[update]MazdaDiscovers - vídeo

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A Mazda iniciou uma webseries no YouTube chamada "#MazdaDiscovers" em que viajam pela Europa para ver artesões modernos - primeira paragem foi em Lisboa! Como é habitual irei atualizando este post sempre que sair um novo episódio.


Episódio 1 - de Madrid a Lisboa para ver as pranchas de surf em madeira da Yoni surfboards.


Episódio 2 - de Colónia a Roma para conhecer Nonna Nerina e o fabrico tradicional de Pasta.


Episódio 3 - de Londres a Paris para conhecer Nicolas Pinon, um dos artistas europeus mais conhecidos da Kintsugi: a arte japonesa de reparar uma cerâmica quebrada com laca espanada ou misturada com pó de ouro, prata ou platina.


Episódio 4 - de Versailles a Zurich para conhecer Eric Blumde, um famoso chapeleiro/fabricante de chapéus.


Episódio 5 - de Gotemburgo a Copenhaga para conhecer Pernille Snedker Hansen, uma artista de Marbeling - uma técnica de pintura sobre uma superfície molhada.


Episódio 6 - Ben Jaworskyj visita o Japão, Tóquio para ser exato, para visitar a oficina de Hirata onde marido e esposa fabricam facas usando as técnicas tradicionais japonesas para criar laminas sem rival.


Episódio 7 - Joe Allam explora o mundo do Kaiseki, a versão japonesa do "fine dining".


Episódio 8 - Ellis van Jason viaja de Zurique a Berlim para conhecer o mestre fermentador Markus, criando novos produtos pela arte da fermentação.


2ª época

Episódio 1 - neste 1º episódio da 2ª série do Mazda Discovers Denis Barbas conduz até Praga num Mazda CX-60 para conhecer Oliver Braun, um prodígio na arte do gesso e reboco.


Episódio 2 - no 2º episódio do Mazda Discovers o italiano Oliver Astrologo viaja para a aldeia espanhola de Grazalema para conhecer José Luis Bazán e o seu filho Ben. Ambos artesões/escultores de couro que criam verdadeiras obras de arte que já surgiram em publicações como a Vogue.


Episódio 3 - neste 3º episódio Kay Van Huisseling viaja de Amesterdão a Berkshire no Reino Unido para conhecer Richard que fabrica barcos e canoas de madeira de forma manual usando tecnicas clássicas.


Episódio 4 - de Inglaterra e canoas artesanais para a Austria e o fabrico de skis pelos artesões Michael Freymann e Peter Pfeifer.


Episódio 5 - Viajar de Vienna a Frankfurt ao volante do Mazda CX-60 para conhecer o fabricante de relógios alemão Sinn que faz da medição do tempo uma arte.


Episódio 6 - neste episódio James Matthews aventura-se pelos Alpes ao volante do Mazda 2 para conhecer o artista polaco Jan Bajtlik.


Episódio 7 - neste episódio Eric atravessa Marrocos num Mazda CX-60 para conhecer Jamal e a arte dos ladrilhos marroquinos tradicionais na cidade azul de Chefchaouen.



Série 3
Episódio 1 - neste episódio James Matthews viaja ao volante de um Mazda CX-60 à cidade de Veneza para conhecer Leonardo (tinha que ser um Leonardo…) para aprender sobre o fabrico tradicional de globos.


Episódio 2 - neste segundo episódio Erik Hedenfalk leva o Mazda MX-30 R-EV até Albufeira (Portugal) para conhecer a artista têxtil Vanessa Barragão, que cia tapetes e tapecçarias inspiradas na vida aquática.


Episódio 3 - neste episódio James leva o Mazda CX-80 até Diedesheim (Alemanha) para conhecer Jens Ritter, que constroi guitarras elétricas para estrelas e colecionadores. Ele construiu a sua primeira guitarra aos 8 anos usando um pedaço de madeira e uma lata de biscoitos...


Episódio 4 - neste episódio Erik Hedenfalk visita o escultor grego Tom von Kaene em Naxos que ainda segue as palavras de Michelangelo: "Eu vi um anjo no marmore e trabalhei-o até o libertar"


Episódio 5 - Neste episódio viajamos para o estúdio da Mazda Europe em Frankfurt para conhecer o diretor de design Jo Stenuit e o novo Mazda6e.



Série 4
Episódio 1 – no primeiro episódio da 4ª série do Mazda Discovers James conduz o novo Mazda 6e 100% elétrico até Estocolmo para conhecer o mestre do vidro Martin Ehrensvärd.


Episódio 2 - neste episódio Jacob viaja num Mazda CX-80 para Florença para explorar a arte italiana do artesanato de terracotta.


Episódio 3 - neste episódio Luke Jackson Clark viaja num Mazda3 pelo pais usado como inspiração visual para o inferno (aka Islândia) para conhecer Asthildur Magnusdaughtir que tece belas peças da famosa lã islandesa.


Episódio 4 - neste episódio Erik Hedenfalk atravessa a França num Mazda CX-30 para conhecer Eloïse Baro que fabrica e restaura mosaicos em monumentos como a Basilica Notre-Dame de la Daurade em Toulouse.

Vendas Tesla Fevereiro 2026 - evolução

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Mais um mês que termina, mais uma vista de olhos às vendas europeias da Tesla para ver se a marca americana consegue inverter a queda continua dos dois últimos anos. Assim que mais mercados comunicarem dados irei atualizando este post.

Mercados em queda: 
Dinamarca: vendas caíram 18%;
Itália: vendas caíram 7%;


Mercados em crescimento:
França: vendas cresceram 55%;
Noruega: vendas cresceram 32%;
Espanha: vendas cresceram 74%;
Bélgica: vendas cresceram 14%;
Portugal: vendas cresceram 112,1%;

Skoda expande produção de baterias

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A Škoda investiu 205 milhões de euros para expandir a produção de baterias na fábrica de Mladá Boleslav, tornando-se no maior produtor de baterias para os BEV no grupo Volkswagen.


Gerações BMW Série 3 - vídeo

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Um vídeo para os fãs do BMW Série 3 - estamos claramente em contagem decrescente para o próximo BMW Portugal Série 3 e i3.


Diretor do Cybercab deixa a Tesla

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Poucos dias depois da primeira unidade do Cybercab sair da linha de produção e supostamente a um mês do inicio da comercialização (abril 2026 segundo Elon Musk) o diretor do programa Cybercab Victor Nechita deixou a Tesla.

[update]"Automóveis com longas vidas"

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O artigo "Automóveis com longas vidas" dedicado aqueles automóveis que tiveram (com mínimas alterações) uma carreira extremamente longa (alguns ainda em produção algures no mundo) está um pouco comprido e esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta seguir o link para o artigo completo. Desta vez, acrescentamos o primeiro Seat Ibiza .

"O mau, o feio e o estranho do mundo automóvel" atualizado

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Infelizmente o artigo "O mau, o feio e o estranho do mundo automóvel" está tão comprido que esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta seguir o link para o artigo completo - desta vez acrescentei os sinalizadores de mão mecânico dos anos 20..

Polestar 6 - outro Tesla Roadster2?

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Apresentado em 2022 como o Polestar O2 concept e mais tarde ao publico como o Polestar 6 LA Concept a marca sueca rapidamente esgotou as 500 unidades que planeava produzir e começar a entregar em 2026. Infelizmente para os felizardos que reservaram um em 2022 (com o obrigatório depósito de 25.000 dólares) afinal vão ter que esperar até 2029 para receber os seus veículos. Deja vu?
Quem o disse foi o CEO da Polestar Michael Loscheller à Auto Express - os suecos estão a priorizar os modelos mais lucrativos com a atualização do 2 e o desenvolvimento do 7, e apesar do 6 Roadster ainda estar nos planos - os planos mudaram para 2029: 7 anos de espera. Para referência para o Tesla Roadster 2 era exigido um depósito de 50.000 dólares e está atrasado 8 anos.

Carga ultrarrápida afeta bateria...mais ou menos

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Com tempo têm sido publicados mais estudos sobre a durabilidade das baterias usadas em automóveis elétricos e este mais recente da Geotab sobre se o uso de cargas rápidas degrada prematuramente as baterias de tração tem um twist: segundo este estudo o uso regular da carga ultrarrápida (igual ou superior a 100 kW) duplica a velocidade da degradação da bateria.

Dito isto parece mau, mas há contexto: a perda de capacidade passa de 1,5% para 3%. Sim duplica...mas continua a ser um valor muito baixo. Isto significa que usando regularmente a carga ultrarrápida após 8 anos a bateria do automóvel ainda terá quase 79% da capacidade inicial. Mesmo assim não abuse deste tipo de cargas.

Para este estudo a Geotab avaliou 21 modelos diferentes num total de 22.700 automóveis e uma coisa é clara - as baterias modernas têm-se aguentado melhor que o esperado: em 2024 a taxa média de degradação observada era de 1,8% por ano passando para 2,3% por ano em 2025. Este aumento não se deve a problemas de qualidade da bateria, mas a uma mudança na utilização com cada vez mais uso do carregamento rápido de corrente contínua (DC). A perda de capacidade é gradual e natural, com a taxa de degradação a depender muito das condições de uso. Mas observou uma constante: os veículos que recorrem massivamente ao carregamento DC a cima dos 100 kW vêm a capacidade das baterias cair mais depressa.

Veículos que utilizam carregamento rápido (acima dos 100 kW) em menos de 12% das cargas totais apresentam uma degradação média anual de 1,5%. Acima de 12% das cargas em DC rápida a degradação sobe para quase 2,5% ao ano. Nos casos mais extremos a perda pode chegar a 3,0% por ano, quase o dobro da de um veículo carregado principalmente em corrente alternada (AC) ou contínua (DC) de baixa potência.

Porque este salto nos 100 kW? A partir deste valor a recarga é eletroquimicamente mais agressiva favorecendo o "lithium plating" que reduz a capacidade útil da bateria. Este fenômeno afeta ambas as baterias LFP (Lítio-Ferro-Fosfato) e NMC (Níquel, Manganês e Cobalto), mas as LFP resistem melhor a este stress.


Outras conclusões e fatores
- Temperatura: a potência não é o único parâmetro decisivo, a temperatura também afeta a longevidade. Em zonas onde a temperatura média ultrapassa os 25°C a degradação da bateria aumenta cerca de 0,4% ao ano relativamente a zonas de clima temperado. Por outro lado, carregamento rápido em temperaturas abaixo de zero pode causar danos estruturais permanentes sendo critico o uso de sistemas de pré-condicionamento térmico.

- Tipo de veiculo: o tipo de veículo também é importante. Os veículos comerciais ligeiros, carrinhas e veículos multiuso que são submetidos a ciclos intensivos e recargas maiores apresentam uma degradação média anual de 2,7%. Os automóveis particulares ligeiros apresentam um valor aproximadamente de 2%.

- Frequência de uso: os veículos usados mais frequentemente apresentam uma taxa de degradação aproximadamente 0,8% mais rápida que os menos frequentemente utilizados. A diferença é mínima.

- Quebra um mito: carregar a bateria ocasionalmente até 100% não causa problemas. Utilizar uma ampla faixa de carregamento não tem um impacto significativo, a menos que o veículo permaneça por longos períodos com carga abaixo de 20% ou acima dos 80%. É a repetição dos extremos que acelera o envelhecimento.


Em conclusão e resumindo, segundo este estudo após 8 anos uma bateria mantém em média 81,6% da capacidade inicial, 78% para os que mais usam as carga ultrrapidas. Acima dos 70% a 75% SOH das garantias dos construtores.

Badge engineering - atualização

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Infelizmente o artigo "Badge engineering" está tão comprido que esmaga os posts anteriores - daí que a partir de agora atualizo o artigo mas não o puxo para a frente, basta clicar no link para o artigo completo dedicado aos múltiplos casos em que uma marca trocam apenas o logo e o nome num produto pré-existente de outra marca. Desta vez acrescentei o primeiro SEAT Ibiza.

Novo Audi RS5 apresentado

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A Audi acabou de apresentar o seu novo RS5 que vem substituir os anteriores RS 4 e RS 5 mas sem variante coupé. E a Audi Sport definitivamente atirou com tudo o que tinha à mão e ais ainda - ainda mais potência cortesia da sua primeira motorização desportiva hibrida plug-in acima de 600 cavalos e um visual a condizer! Continua disponível em liftback e carrinha Avant para as famílias eternamente atrasadas.


Exteriormente recorda-me daquela música dos Roxette - "She's got the look". É agressivo e bruto, e provavelmente o ultimo Audi assimtendo em conta o que o Concept C anuncia para o futuro design da marca. Relativamente ao modelo base tirando o tejadilho, mala e capot quase todos os outros painéis exteriores são diferentes - modificados ou específicos para o RS.


À frente temos uma grelha maior ladeada com entradas de ar, luzes diurnas recebem padrão em bandeiras de xadrez que podem ser complementadas por elementos com em fibra de carbono, para-lamas foram alargados e as vias dianteiras e traseiras alardas em 40 milímetros para receber as jantes de 20 ou 21 polegadas. Relativamente ao A5 "normal" é 4,5 centímetros mais largo de cada lado para um total de 1,95 metros sem os retrovisores.



Atrás recebe um aileron de 2 peças, um difusor traseiro inspirado no Porsche 911 type 992 e 2 grandes saídas de escape ovais capazes de cuspir os gatos engolidos pela grelha! 

O interior mantem bastante do A5 "normal" com a possibilidade de ter 3 ecrãs no tablier, mas recebe assentos desportivos ventilados e massagem, acabamentos em fibra de carbono e microfibra Dinamica por todo o interior e o volante recebe comandos rotativos para "boost" e seleção do modo de condução incluindo dois modos de condução específicos para aproveitar o diferencial RS Torque Control: "RS Sport" para maximizar a aderência e "RS Torque Rear" quando lhe apetecer divertir-se um pouco e deixar a traseira sair um pouco. Ambos modos mantêm a bateria constantemente a 90% para assegurar potência máxima está sempre disponível.

Os assentos traseiros parecem ser práticos para adultos mas a mala é de apenas 361 litros devido à bateria de 25,9 kWh (22 kWh uteis) no fundo.

Debaixo do capot temos o V6 biturbo de 2.9 litros do anterior RS 4 passa a de 450 para 510 cavalos graças à nova geometria de turbos, novos intercoolers, novo ciclo de combustão e mais - segundo a Audi 60% do motor foi modificado. É ajudado por um motor elétrico de 177 cavalos alimentado pela acima mencionada bateria de 22 kWh que permite uma autonomia elétrica de 80 quilómetros. Tudo somado e temos 639 cavalos e 825 Nm de binário (mais que o V10 no ultimo Audi R8) debitados nas 4 rodas via uma caixa automática de 8 velocidades e sistema quattro com um diferencial central Torsen capaz de distribuir a potência entre o eixo dianteiro e traseiro conforme as necessidades (varia entre 70/30 a 15/85 frente/trás).

Infelizmente o sistema hibrido plug-in levou a um aumento de peso - 2.355 kg no sedan/liftback e 2.370 kg em carrinha (quase mais 500kg que o RS4 B9). Para lidar com o peso o RS5 recebe um diferencial eletrônico RS Torque Control que inclui um pequeno motor elétrico capaz de debitar até 40 Nm de binário numa fração de segundo (para ser exato 5 milissegundos para o calculador tomar a decisão e 15 milissegundos para aplicar). Parece pouco mas graças à desmultiplicação cada roda pode receber até 2 000 Nm, que permite torque vectoring e melhor tração, estabilidade de travagem e aceleração quase instantânea.
 
Recebe uma suspensão pilotada com amortecedores de câmara dupla, o chassis é 10% mais rígido e suspensões revistas com nova geometria: novos braços de suspensões e silentblocs à frente e uma suspensão traseira especifica para receber o diferencial.

Tudo isto sonado e o novo Audi RS 5 é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 3,6 segundos e atingir 285 km/h...opcionalmente. Para travar o RS 5 recebe discos de travão de aço de 420 mm à frente e 400 mm atrás. Opcionalmente os discos podem ser de carbo-ceramica de 440 mm à frente e 410 mm atrás que são 30 kg mais leves.

Tesla perde recurso

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Escrevi recentemente sobre como a Tesla foi considerada parcialmente responsável e condenada a pagar 210 milhões de euros por um acidente devido ao seu sistema Autopilot não funcionar conforme anunciado. Como seria de esperar os advogados da Tesla recorreram da decisão para o tribunal federal...e perderam

Volto a recordar que os advogados das vitimas propôs um acordo de 60 milhões para encerrar o caso e os advogados da Tesla recusaram. Agora parece que vão ter que pagar muito mais e criam um sério precedente que certamente irá resultar em muitos mais processos legais semelhantes: é o primeiro veredito de um juiz federal relativamente a um acidente fatal envolvendo o Autopilot.

Tesla corta preços na Cybertruck

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Depois dos modelos Standard mais baratos dos Model 3 e Y, e descontinuar dos Model S e X, a Tesla reduz os preços na Cybertruck.
O modelo de topo Cyberbeast desce de 114.990 para 99.990 dólares e a versão dual-motor desce para 59.990 dólares...porque retiraram o "Luxe Package" que incluía o Supervised Full Self-Driving e carregamentos grátis na rede Supercharger.

Ford Kuga agora com Blue Cruise

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O Ford Kuga recebeu algumas novas tecnologias, incluindo o Blue Cruise que ajuda na condução semiautônoma na autoestrada.
O Blue Cruise, agora na versão 1.5, é um sistema de condução autônoma que nas "blue zones" (vias rápidas) que inclui controlo ativo das distancias, manutenção de faixa, gestão de tráfego e até mudança de faixa automática. Tudo com controlo ativo do estado do condutor. Está disponível em todas as motorizações com caixa automática como no "Driver assistance pack", opcional nos Titanium e ST-Line mas de série nos ST-Line X e Active X.

A atualização inclui ainda um novo sistema multimédia e novo sistema audio BeO.

Ferrari Luce - vídeos

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A Ferrari ira em breve apresentar o seu primeiro modelo 10% elétrico e esta a publicar uma webseries de vídeos sobre a criação deste novo modelo. Atualizarei este post sempre que um novo episodio for publicado.

Episódio 1: de conceito à realidade
Neste 1º episódio John Elkann (Ferrari Chairman) aborda a visão que iniciou este projeto, Benedetto Vigna (Ferrari CEO) explica os desafios da eletrificação e Gianmaria Fulgenzi (Chief Product Development Officer) fala de como a sua equipa transformou a ideia num novo capitulo da marca.

Polestar atualiza gama

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A Polestar anunciou que até 2028 ira apresentar e comercializar 4 novos modelos: o Polestar 5, uma nova variante do Polestar 4, um novo Polestar 2 e o Polestar 7. Ao mesmo tempo aumentar a rede de vendas/assistência em 30% e aumentar substancialmente o volume de vendas.

Relativamente à gama atual o "Grand Tourer" Polestar 5 começa a chegar aos seus proprietários no verão e uma nova variante carrinha crossover do Polestar 4 deverá ser apresentado e comercializado no 4º trimestre deste ano.

Relativamente ao futuro o próximo Polestar 2, que continuará a ser um sedan, deve ser apresentado no início de 2027 com entregas ainda na primeira metade de 2027. Em 2028 vamos ter o Polestar 7, um SUV compacto que será produzido na Europa. Infelizmente o roadster Polestar 6 parece fazer companhia ao Tesla Roadster2 e continua sem data para lançamento.

China: mesmo com ajudas condutor é único responsável

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A China parece estar a reagir mais depressa ao crescimento dos sistemas de ajuda à condução que o resto do mundo com regulamentação mais clara e rigorosa. O Supremo Tribunal Popular acaba de estabelecer um princípio claro: ativar um qualquer sistema de ajuda à condução não transfere a responsabilidade para o veículo. Algo que eu tenho levantado a voz repetidamente - cada vez mais as pessoas acham que o carro é que conduz, não elas. E sendo um dos maiores mercados automóveis do mundo, legislação na China pode influenciar as decisões dos construtores - para quê gastar tempo e dinheiro a desenvolver algo que não poderá ser vendido num dos maiores mercados?

A China tem anunciado medida para proibir ou limitar certas tecnologias em automóveis com historiais de serem problemáticas: proibiram as pegas das portas elétricas ocultas, obrigatoriedade de botões físicos e mais recentemente a proibição dos volantes tipo manche de avião/yoke

Agora o Supremo Tribunal Popular da China publicou novas diretrizes de segurança rodoviária relativas ao uso de sistemas de assistência à condução. O principal é que mesmo quando as funções de assistência à condução estão ativas (seja a direção, aceleração ou travagem) o condutor continua a ser o responsável legal. Ativar estes sistemas não transforma o automóvel numa entidade legalmente responsável - em caso de acidente o condutor é o responsável. Aborda também o marketing da "condução inteligente" obrigando a incluir a informação que estes sistemas são apenas uma ajuda ao condutor e este continua a ser o responsável. 

Exceto para os sistemas de ajuda à condução de nível 3 em que em determinadas situações e localizações é permitido responsabilizar a viatura e seu construtor em caso de acidente.