Atenção fãs da Ferrari - a Shell tem uma campanha promocional que vai levar alguns felizardos a sede histórica da Ferrari em Maranello. Eu até ia para ver o Luce ao vivo...
Vencedores terão acesso a uma experiência exclusiva nos dias 8 e 9 de julho, incluindo visita à fábrica da Ferrari com acesso às áreas de engenharia, produção e competição normalmente vedados ao público.
A campanha decorre até 24 de junho e por cada abastecimento de 30 euros ou mais, habilitam-se a ganhar uma das experiências exclusivas. Abastecimentos Shell V-Power contam a dobrar.
Além das experiências em Itália, a campanha vai atribuir 98 prémios de merchandising oficial Ferrari.
Exteriormente recebe novos para-choques, grelha dianteira, farois e vários emblemas da Mitsubishi.
Não há imagens do interior, mas provavelmente as diferenças devem ser poucas relativamente ao novo Leaf. Também não detalhes sobre a mecânica mas deverá ser a mesma do novo Nissan Leaf. Será que também virá para a Europa?
Custa a acreditar mas o Audi Q7 já cá anda há mais de 20 anos e a marca alemã acaba de apresentar a nova 3ª geração deste modelo. Enorme (mais de 5 metros), mais digital e disponível com motores diesel e híbridos PHEV a gasolina.
Exteriormente o novo Audi Q7 adopta o design dos mais recentes A6, Q3 Sportback e outros, como é visível nos farois em 2 andares, uma enorme grelha dianteira e logos iluminados. O perfil é bastante quadradão com um capot longo e uma traseira quase vertical.
Com 5,06 metros de comprimento total (menos 1 centímetro que o actual Q7) e 3 metros entre rodas, 2,01 metros de largura (mais 3 centímetros que o actual Q7) sem contar com os espelhos retrovisores e a altura varia entre 1,75 e 1,82 metros conforme o que escolher na suspensão pneumática.
Calça de serie jantes de 20 polegadas que podem ir até 23 polegadas se se sentir corajoso o suficiente para ir ao poço sem fundo que é a lista de opcionais da Audi. Lá encontrará os novos farois dianteiros matrix OLED que projetam na estrada os seus piscas para que todos saibam que vai mudar de direção.
No interior o tablier receber 3 ecrãs ao longo do tablier - um conjunto de instrumentos digital com toda a informação que o condutor precisa, um central para os sistema multimédia e um terceiro para entreter o passageiro dianteiro...incluindo gerir a navegação e escolha de música. Para mim era logo deixado na berma da estrada...
Na consola central está o “cockpit MMI” para selecionar o modo de condução, ajuda às condução e o volume do rádio. Nas versões mais equipadas recebe um tejadilho de vidro eletrocromático e iluminado por 78 LEDs integrados. Continua a receber 7 pessoas e uma boa noticia é que parece que a Audi desistiu de enfiar plástico preto brilhante em todas as superfícies que estavam constantemente sujos.
Mecanicamente este novo Audi Q7 estará inicialmente apenas disponível com o V6 TDI MHEV Plus micro hibrido a debitar 300 cavalos e 630 Nm de binário. Em 2027 chegam 2 motorizações V6 hibridas plug-in de 395 e 490 cavalos tiradas do modelo atual. mais adiante teremos a inevitável versão SQ7.
Todas as versões recebem a caixa automática Tiptronic de 8 velocidades e tração integral quattro. Terá a escolha de amortecedores simples e 2 opções de suspensão pneumática e provavelmente será boa ideia ir para a direção às 4 rodas também já que o peso varia entre 2,3 e 2,6 toneladas.
Aqui está uma tecnologia superinteressante - chateado com os pombos defecarem na sua varanda um cromo do Reddit resolveu construir uma bisnaga motorizada capaz de identificar pombos e disparar um jato de água para afugentar estas pestes. Eu acredito que todos os automóveis deviam vir equipados com esta tecnologia.
É que poucos sabem mas existe um sistema de comunicação sem fios que informa todos os pássaros nas redondezas que acabaste de lavar o teu automóvel. Um destes mini-canhões de água ligado ao deposito de água do limpa vidros seria perfeito.
Os automóveis são também fonte de inspiração para músicos, e ao longo da historia existiram musicas (umas mais conhecidas que outras) que referem o automóvel e a condução.
Estas sãs as primeiras imagens do Fiat Grizzly e Grizzly Fastback, baseados na plataforma do Grande Panda mas maiores e mais internacionais com a apresentação ao público marcada para o salão automóvel de Paris.
Enquanto o Grande Panda é uma viatura do segmento B, os Fiat Grizzly vão ser do segmento C e apontam principalmente aos mercados emergentes como o médio oriente e a América latina, onde o Grizzly Fastback irá substituir o Fiat Fastback e ir atrás do Dacia Logan.
Já o Fiat Grizzly é basicamente a versão italiana dos Citroën C3 Aircross e Opel Frontera diferenciada pela assinatura luminosa, para-lamas e para-choques específicos. Infelizmente não há mais detalhes ou imagens - teremos que esperar para mais informações.
Curiosamente, uma dos mercados emergentes onde os Grizzly e Grizzly Fastback vão ser comercializados vão ser os Estados Unidos de Trumpland via a Chrysler.
Atualmente a Chrysler tem apenas um modelo, a monovolume Voyager, mas conforme o plano Fastlane2030 irá receber três novos modelos até 2030 e dois deles vão ser os Grizzly e Grizzly Fastback com um logo da marca americana e talvez uma frente redesenhada. Segundo a Auto News o Grizzly Fastback será rebatizado Chrysler Arrow e Grizzly será o Chrysler Arrow Cross.
Este é o novo Audi Nuvolari, o Audi de estrada mais caro e mais potente de sempre. Com o nome de um concept de 2003 (Nuvolari Quattro) e uma motorização hibrida plug-in derivada da usada no Lamborghini Temerario a Audi entra no grupo restrito dos super-carros acima dos 1.000 cavalos.
O concept Nuvolari Quattro de 2003 anunciava as curvas e farois do TT, e a grelha Single Frame que ainda domina os Audi atuais além do V10 biturbo de 5 litros a debitar 591 cavalos. Este novo Nuvolari de 2026 é um modelo limitada a 499 exemplares com um chassis em alumínio coberto com uma carroçaria de fibra de carbono "muito Lamborghini" (notem o escape central e as entradas de ar) e jantes forjadas.
A aerodinâmica é activa com aberturas de ar à frente e asa traseira com duas posições.
Se o exterior é marcante confesso que o interior é um balde de água fria - nem original ou interessante.
Debaixo do capot traseiro temos uma evolução da mecânica hibrida plugin do Lamborghini Temerario. Tem um V8 biturbo de 4.0 litros a debitar 800 cavalos associado a 3 motores elétricos de 150 cavalos cada (2 no eixo dianteiro e outro incorporado na caixa de velocidades) alimentados por uma bateria de 7,3 kWh . Tudo somado temos 1001 cavalos para acelerar os 1.750 quilogramas de Audi dos 0 aos 100 km\h em 2,6 segundos, 200 km\h em 7 segundos e uma velocidade máxima de "acima dos 350 km/h".
Quando ontem vi as primeiras imagens imediatamente quis saltar para o teclado para comentar mas duas coisas fizeram-me parar e esperar - uma foi o olhar de fúria que a minha cara-metade me deu e a outra era que as primeiras reações normalmente não são as melhores. E ainda bem porque além de não ter sido feito para os gostos europeus é uma daquelas apostas raras no mundo automóvel. Se bem que a Ferrari tem uma vantagem que poucos têm...mas já chego lá.
Numa altura em que a Lamborghini cancela os seus planos elétricos e a Porsche seriamente reduz os seus a Ferrari, palavra sinônima de vistosos coupés desportivos de 2 lugares com grandes e sonantes motores, acaba não só de apresentar o seu primeiro modelo 100% elétrico mas também o primeiro modelo de 5 lugares da marca italiana.
A maioria dos fãs, eu inclusive, provavelmente gritaram sacrilégio e algumas avôs italianas certamente foram buscar as forquilhas, mas esta aposta (e reação do publico) não foi muito diferente de quando a Porsche apresentou o primeiro Cayenne ou Panamera. O Ferrari Luce, tal como os acima mencionados Cayenne e Panamera, oferecem às famílias com dinheiro (a mais) 5 lugares superconfortáveis, acabamentos de luxo, uma mala com mais de 600 litros (para sacos de golf provavelmente) e performances de topo.
É controverso? Definitivamente. Quebra com a longa tradição da Ferrari? Absolutamente. E tiro o meu metafórico chapéu à Ferrari porque não entraram com muito cuidado nas pontinhas dos dedos com um modelo de produção limitada ou eletrificaram algo que já produziam, mas avançaram com algo completamente novo para tentarem libertar do molde. Tal como a Porsche e Lamborghini fizeram.
Foi claramente desenhado para alguém que já tem vários Ferrari mas querem algo confortável e pratico para o dia-a-dia que pode ser associado ao que tem na garagem enquanto pode dizer que está a salvar o planeta conduzindo diariamente um elétrico.
Nas imagens o Ferrari Luce parece compacto mas na realidade é o Ferrari mais longo de sempre, maior até que o SUV Purosangue com quem partilhas as 4 portas de abertura oposta: tem 5,03 metros de comprimento (Purosangue - 4,97 metros) com 2,96 metros entre rodas (Purosangue - 3,02 metros), tem 2 metros de largura sem contar os espelhos (Purosangue - 2,03 metros) e 1,54 metros de altura (Purosangue - 1,59 metros).
Segundo a Ferrari a forma exterior foi desenhada em torno da superfície vidrada e arrisco que parece um Mythos dos anos 80 mas com 4 portas. O perfil do Luce recorda-me do design cab-forward dos Chrysler do passado recente. À frente tem uma espécie de asa dianteira de grande dimensão como o Jaguar I-Pace ou o Dodge Charger Daytona na cor da carroçaria com um capot em preto por debaixo. As luzes e a frente são completamente novas.
As laterais são planas com a linha de cintura ascendente para cima dos para-lamas traseiros que recorda um pouco o 458. O Luce usa enormes jantes de 23 polegadas à frente e 24 atrás (também aparentemente as maiores em todos os Ferrari de estrada até agora) puxadas para as extremidades. Pode ir para as desportivas de 5 braços, mas a versão aerodinâmica melhora a autonomia em 5%.
Atrás a traseira é retangular com dois pares de farois circulares - a Ferrari aponta a inspiração aos 360 Modena e 458 Italia, mas sinceramente vejo um pouco de Nissan Skyline ou Chevrolet Impala.
O interior, ao contrário do exterior, tenta alinhar com a tradição com bastantes botões e comandos físicos. O volante é esculpido de uma peça única de alumínio com manetes atrás do volante e o conjunto de instrumentos que inclui uma conta quilômetros analógico está ligado à coluna de direção para que esteja sempre visível.
O volante não tem um mas dois "Manettinos" - o da direita controla a suspensão e controlo de tração, incluindo desligar o ESC. O segundo controlador é o "e-Manettino" para determinar os níveis de potência disponíveis. Atrás do volante tem as manetes que permite selecionar os 5 níveis do Torque Shift Engagement (TSE - como o Renault 11 que o meu pai teve) que aumenta a potência e reduz a travagem regenerativa por nível - que o pode deixar em modo Auto se preferir.
Mistura vários tipos botões físicos com o ecrã táctil - o meu favorito é o botão no tejadilho que puxa para ativar o launch control.
O ecrã táctil central para o sistema multimédia pode rodar para o passageiro dianteiro e tem comandos físicos para a climatização.
O interior parece espaçoso, já que não tem túnel de transmissão para o eixo de transmissão, permitindo sentar 3 adultos atrás que tem acesso a um pequeno ecrã e saídas de ventilação.
Na lista de opções encontrará assentos com função de massagem, assentos traseiros reguláveis, sistema áudio de 21 colunas e 3.000 W e muito mais. A mala atinge 597 litros, basicamente um Skoda Octavia.
A mecânica também não é propriamente tímida - 4 motores elétricos (um por roda) montados numa subestrutura ligada ao chassis principalmente em alumínio via blocos amortecedores para um total de 772 kW/1.050 cavalos alimentados por uma bateria estrutural de 122 kWh via um sistema elétrico de 800 volts compatível com carga rápida DC até 350 kW.
Tudo somado e o Ferrari Luce é capaz de acelerar os 5 ocupantes e 2.260 quilos de automóvel 8um pouco mais que o Purosangue) dos 0 aos 100 km\h em 2,5 segundos e 200 km\h em 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km\h e segundo a Ferrari é capaz de uma autonomia (não homologada ainda) de 530 quilômetros. Para comparação o Porsche Cayenne Turbo faz basicamente o mesmo, mas o Luce fá-lo em luxo e conforto.
Para ajudar à experiencia de condução a Ferrari resolveu inspirar-se numa guitarra elétrica para "gerar" o som - incorporaram um acelerômetro de alta precisão no eixo traseiro para capturar a vibração que depois de filtrada e amplificada é transmitida ao interior. Ou seja, não é 100% sintética como todos os "outros elétricos que os plebeus compram". E sim, pode ser desligado.
Mas a potência depende do modo de condução:
- em modo Range desliga os motores dianteiros e reduz a potencia para 430 cavalos;
- em modo Tour liga os 4 motores, aumenta a potencia para 617 cavalos e permite a velocidade máxima;
- modo Performance aumenta a potência para 972 cavalos, ativa o som "semissintético" e com o launch control salta para os 1.035 cavalos domados com a ajuda da NASA. A sério.
Recebe uma versão melhorada da suspensão ativa do F80 e direção independente nas rodas traseiras controlada eletronicamente.
Preços arrancam nos 520.000 euros antes de adicionar opcionais ou personalização.
A Skoda anunciou o nome e primeiros teasers do seu 1º suv 100% elétrico de 7 lugares que vai ser apresentado no verão de 2026 - será o Skoda Peaq. Pense num Kodiaq elétrico.
Baseado na plataforma MEB do grupo Volkswagen será uma versão de série do concept Vision 7S com o mais recente design modern solid da marca para as famílias numerosas que queiram zero emissões locais.
Adeus Kia Ceed, foi bom enquanto durante durou mas chegou a hora de deixar o palco para o novo Kia K4 que chegará (enfim) à Europa no final de 2025.
O design não é novidade nenhuma, é o mesmo da versão vendida nos EUA e outros mercados. Se lhe parece grande nas fotos então não está a ver mal - com 4,4 metros de comprimento é 16 centímetros maior que o atual Golf, é 6 centímetros mais largo que o Golf mas mais baixo. O que lhe dá uma certa presença de peso. Até a mala é maior - 438 litros contra 380 de um Golf.
Estará disponível em 3 versões: Pure, GT-Line (aplicações em preto brilhante e jantes de 17 ou 18 polegadas) e GT-Line S.
O interior é também conhecido, particularmente o esquema dos 3 ecrãs alinhados - dois de 12,3 polegadas para o conjunto de instrumentos e sistema multimédia e outro de 5,3 polegadas para os controlos de climatização.
Debaixo do capot a versão europeia do Kia K4 arranca com o 1 litro T-GDI de 115 cavalos com caixa manual de 6 velocidades ou com um sistema hibrido ligeiro acoplado com uma caixa de dupla embraiagem de 7 velocidades. Acima do 1 litro ficara o 1.6 litros T-GDI com 150 e 180 cavalos ambos com a caixa de dupla embraiagem de 7 velocidades. Em 2026 deverá chegar uma versão full hybrid.