Maserati MC20 Cielo apresentado

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A Maserati acabou de apresentar a versão descapotável do novo MC20 - este é o Maserati MC20 Cielo, que significa Ceu. Não há alterações mecânicas, muito céu aberto. E começo por dizer que quem teve a ideia para o design da cobertura da capota é um GÉNIO!






E como isso não bastasse, o tejadilho é de vidro com cristais líquidos que permitem tornar o tejadilho opaco ou transparente com um botão. O tejadilho demora 12 segundos a abrir e fechar, e acrescente 65 quilogramas de peso relativamente ao coupé.


Inicialmente apenas disponível com o motor de combustão mas também ira estar ter direito a uma mecânica 100% elétrica.

[update]Novo Mercedes EQB apresentado

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Temos mais um Mercedes elétrico - este é o novo Mercedes EQB, um suv 100% elétrico de 7 lugares que resulta de somar o GLB à mecânica do EQA que deve cá chegar no final do ano.
À frente temos o já familiar painel em preto EQ onde estaria a grelha dianteira e uma linha luminosa que une os faróis diurnos. Atrás temos a mesma faixa luminosa a toda a largura do carro e a placa de matricula desce para o para-lamas. No meio recebe jantes especificas que podem ir até às 20 polegadas.


O tablier é o mesmo do GLB, tirando alguns acabamentos específicos. O sistema multimédia MBUX recebe funções especificas aos modelos elétricos incluindo o GPS com "Electric Intelligence" capaz de considerar topografia e tempo/clima para cálculos de autonomia e planeamento de rotas. A distancia entre eixos é igual à do GLB (2,83 metros) logo o espaço interior é o mesmo - na ultima fileira de bancos a altura máxima é de 1,65 metros.


Mecanicamente a Mercedes não deu números concretos, mas devem ser os mesmos do EQA - tração dianteira ou integral com 2 motores elétricos, diferentes baterias a partir dos 66,5 kWh. Para já confirmaram que no lançamento na China terá uma versão AMG Line com 290 cavalos e para a Europa estão anunciadas 2 versões para o lançamento na Europa todas com um carregador de 11 kW de série e compatíveis com pontos de carga rápidos de 100 kW: o EQB 250 (190 cavalos com uma bateria de 66kwh) e o EQB 350 4Matic (deverá ter 243 cavalos e espera-se uma autonomia de 420 quilómetros) mas vai haver mais versões incluindo uma "long range".
update 27-05-2022

[update]Novo Toyota GR 86 apresentado

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Um pouco em contrassentido da concorrência a Toyota acrescenta mais um modelo desportivo à sua gama - depois dos GR Supra e GR Yaris temos o sucessor do GT86: o GR 86. Tive a possibilidade de conduzir o GT86 no seu habitat de eleição (a pista) e posso dizer que a ultima vez que me senti tamanho prazer e deleite 9 meses passados fui pai pela primeira vez. Poucos carros dão tanto por tão pouco. Mas lançado em 2012 o GT86 chegou ao fim da sua produção, muito provavelmente a caminho de se tornar um clássico (menos de 20.000 chegaram à Europa), mas temos uma segunda geração agora denominada GR 86.
O design é basicamente o mesmo do novo Subaru BRZ recentemente apresentado, mas a grelha dianteira é mais agressiva inspirada na do novo GR Yaris e os faróis dianteiros LED são específicos. O novo GR 86 recebe também varias melhorias aerodinâmicas para melhor estabilidade e resposta às mudanças de direção.

O interior é também idêntico ao do BRZ, os assentos recebem tecidos diferentes e o volante tem um logo GR. Temos o mesmo conjunto de instrumentos digital de 7 polegadas e o sistema multimédia com um ecrã táctil de 8 polegadas e outros acabamentos. Atrás tem mais 2 lugares para poder levar as crianças à escola e assim justificar a compra do GR86 à sua esposa\marido.



E porque em receita vencedora não se mexe, este GR 86 é mais do mesmo - continua compacto (apenas 4,27 metros de comprimento, mais 3 centímetros que a anterior geração, por 1,78 metros de largura e 1,3 metros da altura), leve graças ao uso e abuso do alumínio (1270 quilogramas apenas, para referencia um Cayman pesa 1340 quilos), centro de gravidade a beijar o chão (ok, quase a beijar o chão) e tração atrás. Até as rodas continuam a ser pequenas - pneus 215/40 em jantes de 18 polegadas.


E debaixo do capot nada de híbridos ou turbos - mantem-se o motor atmosférico de 4 cilindros opostos, mas apenas se conhece a especificação japonesa e é possível que haja diferença para a versão europeia. Dito isso, o motor de 2 litros e 200 cavalos passa para 2,4 litros sendo capas de atingir umas sonoras 7400 rpm debitando 230 cavalos às 7.000 rpm e 250 Nm de binário às 3.700 rpm no eixo traseiro via uma caixa manual ou automática ambas de 6 velocidades. Este novo modelo acelera dos 0 aos 100 km\h em 6,3 segundos, 1,1 segundos mais rápido que o modelo anterior. Mas não é só mais potência, a Toyota assegura que este motor tem uma melhor resposta e mais suave do fundo ao topo das rotações.


Pena que este GR 86 possa a vir a ser o "ultimo dos moicanos" do prazer da condução a um preço acessível do mundo automóvel. Agora só falta o "hipercarro" GR Super Sport para completar a família GR.


update 27-05-2022

[update]Renault Scenic Vision concept apresentado

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Este é um concept interessante por múltiplas razões - este é o Renault Scenic Vision, um hibrido a hidrogénio que anuncia o próximo Scenic previsto para 2024 e muitos novos materiais.

Em termos de design recorda o concept Morphoz com um pouco da silhueta do Megane E-Tech Electric e segundo o CEO da Renault Luca de Meo anuncia o próximo Scenic que deverá chegar em 2024.




O interior é definitivamente fantasia incluindo as portas de abertura oposta.



Normalmente quando houvemos a palavra "automóvel hibrido" imaginamos um motor de combustão a trabalhar em conjunto com um motor elétrico alimentado por uma pequena bateria elétrica carregada pelo motor/movimento ou até uma tomada elétrica. Mas neste caso a Renault fez algo completamente diferente: é um 100% elétrico com uma bateria normal que é carregada...por uma célula de combustível alimentada a hidrogénio. Sim, um hibrido a hidrogénio.

Baseado numa versão esticada da plataforma CMF-EV da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi usa o motor elétrico com 160 kW/218 cavalos e caixa de velocidades do novo Megane E-Tech Electric alimentado por uma nova bateria de 40 kWh (que deverá ser produzida a partir de 2024 e é supostamente mais pequena, mais leve e mais barata que as atuais da mesma capacidade). Mas para manter a bateria carregada é utilizada uma célula de combustível de 16 kW/22 cavalos alimentada por um tanque de hidrogénio - é um extensor de autonomia a hidrogênio.

Basicamente tornaria a carga mais rápida sem carregamento propriamente dito. A Renault diz que este concept é capaz de uma autonomia de 800 quilómetros - com a bateria carregada e um tanque de hidrogênio. Para a mesma autonomia um 100% elétrico pesaria o dobro.

Segundo a Renault este Scénic Vision tem uma pegada de carbono 75% mais pequena que um 100% elétrico convencional, 70% dos materiais usados na construção são reciclados e é 95% reciclável.
update 27-05-2022

Algo para o fim de semana

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O que vou fazer este fim de semana? Principalmente ver as 24 Horas do Nurburgring! Também podes ver em inglês no Youtube.


[update]Novo BMW i7 apresentado

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A BMW resolveu tratar de 2 Mercedes com uma cajadada só - para lidar com o Mercedes EQS e Classe S a BMW resolveu acabou de apresentar os novos BMW i7 e BMW Série 7. Ao contrário da Mercedes que deu designes distintos para os EQS e Classe S, poucas são as diferenças entre o i7 e Série 7 - é a mesmas carroçaria e interior, mas debaixo do metal é que temos as grandes diferenças. Mas como o i7 será o primeiro a chegar aos concessionários (em dezembro de 2022) comecemos por ele - e posso resumir (ambos os modelos) em 2 palavras: "Cinema móvel".

Exteriormente como podemos ver não é propriamente discreto ou subtil - temos uma enorme grelha que pode ser iluminada e faróis matrix LED em 2 andares semelhantes ao do recentemente atualizado X7. Os faróis "do andar de cima" incluem cristais Swarovski e fazem o papel de piscas e luzes diurnas, enquanto os do andar de baixo são os faróis normais.

As laterais são até simples mas a traseira é bastante trabalhada com vincos, ondulações e uma faixa cromada a ligar os faróis traseiros. Ao contrário das anteriores gerações que existia uma versão curta e longa, ambos novos Série 7 e i7, só vão estar disponiveis numa distancia entre eixos e as jantes são de 19 polegadas. A versão 100% elétrica i recebe elementos decorativos em azul, os logos "i" e claro não tem o escape traseiro. Se for para a M Sport recebe um para-choques dianteiros mais agressivo, detalhes visuais em preto e jantes de 20 polegadas.





Mas se está a torcer o nariz ao exterior então está a olhar para o lado errado do novo i7 - olhe para o interior. Alguns elementos são do iX como o volante, o display curvo, elementos em cristal, cachemira, couro Merino e mais. No tablier temos um elemento interessante - a "Interaction Bar": um painel tipo vidro retroiluminado que se estende por todo o tablier incorporando alguns dos poucos botões físicos. A luz ambiente é configurável pelo utilizar e reage com animações.





Recebe ainda a nova versão do iDrive OS8, portas automáticas e ar condicionado de 4 zonas. Pode adicionar um sistema áudio Bowers and Wilkins com tweeters iluminados, assentos traseiros reclináveis até 42.5 graus e até um ecrã de cinema para os assentos traseiro.

Este é o BMW Theatre Screen, um ecrã de 31,3 polegadas 8K táctil com comandos nos painéis das portas, um sistema áudio Bowers and Wilkins de 18 colunas, uma cortina blackout para o vidro traseiro e os assentos vibram e pulsam com o áudio do filme. Para assegurar a melhor exposição cinemática a suspensão é ativa pneumática, direção nas 4 rodas e climatização de 4 zonas.



Inicialmente o i7 estará penas está disponível na versão xDrive60. Como a designação xDrive indica trata-se de uma versão com 2 motores elétricos (à frente com 259 cavalos/193 kW e atrás 312 cavalos/233 kW) debitando um total de 544 cavalos e 745 Nm de binário alimentados por uma bateria de 101.7kWh. Inclui um carregador interno de 11 kW AC e é compatível com carregadores DC até 195 kW. Tudo somado e o i7 xDrive60 é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km\h em 4,7 segundos, atingir uma velocidade máxima de 240 km\h e uma autonomia WLTP entre 523 e 657 quilómetros dependendo dos opcionais selecionados.

Claro que é inevitável comparar o i7 xDrive60 com o rival mais próximo da Mercedes - o EQS 580 4Matiq:
- o i7 tem mais potência (544 contra 523 cavalos);
- o EQS tem mais binário (854 contra 745 Nm);
- o EQS é mais rápido dos 0 aos 100 km\h (4,5 contra 4,7 segundos);
- o i7 atinge 240 km\h e o EQS está limitado a 208 km\h;

A gestão da bateria foi também apurada. Tal como nos iX e i4 a regeneração ativa controla semáforos e descidas para aumentar a travagem regenerativa. É também aumentada ao aproximar de um cruzamento e numa secção mais inclinada os motores elétricos podem ser desligados. A temperatura da bateria durante carga DC é mais precisamente controlada, alternando entre fases de arrefecimento parcial e total, e a velocidade de carga reduz de forma gradual ao chegar aos níveis mais elevados de carga (ao contrario de uma queda abrupta) para reduzir não só o esforço nas células da bateria mas também o tempo de carga.

A BMW adiantou que em 2023 vamos ter uma versão i7 M70 com 660 cavalos.
update 27-05-2022

Momento "o que pode correr mal" do dia

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O que pode correr mal?


Moke Eletric chegou...e eu quero!

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Existe uma condição médica que explique alguém não conseguir resistir a automóveis "peculiares" por mais impráticos ou descabidos que sejam? É que comprei um Renault Twizy, adoro o Morgan 3 Wheeler, Citroen Mehari que a minha mãe teve, o Fiat Multipla original, a Renault Avantime, o Toyota Sera, o Nissan S-Cargo...e agora o Moke elétrico! Em amarelo para mim!

Depois de inicialmente lançado com motor de combustão chega enfim a versão 100% elétrica do novo Moke, mesmo a tempo do verão e marcando o fim da versão de combustão.




Tem um motor traseiro de 33 kW que num veiculo de 800 quilogramas (3,23 metros de comprimento por 1,66 metros de largura e 1,55 metros de altura) significa acelerar dos 0 aos 100 km\h em 4,5 segundos e uma velocidade máxima limitada de 100 km\h. Não dizem a capacidade da bateria mas indicam que uma autonomia de 144 quilómetros e um tempo de carga de 4 horas via uma tomada Type 2. Pode ser pedido com volante do lado certo e do lado britânico, mas é caro - 35.000 euros mais IVA!

Top Gear - segmento perdido

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Tropecei neste vídeo - um segmento da segunda série do Top Gear (quando James May chegou) que nunca foi transmitido: os 3 apresentadores e 6 convidados apresentam para votação o que acham ser o automovel mais importante de todos.


  • McLaren F1 (Murray Walker)
  • Jaguar Type-E (Chris Barrie)
  • Ford Mustang (Jeremy Clarkson)
  • London Taxi (A.A. Gill)
  • Land Rover (Richard Hammond)
  • Fiat 500 (Nick Mason)
  • Rolls-Royce Silver Cloud (Stuart Hall)
  • Citroen DS (James May)
  • Audi Quattro (Graeme Le Saux)

Novo BMW M4 CSL apresentado

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O motor de combustão está nas cordas (uma metáfora de boxe) mas não vai sair sem uma luta - e é isso que é o BMW M4 CSL. Mais leve, mais potente e mais rápido que o M4 Competition, são 550 cavalos para os 50 anos do CSL ou "Competition, Sport, Lightweight". Segue a mesma receita dos seus antepassados 3.0 CSL, M3 E46 CSL e M4 GTS - o departamento M pegou num M4 Competition e aplicou a sua versão de magia negra. Se quer um corra porque só vão fazer 1000 unidades.

E antes demais - ele parece seriamente chateado da vida! Recebe um kit de carroçaria especifico com spliters dianteiros e traseiros em fibra de carbono, faróis laser com luzes diurnas amarelas, elementos da carroçaria em fibra de carbono, faróis traseiros redesenhados e jantes de tamanhos diferentes (19 à frente e 20 átras) completam uma imagem de agressão destilada e concentrada.





Conseguiram cortar 100 quilogramas ao peso total relativamente ao M4 para um valor final de 1625 quilogramas graças a uma dieta extrema: retirar do assento traseiro, simplificação da linha de escape em titânio (pouparam 4,3 quilogramas), discos de travagem em carboceramica (mais leves em 14,3 quilogramas), as jantes e suspensões específicas poupam 21 quilos, retiraram o isolamento sonoro para poupar 15 quilos e abuso da fibra de carbono um pouco por todo o lado (tejadilho, capot, nos assentos M Carbon que permitem tirar o encosto de cabeça para conduzir com capacete, etc) para o resto. E apenas poderá ter o seu M4 CSL em branco, preto ou cinzento para cortar na peso dos pigmentos.



No interior recebe ainda cintos de segurança de 6 pontos e uma overdose de fibra de carbono e alcantara.

Debaixo do capot o motor S58 no M4 conseguia debitar 510 cavalos de 3 litros de capacidade mas alguns pozinhos mágicos (cabeça do motor impressa 3D, aumentar pressão dos turbos para 2,1 bar e nova cartografia da gestão do motor) passando a debitar 550 cavalos - quase nos 200 cavalos/litro que poucos conseguem. Para lidar com a potencia extra a caixa automática de 8 velocidades e controlo de tração foram reprogramados, recebe a suspensão SelectDrive M rebaixada em 8 milímetros relativamente ao M4 Competition, discos de travagem de carbo-cerâmica escondidos por detrás de jantes especificas (de 19 polegadas à frente e 20 atrás) que calçam pneus específicos.

Tudo somado e não só acelera dos 0 aos 100 km\h em 3,7 segundos mas ficamos com o BMW mais rápido de sempre no Nürburgring - uma volta em 7:15 no circuito curto (20,6 quilómetros) e 7:20 no circuito completo (20,8 quilómetros).