrados para deixar entrar mais luz no interior e terá os mesmos gráficos do interior do tejadilho normal.
Segundo a Renault é feito de vidro que filtra 99,9% dos raios ultravioletas e "a maioria" do infra vermelhos"...que é importante porque são os que transmitem o calor. A forma recorda-me o meu Twizy visto de cima (que também tinha a opção de um tejadilho de vidro).
A Renault deu-nos a monovolume, de todos os tamanhos, que depois abandonou para assegurar que tenhamos um SUV mesmo que o cliente não queira um. Quer uma Espace? Aqui está um SUV. Quer uma Scenic? Aqui está um SUV. Quer um Twingo? Aqui...ah pois, esse voltou sem ser um SUV! E a julgar por este concept E-Space talvez a Espace volte a ser uma monovolume!
Sim, a Renault vai levar ao salão automóvel de Paris este E-Space Concept de 4,70 metros (o atual SUV Espace mede 4,74 metro)que espera reinventar a Espace original de 1984 na era elétrica...algo que as marcas chinesas há muito fazem! A monovolume é toda acerca do espaço interior e as motorizações elétricas permitem recuperar muito espaço. E ficará muito bem ao lado do R8 Gordini Concept que não tem nada a ver.
Mas anuncia um regresso às origens da monovolume? Pessoalmente acho que a Renault vê o que os chineses estão a fazer com as monovolumes elétricas e está a apalpar o terreno, a ver se há procura por um na Europa e estar preparado.
Sinceramente, as monovolumes são os melhores automóveis! E quem pensar diferente está ERRADO!
Substituir um modelo bem sucedido é sempre difícil e é o que a Volvo esta a fazer - em 2025 o XC60 foi o modelo da Volvo mais vendido em todo o mundo (com 2,7 milhões de unidades comercializadas) e estamos a falar de um modelo lançado em 2017 atualizado por 2 vezes. Este é o novo Volvo EX60 que estreia uma nova plataforma e uma autonomia de 800 quilômetros
Este novo Volvo EX60 deve chegar aos concessionários no verão na variante Standart, teremos que esperar mais pela variante Cross Country (em branco abaixo). Mas não irá substituir o atual XC60, será vendido ao lado do atual XC60. Sim, basicamente será a versão elétrica do atual XC60 mas só partilham mesmo o "60" no nome porque tudo o resto é diferente....por agora. Estreia a nova plataforma SP3 definida por software e novo processo de fabrico que servirá de base aos próximos Volvo híbridos plug-in e 100% elétricos. É fundamental que os problemas iniciais do EX30 e EX90 não se repitam!
Exteriormente é claramente um Volvo, à frente parece um EX30 particularmente na grelha dianteira e farois dianteiros com o "martelo de Thor" e traseiros em 2 andares. O design é simples com um perfil mais carrinha que propriamente SUV, um pouco como o EX90, e notem as aletas para a abertura das portas sem rebordo dos vidros. Bastante mais simples que os Ix3 e GLC que são mais agressivos e "olhem para mim".
Em termos de dimensões o EX60 é 10,3 centímetros mais comprido que o XC60 (4,81 metros de comprimentos), mas mantem basicamente a mesma largura (1,90 metros) e altura (1,65 metros). Mas mais importante é a distancia entre eixos: com 2,97 metros entre eixos (mais 10,5 centímetros que o XC60) o espaço para os passageiros traseiros deve crescer substancialmente.
E como seria de esperar vamos ter um Volvo EX60 Cross Country para aventuras eletrizantes...ok, eu paro. Basicamente acrescenta alguns detalhes visuais mais aventureiros (proteções de plástico dos para-lamas, skid plates de alumínio) e melhora ligeiramente as capacidades fora da estrada (apenas disponível com tração integral dual motor, suspensão pneumática de série, distancia ao solo aumentada em 20 milímetros e vias alargadas).
No interior continua bastante...elegante escandinavo com infusão discreta de tecnologia, luxuoso sem ostentação, com materiais de qualidade coordenados harmoniosamente com as restantes cores. É claramente um Volvo, e não são precisas pequenas bandeiras suecas para perceber.
O condutor recebe um conjunto de instrumentos digital de 11,3 polegadas e um volante pequeno de 2 braços para facilitar a usa leitura, e no centro um grande ecrã OLED de 51 polegadas táctil para basicamente tudo porque botões físicos apenas no volante. A mala tem uma capacidade de 523 litros que pode crescer para 1640 litros se rebater os bancos e uma frunk de 58 litros.
Mecanicamente falando há um EX60 para todos os gostos, todos com baterias NMC num sistema elétrico de 800 volts. A gama começa com o P6 de base com um motor elétrico EESM de 374 cavalos no eixo dianteiro alimentado por uma bateria de 80 kWh (uteis) suficiente para uma autonomia WLTP de 620 quilômetros. A versão intermédia P10 conta com dois motores elétricos (ASM à frente e EESM atrás) totalizando um total de 510 cavalos alimentados por uma bateria de 91 kWh (uteis) suficiente para uma autonomia WLTP de 660 quilômetros. No topo da gama está a versão P10 com os dois motores elétricos a debitarem 680 cavalos alimentados pela maior bateria de 112 kWh (uteis) que permite uma autonomia WLTP de 810 quilômetros - mais 5 quilômetros que o novo BMW iX3 consegue.
A bateria mais pequena de 80 kWh é compatível com carregamento rápido DC até 320 kW, enquanto as baterias de 91 e 112 kWh permitem carregamento rápido até 370 kW. Qualquer uma permite ir de 20 a 80% da carga em menos de 20 minutos. O carregamento AC é feito via um carregador interno de 22 kW.
A versão base recebe amortecedores FSD Frequency Selective Damping, enquanto as restantes recebem amortecedores pilotados.
Ainda falando na mecânica, como referi no inicio este novo EX60 usa a plataforma SP3, uma grande evolução relativamente à SP2 usada nos atuais EX90 e ES90. Graças ao sistema Superset da VOlvo é mais leve e menos complexa graças à estampagem de grandes peças, e com a bateria a fazer parte do fundo do carro e não simplesmente aparafusada por baixo. Tens as suas vantagens mas provavelmente elimina qualquer possibilidade de reparar células individuais de uma bateria.
Atualizar um êxito como o BMW mais vendido no mundo é um enorme desafio, mas ao invés de jogar pelo seguro a BMW resolveu partir a loiça e avançou com o o design Neue Klasse estreado nos iX3 e novos i3 - este é o novo BMW Série 3 G50, que pouco ou nada partilha com o i3 e estará apenas disponível com motores a gasolina (nada de diesel) híbridos ligeiros ou híbridos plug-in.
Exteriormente boa sorte para ver as diferenças com o i3. Mantem o design Neue Klasse do i3 com a grelha fechada e logo iluminado , mantendo a estratégia dos alemães de no mesmo modelos manterem o mesmo design independentemente da motorização - pode não parecer mas por baixo da chapa pouco mantem em comum - o iX3/i3 usa a nova plataforma NKAR enquanto este novo Série 3 usa uma evolução da anterior plataforma CLAR. Algo que a Mercedes também fez com o novo CLA. Curiosamente para o novo X5 a BMW resolveu usar uma plataforma para todas as motorizações...vai-se lá perceber os alemães.
O Série 3 e i3 parecem exatamente iguais e as medidas são muito próximas - 4,77 metros de comprimento versus 4,76 metros do i3, 1,87 metros de largura (mesma do i3), 1,44 metros da altura versus 1,48 metros no i3, e 2,86 metros entre eixos versus 2,90 metros no i3. Já relativamente ao anterior G20 é 6 centímetros mais comprido e 4 centímetros mais baixo...e entre 100 a 180 quilos mais pesado.
No caso do M350 xDrive apresentado recebe um kit de carroçaria especifico com para-choques mais desportivos, um pequeno aileron traseiro no fim da mala, extrator aerodinâmico abaixo da mala e 4 saídas de escape.
No interior temos o mesmo tablier do i3, mesmo sistema Panoramic Vision no fundo do para-brisas, mesmo ecrã táctil de 17,9 polegadas e (infelizmente) o mesmo volante multifunções.
Como referi este novo BMW Série 3 antem a mesma plataforma CLAR da geração anterior mas foi atualizada, é mais rigida, as vias foram alargadas, novos amortecedores, nova direção progressiva e um diferencial eletronico atrás.
Debaixo do capot a grande novidade é que não há motores a diesel no novo Série 3 G50 - só motorizações a gasolina hibridas ligeiras ou plug-in. Para já a gama começa com o M350 xDrive que substitiu o anterior M340i e tem um 6 cilindros em linha de 3 litros turbo com um sistema micro-hibrido a debitar um total de 443 cavalos (o motor em si debita 426 cavalos) e 580 Nm de binário nas 4 rodas. Para referência quando o M3 da geração G80 foi apresentado em 2020 debitava 480 cavalos. Este novo M350 acelera dos 0 aos 100 km\h em 4,1 segundos.
Mas se preferir algo mais calmo e sensato poderá ir para o 320 com um 4 cilindros hibrido ligeiro de 211 cavalos e 330 Nm de binário acoplado a uma caixa automática de 8 velocidades.
Depois de recusar mais uma proposta dos iranianos para encerrar a guerra que inventou porque rasgar o acordo que Obama assinou não bastava, parece que o diabo demente encontrou uma forma de baixar os preços do gasóleo - ameaçar a união europeia a libertar mais das suas reservas estratégicas ou ele vai proibir as empresas americanas de vender diesel à Europa. Uma pergunta Lúcifer sifilítico - porque não simplesmente declarares vitória outra (pela milionésima) vez e sais do irão?
Mas seria uma boa ideia para os EUA banirem as vendas de diesel? No imediato sim, iria haver mais diesel para vender localmente mas há um problema - quando se processa um barril petróleo obténs diferentes quantidades de todos os derivados, incluindo gasóleo. Os EUA produzem mais gasóleo que precisam daí que sempre foram um exportador de gasóleo para a Europa que por sua vez exporta a gasolina que produz a mais para os EUA.
Se os EUA deixarem de vender à Europa eles vão ter que o acumular algures porque vão continuar a produzi-lo, não é algo que podem simplesmente deixar de produzir - petróleo entra e sai nafta, gasolina, gasóleo, alcatrão, óleo, combustível de avião e por diante. Os preços baixam mas eventualmente vão afogar-se em gasóleo.
E quanto gasóleo tem a Europa em reserva? Segundo um perito que vi na Euronews a Europa tem gasóleo suficiente para as necessidades do planeta por 10 dias. Libertar reservas iria baixar o preço global do diesel mas apenas temporariamente.
O problema é falta de petróleo, não de gasóleo. Por cada barril de petróleo refinado obtém-se sempre cerca de 43% de gasolina e 23% de gasóleo. Nos EUA eles produzem cerca de 5 milhões de barris de diesel por dia, mas consomem apenas entre 3,5 a 4 milhões de barris de diesel por dia - ou seja, produzem a mais.
Esse excesso de diesel é exportado principalmente para a Europa que produz um excesso de gasolina.
Se deixarem de exportar diesel o preço nos EUA do diesel vai descer (e cá vai subir) mas vão continuar a produzir esse excesso de diesel que vão ter que acumular algures. Segundo a Goldman Sachs se os EUA banirem a exportação do diesel o excesso de produção ocuparia todo o espaço de armazenamento disponível em 2 dias.
E quando isso acontecer os produtores desaceleram a destilação de petróleo para gastar essas reservas de diesel - o que significa que também vai haver menos de todos os outros destilados logo o preço destes aumenta.
Novamente, segundo a Goldman Sachs, se o Belzebu pestilento proibir a exportação de diesel o preço da gasolina subiria 30 cêntimos por galão por semana para uma redução de custo do diesel de apenas 25 cêntimos por galão...quando o preço médio do diesel nos EUA é de 6,382 dólares por galão.
O Lúcifer sifilítico viu que tinha 2 pés e resolveu dar um tiro num deles.
Com a apresentação completa do Smart #2 para breve a Smart confirmou mais alguns detalhes: a célula Tridion está de volta e está confirmada que terá uma bateria de 35,8 kWh e 290 quilômetros de autonomia WLTP mista - ou seja, em cidade será bastante mais.
E conforme esperado a Hyundai apresentou as primeiras imagens e detalhes do novo Hyundai Tucson - maior, mais quadradão e agressivo. A apresentação completa deverá ser feita durante o salão automóvel de Paris em outubro. Outubro chegou e atualizei este post com mais imagens, vídeos e detalhes.
Estas são as primeiras imagens do próximo Tucson, na versão normal e na versão XRT. À frente temos uma faixa LED a toda a largura do carro quase a ligar as luzes diurnas LED verticais por cima dos farois normais. Os para-choques, tal como o carro, são quadradões dividindo a grelha de admissão de ar em 2 partes.
Seguindo os mais recentes modelos da marca o novo Tucson tem um perfil bastante quadradão com muitas ângulos e linhas retas que corta completamente com as curvas do atual. Atrás, tal como na frente, têm uma barra iluminada a toda a largura a unir os farois verticais. Relativamente ao modelos atual este novo Tucson é 6 centímetros mais comprido (com mais 3 entre as rodas) e 4 centímetros mais largo.
O interior é completamente novo, com o tablier que incorpora a iluminação ambiente foi desenhado em torno do ecrã central que corre o mais recente sistema Pleos abandonando o atual sistema de 2 ecrãs ligados por um vidro curvo. O condutor recebe um novo volante e um conjunto de instrumento digital fino. Já entre os ocupantes dianteiros são separados uma consola central bastante larga com vários compartimentos.
Infelizmente a revolução do exterior não chegou debaixo do capot porque a Hyundai manteve as mesmas motorizações a gasolina da geração atual: um full hybrid de 238 cavalos com uma bateria de 1, 49 kWh e o PHEV de 288 cavalos com uma bateria de 17,1 kWh e autonomia elétrica de 81 quilômetros, ambos disponiveis com tração dianteira ou integral.
Também vai haver uma versão não hibrida a gasolina com um motor turbo de 150 cavalos acoplado a uma caia manual de 6 velocidades ou dupla embraiagem de 7 velocidades, mas não deverá chegar à Europa.
Para que o o lançamento do novo BMW Série 3 não ofusque o i3 a BMW anunciou que em breve iremos descobrir o que acontece ao i3 quando se aplica o tratamento M Performance - vem ai o BMW i3 M60 xDrive com uma motorização dual-driver. E infelizmente a BMW não disse mais nada.
A BMW apenas publicou imagens e vídeos deste i3 M60 xDrive que ficara acima do atual já conhecido i3 50 xDrive 345kW/469 cavalos e 645 Nm de binário sendo capaz de acelerar dos 0 aos 100 km\h em apenas 4,7 segundos e uma autonomia de 912 quilômetros.
Este é o novo BMW i3 da geração Neue Klasse inaugurada pelo iX3. Mas deixo desde já uma nota - este não é o novo Série 3 e vão ter designs parecidos mas diferentes porque são baseados em plataformas diferentes: este i3 é baseado na nova plataforma NCAR (estreada pelo iX3), e o novo Série 3 será baseado numa evolução da atual plataforma CLAR.
Exteriormente temos um design completamente novo, que conserva o perfil de 3 corpos (capot, cabine, mala) mantendo bastante do concept Neue Klasse de 2023. Temos uma nova grelha dianteira fechada, farois bastante discretos e puxados para as extremidades ligados por uma banda central preta que oculta os sensores e inclui a grelha e o logo que pode ser iluminado. A mala é relativamente curta e acaba de forma abrupta verticalmente. Os farois traseiros são finos que corta o aspeto monolítico da traseira.
O design é simples e contido, a versão apresentada inclui o modelo M Sport com as jantes aerodinâmicas de 21 polegadas em azul Le Castellet, com poucos vincos mas alguns detalhes distintos e postura sólida. Em termos de dimensão, relativamente ao atual Série 3, o novo i3 é 5 centímetros mais comprido (4,76 metros), 4 centímetros mais largo (1,87 metros) e 3,5 centímetros mais alto (1,48 metros). Mais adiante termos a versão carrinha Touring.
Mas o projeto Neue Klasse é mais que apenas um novo design - além disso temos novo software, nova organização e engenharia de motorizações - o iX3 foi o primeiro e agora o i3 acelera a implementação do projeto Neue Klasse que tem obrigatoriamente de ser um sucesso.
O interior deste BMW i3 aproveita quase tudo do mano iX3 - o que é bom. O tablier é ligeiramente mais baixo e fino, mas mantem o ecrã central paralelogramo para o sistema multimédia OS X, o audaz volante com os braços verticais e botões no centro, e o Panoramic Vision no fundo do para-brisas.
Ao nível de tecnologias aproveita o que o novo iX3 oferece, incluindo o assistente de condução avançado capaz de mudar de faixa na autoestrada automaticamente bastando apenas que olhe para o espelho retrovisor, e se programar a viagem no GPS até lidar automaticamente com as saídas de vias rápidas.
Passando à mecânica o novo i3 recorre à plataforma NCAR com um sistema elétrico de 800 volts compatível com carga rápida até os 400 kW e carga bidirecional V2X com uma wallbox adequada.
Inicialmente o novo BMW i3 estará apenas disponível na versão 50 xDrive com 2 motores elétricos "Gen6" a debitar um total de 469 cavalos e 645 Nm de binário que segundo a BMW é capaz de uma autonomia de 901 quilômetros, mas qual será o valor WLTP? Com a mesma bateria de 108 kWh o iX3 50 xDrive está homologado para 805 quilômetros WLTP, mas ainda não há um valor homologado para o novo BMW i3 50 xDrive apresentado.
A direção é mais direta, a suspensão e barras antirolamento foram revistas para um comportamento mais desportivo, os amortecedores FSD passivos de série e pneus adequados. Opcionalmente as versões com tração integral podem receber suspensão pilotada M.
Mais adiante teremos as versões mais acessíveis com um motor no eixo traseiro, além claro das variantes como motor de combustão. Também há rumores de uma versão M com 4 motores elétricos!