Confirmado em abril via um concept homônimo o futuro Smart #2 será oficialmente apresentado no salão automóvel de paris e enquanto esperamos a Smart deu mais detalhes e imagens.
O tablier será em forma de um S continuo e ao invés de dois assentos separados o Smart #2 vai ter um banco único a toda a largura do carro, com os botões dos vidros elétricos e um compartimento que inclui suporte de copos no centro.
O Smart #2 irá estrear uma nova plataforma designada ECA (Electric Compact Architecture) com o motor elétrico e tração atrás. Contará com uma suspensão independente multibraços atrás para melhor conforto e comportamento e terá uma bateria 35,7 kWh que permitirá uma autonomia de 300 quilômetros. Para referencia o anterior Fortwo EQ só conseguia fazer cerca de 130 quilômetros e não tinha carregamento rápido.
Atualizado em março de 2024 o atual Audi A3 recebe uma segunda atualização depois do lançamento em 2020, por dentro e por fora, para se manter atual.
Exteriormente as diferenças não são muitas - recebe uma nova assinatura luminosa LED e um para-choques dianteiro redesenhado para melhor fluxo de ar.
Mas no interior recebe um novo tablier inspirado nos Audi mais recentes, com uma peça de vidro curva única a incorporar os ecrãs do conjunto de instrumentos de 11,9 polegadas e o do sistema multimédia com 12,8 polegadas.
Ao nível das tecnologia o A3 atualizado recebe cruise control com manutenção de faixa e distancia até 210 km\h e travagem automática nos semáforos vermelhos.
Debaixo do capot mantem-se os microhibridos 1.5 turbo a gasolina com 116 cavalos e o 2.0 turbo diesel com 150 cavalos, os hibrido plug-in com 204 e 272 cavalos capazes de uma autonomia elétrica de 140 quilômetros e no topo os S3 de 245 cavalos e o tenebroso RS3 de 394 cavalos.
Depois de Enyaq (2020), Elroq (2025) e Epiq (05/2026) este é o novo Skoda Peaq (pense Kodiaq elétrico) o maior suv da marca com 4,87 metros de comprimento capaz de receber 7 passageiros e uma autonomia até 640 quilômetros. Se estava a olhar para os Peugeot E-5008, Kia EV9 ou Hyundai Ioniq 9 agora tem mais um para ir ver.
Exteriormente o Skoda Peaq (nestas imagens na versão Sportline) tem presença, um visual sólido e fica algures entre carrinha crossover e SUV, mas sem duvida enorme - 4,87 metros de comprimento (mais 22 centímetros que o Enyaq, mas entre as duas versões do primo ID.Buzz que varia entre 4,7 e 5 metros) e quase 3 metros entre rodas. Mantem muitos do design "Modern Solid" e detalhes do concept Vision 7S como a frente, farois em T e infelizmente as pegas das portas ocultas, mesmo com a Skoda a assegurar que funcionam em caso de acidente.
Gosto do detalhe do pilar C grosso que corta a superfície vidrada como uma extensão do para-lamas traseiro. Apesar do todo o tamanho a Skoda conseguiu que o Peaq conseguisse um coeficiente aerodinâmico de 0,249 enquanto o Ioniq 9 fica por 0,269.
O interior mantem a veia simplista mas apurada do exterior com mais que um zest de Volvo EX90. Temos um tablier horizontal dominado pelo ecrã táctil de 13,3 polegadas do sistema multimédia de base Android, um ecrã de 10 polegadas como conjunto de instrumentos para o condutor atrás do volante mas mantem alguns botões físicos (ao contrário do acima mencionado EX90). Os acabamentos parecem de qualidade, semelhantes aos da Mercedes.
Gosto particularmente do detalhe como a mesinha rebatível na consola central e a possibilidade de guardar a cobertura da mala na frunk! O Peaq parece ser bastante espaçoso, sem dúvida graças à distancia entre eixos de 2,97 metros, permitindo sentar 7 pessoas.
A nível de equipamento pode ter tejadilho de vidro eletrocromático de 2,1 metros quadrados, câmara para visão de 360º, head-up display de alta resolução, sistema áudio Sonos de 755 W, se for para Relax Package recebe assentos dianteiros com massagem e descanso de pés, uma nova versão do Travel Assist, suspensão Dynamic Chassis Control e mais. Em termos de capacidade de mala com 5 lugares o Peaq consegue uma bagageira de 935 litros e com 7 lugares reduz para 299 litros. Mas não acaba aí - à frente tem uma frunk de 37 litros para os cabos de carga e curiosamente a cobertura da mala.
Mecanicamente este Peaq usa a mais recente versão da plataforma MEB do grupo Volkswagen e estará disponível com 2 baterias (63 kWh e 91 kWh) e 3 motorizações: o Peaq 60 com a bateria de 63kWh debita 204 cavalos e anuncia uma autonomia até 450 quilômetros, ambos com a bateria de 91 kWh o Peaq 90 com 286 cavalos e uma autonomia de 640 quilômetros e no topo da gama o dual motor Peaq 90x com 299 cavalos e uma autonomia de 610 quilômetros. O sistema elétrico permite carga rápida até 200 kW e carga bidirecional.
Apresentado em 2021 o Renault Mégane E-Tech recebe uma atualização que inclui um visual mais agressivo, novas regulações de chassis e mais autonomia cortesia de uma bateria maior.
Exteriormente recebe uma nova frente, incluindo novos farois, novas luzes diurnas e para-choques. O perfil pouco muda, e atrás recebe novos farois de visual 3D inspirados nos do novo Clio. Devido à nova bateria a altura aumenta 2 centímetros para 1,52 metros.
No interior as alterações são poucas: novas cores, novos materiais e nova iluminação LED. O tablier é o mesmo, incluindo o conjunto de ecrãs de 12,3 polegadas para o conjunto de instrumentos e ecrã tactil de 12 polegadas para a mais recente versão do sistema multimédia openR link de base Google.
Recebe um novo modo de condução de um pedal com 4 níveis de travagem selecionáveis via manetes no volante e uma nova câmara no pilar A esquerdo para vigiar e reconhecer o condutor: usando a câmara para identificar o condutor é possível registar até 5 perfis de 9 definições (incluindo regulação do assento, espelhos retrovisores, rádio e outras).
Em termos de mecânica o Renault Mégane E-Tech mantem o motor de 220 cavalos alimentado por uma bateria LFP de 67 kWh uteis (antes era de 60 kWh de química NMC) que permite uma autonomia WLTP de 500 quilômetros (anterior versão conseguia 470 quilômetros) compatível com carga DC até 165 kW (antes conseguia carga até 130 kW) e AC até 11 kW (opcionalmente pode ser de 22 kW). Devido à maior bateria este novo modelo é 70 quilogramas e o chassis recebeu novas regulações, novas molas e direção recalibrada.
O primeiro Audi Allroad surgiu em 1999, e quase 30 anos depois a Audi apresenta uma nova A6 Allroad um ano depois da apresentação da nova geração A6 e A6 Avant. Pelas imagens publicadas eu batizava esta a quinta geração de "AllBruta" - baixem a suspensão e poderia ser um novo RS6!
A receita é simples: transmissão integral, carroçaria especifica alargada em 11 centímetros para 1,98 metros, distancia ao solo aumentada (altura varia entre 1,48 e 1,51 metros graças à suspensão pneumática de série), jantes específicas, para-choques e proteções de carroçaria específicos.
O interior é basicamente o do A6 normal mas com gráficos e controlos específicos no sistema multimédia. Em termos de capacidade da mala a versão diesel tem uma capacidade, com 5 lugares, de 466 litros enquanto a versão hibrida plug-in e-Hybrid só consegue 404 litros devido à bateria.
Debaixo do capot desta nova Audi A6 Allroad usa motorizações já conhecidas ambas com a caixa de velocidades S-tronic e tração integral: a diesel o V6 de 3 litros TDI de 299 cavalos com o sistema micro-hibrido de 48 volts (acelera dos 0 aos 100 km\h em 5,4 segundos e atinge 250 km\h), e a gasolina temos o hibrido plug-in e-Hybrid com o 4 cilindros turbo de 2 litros com um total de 367 cavalos (acelera dos 0 aos 100 km\h em 5,5 segundos e atinge 250 km\h) que graças à bateria de 25,9 kWh brutos permite uma autonomia de elétrica de 95 quilômetros mas reduz a capacidade da mala para 404 litros.
Um modelo 100% novo e não é um SUV?! E é uma monovolume?! Enquanto mando alguém ver se o inferno congelou falemos da nova Mercedes VLE que vem substituir a EQV lançada em 2019. Este é a 1ª variante da nova Classe V que conta com um sistema elétrico de 800 volts, autonomia até 700 quilômetros, carga rápida até 300 kW e as mais belas jantes que já vi numa carrinha.
Antes de mais é preciso falar da designação - o "E" em "VLE" não significa elétrico mas é uma referencia ao Classe E em colocação na gamam. Sim, vamos ter uma VLE com motorização hibrida e mais adiante teremos a VLS que alinhará com o Classe S. Será que vamos ter uma Maybach VLS?
Exteriormente é uma versão (ligeiramente) suavizada do concept Mercedes Vision V, mas mantendo aquela enorme grelha dianteira com o contorno iluminado, flancos trabalhados, o tejadilho a descer para a traseira aerodinâmica em que o vidro abre independentemente da tampa da mala. Adoro o pormenor como na traseira os farois LED incorporam o terceiro STOP e envolvem toda a traseira.
Falando em vidros, aqueles enormes vidros laterais descem completamente para dentro das portas - não há vidros de abertura a compasso como nas "carrinhas comuns". Pode escolher entre vários padrões na relha dianteira e jantes até 22 polegadas.
Estará disponível com 2 comprimentos (5,30 e 5,49 metros) e 2 distancias entre eixos (3,34 e 3,52 metros), 1,99 metros de largura e 1,94 metros de altura. Mas para compensar o tamanho terá direção no eixo traseiro permitindo um diâmetro de brecagem de 10,90 metros - basicamente o mesmo que novo CLA que só mede 4,72 metros de comprimento. Se isso não o convence o assistente de estacionamento é de série.
No interior o tablier da nova VLE pode receber até 3 ecrãs - um conjunto de instrumentos digital de 10,25 polegadas para o condutor, um ecrã táctil central de 14 polegadas e outro igual para o passageiro todos a correr a mais recente versão do sistema MBUX. Isto se for para as versões mais caras claro.
O condutor recebe ainda um headup display de 23,1 polegadas e os passageiros traseiros em ecrã retrátil de 23,1 polegadas no formato 32:9 resolução 8K e um sistema áudio de 22 colunas para que os 6,8 ou 9 passageiros possam ver um filme durante a viagem.
As portas deslizantes elétricas de série, com 3 fileiras de assentos a VLE ainda consegue uma bagageira de 795 litros que passa para 4.078 litros se retirar os assentos traseiros.
Esta Mercedes VLE é baseada na plataforma VAN.EA, que também servira de base às versões como motores a combustão - apesar de designações diferentes (VAN.EA para elétrica e VAN.CE para combustão) partilham mais de 70% de componentes, logo basicamente idênticas. Estas plataformas também vão ser usadas nas próximas Vito e Sprinter previstas para 2027. A Classe V actual continuará a ser comercializada até a VLE hibrida chegar ao mercado.
Nesta versão elétrica da Mercedes VLE a plataforma VAN.EA inclui um sistema elétrico de 800 volts compatível com carregamento rápido até 300 kW (e postos de 400 volts) e uma bateria NMC de 115 kW capaz de uma autonomia WLTP de 700 quilômetros. A gama começa com a VLE 300 que debita 272 cavalos no eixo dianteiro e a Mercedes VLE 400 4Matic a debitar 415 cavalos nas 4 rodas. Em 2027 chegará a VLE250 com uma bateria de 80 kWh e as motorizações hibridas a combustão.
A suspensão pneumática ativa é opcional, permitindo variar a distancia ao solo em 40 milímetros e adaptar-se ao tipo de estrada graças ao Google Maps para maximizar autonomia. A direção no eixo traseiro é de série para compensar o tamanho.