[update]Cupra Raval apresentado

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Este é o novo Cupra Raval, o primeiro pequeno elétrico (segmento B) do grupo Volkswagen que ficará abaixo do Born chegando antes dos Volkswagen ID.Polo, Volkwagen ID.Cross e Skoda Epiq (devem chegar no final do verão). O Cupra Raval terá diferentes configurações de chassis, motorizações e baterias para ir atrás da concorrência e se lhe parece familiar não se preocupe não está a imaginar coisas...

Vimos este pequeno Cupra pela primeira vez em 2021 como o concept UrbanRebel (versão 1 e versão 2) seguido pelo concept Raval em 2023 com inúmeros teasers pelo meio. Mas este é o modelo que poderá encontrar em breve encontrar nos concessionários da marca batizado com o nome de um bairro de Barcelona.

Em termos de dimensões este Cupra Raval é bastante compacto - com 4,05 metros de comprimento, 1,78 metros de largura sem retrovisores) e 1,52 metros de altura. Mantem muitos detalhes da gama atual da Cupra mas teve direito a sua versão das luzes diurnas e frente tipo tubarão a completar o perfil/pose mais agressivo. No meio temos jantes de 17 a 19 polegadas bastante trabalhadas entre os 2,60 metros entre eixos, pegas das portas ocultas, e atrás a já familiar barra luminosa que atravessa toda a traseira.

Estará disponível em várias cores, algumas bastante interessantes como esta Plasma Iridescent que muda de cor com a luz ambiente.


O interior é bastante trabalhado e com muitas texturas e cores como cobre. O condutor recebe o mesmo volante com (demasiados?) botões de outros modelos, um conjunto de instrumentos digital de 10,25 polegadas e conforme a versão terá a escolha de 3 tipos de assentos.


O ecrã tactil de 12,9 polegadas recebe (primeira vez na Cupra) um sistema operativo da Google e obrigado aos deuses automóveis botões físicos para algumas funções. E mesmo sendo um automóvel compacto ainda consegue uma bagageira de 441 litros.


Mecanicamente falando este novo Cupra Raval é baseado na plataforma MEB+ de tração dianteira apenas com 4 níveis de potência (Core com 116 cavalos, V1 com 135 cavalos, V2 com 211 cavalos e VZ com 226 cavalos) e 2 escolhas de bateria (37 kWh LFP e 52 kWh NMC). Para se diferenciar do ID.Polo o chassis e suspensões do Raval são mais firmes, a distancia ao solo é menor e as vias mais largas em 10 milímetros.

Com a bateria mais pequena de 37 kWh poderá ter o motor de 116 cavalos com carga rápida limitada a 50 kW e o motor de 135 cavalos que permite carga rápida até 88 kW - ambas devem conseguir uma autonomia de 300 quilômetros. Com a bateria maior de 52 kWh compatível com tecnologia V2L e carga rápida até 105 kW poderá ter o motor de 211 cavalos e uma autonomia de 450 quilômetros, ou um de 226 cavalos e uma autonomia de 400 quilômetros.

As versões Core, V1 e V2 apontam ao Renault 5, mas a versão VZ aponta aos Alpine A290 ou Peugeot e 208 GTI e Corsa GSE.

E falando nesta ultima versão além dos 226 cavalos e 290 Nm de binário o Cupra Raval VZ (VZ = VeloZ) recebe amortecedores pilotados DCC Sport, jantes de 19 polegadas mais largas (235 milímetros), launch control, diferencial LSD e a possibilidade de desligar completamente o controlo de tração. Tudo somado é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km\h em menos de 7 segundos e atingir uma velocidade máxima limitada de 175 km\h.



update 05/05/2026

[update]Cupra Born atualizado

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Até que enfim! O Volkswagen ID.3 em que o Born se baseia foi atualizado há quase 3 anos e só agora é que chegou a Espanha! Grande siesta pessoal! O Cupra Born recebe um refrescar visual, melhorias no interior e uma nova variante de acesso.

Exteriormente recebe uma nova dianteira (notem os farois com os 3 triângulos que podem ser LED Matrix, grelha mais aerodinâmica e para-choques em nariz de tubarão) e traseira com novos farois e logo iluminado para alinhar com o Cupra Tavascan. Tudo completado com novas jantes e 19 e 20 polegadas.


No interior o condutor recebe um conjunto de instrumentos digital de 10,25 polegadas (antes 5,3 polegadas) com gráficos novos e um novo volante com comandos para os modos de condução (Range, Comfort, Performance, Cupra e Individual) e manetes para travagem regeneração. Recebe novas forras das portas, a porta do condutor recebe controlos para todos os vidros elétricos, novos materiais de melhor qualidade, novas saídas de ventilação e um ecrã táctil de 12,9 polegadas para o sistema multimédia. Todos os modelos passam a incluir um modo One Pedal (conduzir só com um pedal) e tecnologia V2L. Se for para a versão desportiva VZ pode receber assentos desportivos "CUPBucket".



A gama foi atualizada. Começa com o Born Plus com um motor de 190 cavalos/140 kW alimentado por uma bateria de 58 kWh capaz de uma autonomia de 450 quilômetros - a anterior versão base debitava 204 cavalos/150 kW mas a autonomia ficava pelos 425 quilômetros. A seguir temos o Borne Endurance com 231 cavalos/170 kW alimentado por uma bateria de 79 kWh capaz de uma autonomia 600 quilômetros (antes 590 quilômetros) e capaz de carga até 185 kW. E no topo da gama temos o Born VZ adiciona um launch-control a debitar 326 cavalos/240 kW ce a mesma autonomia de 600 quilômetros.



update 05/05/2026

Tesla Roadster 2 em maio ou junho...talvez?

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Tenho uma confissão a fazer - quando ontem referi que hoje seria o ultimo dia para apresentar o Tesla Roadster 2 (segundo Musk seria no fim de Abril) a verdade é que estava a picar o pessoal porque já sabia a resposta: durante a mais recente chamada com os investidores Musk disse que afinal o novo Roadster 2 (que segundo ele será também o ultimo Tesla com volante) será apresentado daqui a um ou dois meses.


Esta é então a cronologia até hoje do Tesla Roadster 2: primeiro prometido para 2020, depois para 2021, depois para 2022, depois para 2023, depois para 2024, depois para final de 2025, depois para 1 de Abril 2026 e depois para hoje 30 de Abril 2026. Agora volta a ser adiado para Maio ou Junho 2026...talvez?

CATL revoluciona os PHEVs?

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No seu recente Tech Day 2026 a CATL apresentou a nova bateria Freevoy Super Hybrid de química NCM para os híbridos plugin e com extensor de autonomia com números que podem alterar completamente automóveis com estas motorizações: 600 quilômetros de autonomia elétrica e 2.000 quilômetros de autonomia total.

Esta nova bateria na versão LFP permite uma autonomia elétrica de 500 quilômetros com uma densidade energética de 230 Wh/kg, e na variante NMC consegue 600 quilômetros de autonomia elétrica e 2.000 quilômetros de autonomia total. Uma ressalva porém - certamente são números/autonomias determinadas no (super optimista) ciclo CLTC chinês.

Mesmo subtraindo 100 quilômetros a este valor, se for num PHEV o motor estará lá apenas para servir de conforto ao condutor porque nunca será utilizado.

Esta bateria permite, em certas configurações, carga 4C (100 kWh carregados em 6 minutos) com as restantes a terem uma taxa de carga 4C. No campo da segurança a CATL diz que este pack de bateria é capaz de resistir a um impacto de 1.500 joules (10 vezes mais o padrão atual de 150 joules) e continuar a funcionar mesmo imersa a 2 metros de profundidade durante 200 horas.

A confirmar-se todos estes números, trata-se sem duvida de um salto evolucionário para os híbridos, em série ou PHEVs.

Elon dá-me a volta à cabeça

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Devem ter notado que tenho estado um pouco ausente - isso é porque tenho estado a recuperar de um síndroma vertiginoso, que curiosamente parece ter aterrado na altura em que fiquei a ouvir a ultima conferencia trimestral de Musk e Tesla. Coincidência? Quem sabe, mas de tudo o que foi falado e grunhido o principal para mim é a admissão por Musk que aquela promessa que todos os Teslas estavam apenas à distancia de uma atualização de software para terem condução 100% autônoma não é, e provavelmente nunca foi, verdade.
Até agora a posição da Tesla basicamente era que primeiro queriam atingir condução autônoma no HW4 e depois decidem o que fazem com os carros com o HW3...apesar do site sempre disse, independente da versão do hardware, que era apenas necessário uma atualização. Mas enfim tiveram que admitir - os milhões de automóveis produzidos entre 2019 e 2023 com HW3 não vão poder ser autônomos. E para resolver esse problema parece que já têm um "conceito de um plano" sem calendário. Portanto se foi um dos muitos clientes dos Teslas HW3 que pagou pela opção da condução autônoma ajuda está a caminho...eventualmente.

Segundo de Musk o "conceito do plano" inclui a criação de "micro-fábricas" ou "micro linhas de montagem" em certos centros urbanos para converter os automóveis HW3, que inclui: trocar o computador de bordo, câmaras, sistema elétrico (HW3 é de 12 volts mas o HW4 é de 16 volts), sistema de refrigeração (HW4 produz mais calor), e certamente mais coisas. É uma operação enorme, dispendiosa (e a Tesla já tem grandes problemas de rentabilidade) e não foi anunciado calendário ou ritmo de conversão - sinceramente acredito que o custo da conversão poderá ultrapassar o valor comercial da maioria das viaturas HW3.

A minha natureza desconfiada e o histórico de Musk diz-me que isto é mais uma tentativa de chutar o problema para adiante: basicamente "não se preocupem vamos encontrar uma forma de cumprir o que prometemos, por favor não nos processem". Acredito mais que a Tesla vai pegar na lista dos clientes HW3 que pagaram pelo FSD completa na compra e oferecer-lhes uma retoma por troca por uma viatura HW4.

E claro falta falar nos clientes HW3 europeus. Sim, o a versão europeia do FSD recebeu recentemente homologação na Holanda e o mais certo é ser estendida ao resto da Europa em breve mas apenas para as viaturas com o HW4. Se tiver uma viatura HW3 na Europa não vai ter o FSD.

24 horas do Nurburgring 2026 estão quase aí

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As 24 horas do Nurburgring estão quase aí - 16 de maio arranca uma das maiores corridas do mundo com mais de 150 carros a participar!


Audi Q4 e-tron e Q4 e-tron Sportback atualizados

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Lançado em junho de 2021 os Audi Q4 e-tron e Q4 e-tron Sportback recebem enfim uma atualização em linha com os primos Volkswagen. Além de visual melhorado por dentro e por fora, mais autonomia e tecnologia resumem esta intervenção antes da chegada do mais pequeno A2 e-tron.



Exteriormente recebe retoques ligeiros um pouco por todo o lado - grelha dianteira lacada na cor da carroçaria, novos para-choques e farois dianteiros e traseiros OLED ativos. Recebe ainda 3 novas cores exteriores e jantes.


Tal como no ID.3/4 em que é baseado, o interior do Q4 e-tron foi desapontante. Recebe agora um novo tablier que também deverá ser usado no A3 quando for atualizado com um conjunto de instrumentos de 11,9 polegadas e um ecrã táctil de 12,8 polegadas para o sistema multimédia MMI e se quiser pode ter um 3º ecrã de 12 polegadas para entreter o passageiro...pode dar jeito para entreter os passageiros mais chatos. E ainda na lista de opcionais pode ir para o head-up display no para-brisas com uma área de 70 polegadas.



Ao nivel de motorizações mantem as versões 40 com tração dianteira ou integral de 285 cavalos, e 55 com tração integral de 340 cavalos. Todas estas com a bateria de 82 kWh brutos/77 kWh uteis em que a velocidade de carga melhora de 175 para 185 kW. Regressa a versão 40 de 204 cavalos agora com uma bateria de 63 kWh (antes 55).

Graças a várias melhorias na transmissão e sistema elétrico o Q4 e-tron atualizado ganha alguma autonomia: o Q4 e-tron 40 consegue uma autonomia até 582 km e o mais aerodinâmico Sportback (na mesma motorização) vai até 595 km. O atual Q4 e-tron 40 consegue no máximo 521 km.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "a importância de Otakar Španiel na SKoda"

Otakar Španiel foi um famoso escultor, medalhista e gravador checoslovaco, cuja precisão artística ajudou a definir a identidade visual da jovem República. Embora o conceito original da "flecha alada" seja atribuído ao diretor comercial Tomáš Maglič, acredita-se que Španiel foi o profissional que refinou o desenho registado em 1923. A sua experiência na criação de relevos e moedas oficiais permitiu-lhe transformar a inspiração abstrata da "cabeça de índio" num emblema equilibrado e simétrico.

Essa transformação assegurou que o logotipo permanecesse legível, intemporal e esteticamente impactante onde quer que fosse aplicado. Španiel uniu a arte e a identidade visual comercial permitindo que o logotipo da Škoda sobrevivesse a quase um século de evolução.

Crédito Logodecks

Peugeot de regresso à China?

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Parece que os próximos Peugeot vão ser desenhados a pensar na China e não na Europa. Conseguindo manter tudo em segredo a Peugeot acaba de anunciar que vai levar ao salão de Pequim dois concept cars que anunciam para onde vai o design da marca francesa - um Concept 6 meio carrinha meio sedan, e um Concept 8 definitivamente um grande SUV. A produção é possível graças à parceria com a Dongfeng ou Leapmotor, mas a Peugeot não tem conseguido singrar naquele mercado nos últimos tempos. Mais uma nova tentativa?


Segundo a documentação que li tratam-se de 2 modelos produzidos na China para a China, com a possibilidade de exportação para outros mercados - mas vir para a Europa será difícil: primeiro há a quyestão de tarifas e segundo são descritos como modelos grandes: pense no concept 6 como um novo 607 (608 neste caso) que é um formato muito apreciado na China, e o concept 8 como um SUV acima do 5008 (logo um 8008 quem sabe).




E infelizmente a marca francesa nada disse sobre motorizações e não publicou fotos do interior, mas será interessante de ver se este design vai ser aplicado na Europa - o próximo novo Peugeot vai ser o 208, vamos ver se bate certo.


Inteligência artificial decide velocidade máxima

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Uma experiencia interessante em aplicação da inteligência artificial na estrada está a decorrer aqui ao lado em Espanha.

Na AP-7 na Catalunha a velocidade máxima não é fixa, varia em tempo real com o trânsito, condições climáticas e incidentes sendo controlada por software. Tudo para reduzir acidentes e melhorar o fluir do trânsito. Chamam-lhe inteligência artificial, mas sejamos sinceros são algoritmos já em uso para controlar o funcionamento de semáforos com informações de câmaras e sensores. Nesta autoestrada a velocidade pode variar entre 120 e 60 km\h conforme o que a situação exige, é exibida em painéis digitais e controlada por câmaras de controlo de velocidade - tudo sem intervenção humana.

Esperemos para ver se funciona, se consegue reduzir acidentes, porque poderá vir a ser o futuro.

Novo Volkswagen ID. Buzz - restyle

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A atualização da gama ID da Volkswagen continua, e agora é a vez do ID.Buzz. Recebe novas tecnologias, tração integra, melhorias no interior especialmente botões físicos.

No interior recebe a mais recente versão do sistema multimédia Innovision estreado no ID.3 Neo que será mais fácil de usar e com acesso a aplicações.

O condutor recebe um novo volante com botões físicos (ainda mantem algumas superfícies tácteis abaixo do ecrã principal infelizmente), um novo modo de condução com um pedal e (opcionalmente) a ajuda à condução Connected Travel Assist.

Mecanicamente falando a grande novidade é a nova versão dual motor Pro 4Motion com a motorização do GTX a debitar 335 cavalos/250 kW alimentado por uma bateria de 79 kWh se for para a versão curta e 86 kWh se for para a versão longa. Passa também a incluir compatibilidade com V2L (Vehicle-to-Load) que dá sempre jeito.

Volvo EX60 já é um sucesso

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O novo Volvo EX60 é critico para o futuro da Volvo: estreia a nova plataforma SP3 definida por software e novo processo de fabrico que servirá de base aos próximos Volvo híbridos plug-in e 100% elétricos, e todos nos lembramos dos problemas iniciais do EX30 e EX90 alguns ainda não resolvidos hoje! Mas parece que não está a afetar as vendas do novo EX60 por que a Volvo anunciou que vai ter que reforçar a produção. Recentemente se quisesse um EX60 em Portugal teria que esperar quase 1 ano - esperemos que este reforço reduza estes prazos.
Citando o CEO Hakan Samuelsson o desafio não é vender, é entregar - "the challenge is now on ​delivering, not selling". Eu acrescentaria não repetir os problemas iniciais do EX30 e EX90.

Tirar a bateria de 12 volts ajuda

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Investigadores austríacos encontraram uma forma simples de tornar os automóveis elétricos mais fiáveis - tirar a bateria de 12 volts, porque aparentemente é a principal fonte de problemas. Sim, os automóveis elétricos têm 2 baterias: a bateria de 12 volts para os acessórios e vários sistemas do automóvel, e a bateria de tração para mover o automóvel.

Retirar a bateria de 12 volts da equação até soa simples, mas para isso é necessário criar um sistema que permite às baterias de produzirem em simultâneo corrente de alta tensão (motor) e baixa tensão (ativa os conectores da bateria principal, equipamentos de conforto, iluminação e por diante).

Relativamente à questão das baterias de 12 volts serem a a maior fonte de problemas nos EVs, segundo a analise dos alemães da ADAC 50% das avarias devem-se a falha desta bateria. E foi com base nesta avaliação um grupo de investigadores da Silicon Austria Labs em parceria com a Infineon Technologies Áustria e AVL List iniciaram o projeto Redsel com o objetivo de encontrar forma de usar a bateria de alta tensão para tudo.

A solução que encontraram foi 2 baterias de silício de 750 volts com um sistema de semicondutores para repartir a carga e substituição, com um transformador incluído. Fornece corrente de 30 volts que pode alimentar os acessórios e com a substituição dos interruptores mecânicos que isolam a bateria de alta tensão (operados pela bateria de 12 volts) por componentes eletrônicos.

Parece uma boa ideia...exceto que a julgar pelas imagens este sistema ocupa muito mais espaço e será certamente mais caro que a velha bateria de 12 ou 24 volts. Ainda vai ser necessário algum tempo para não só para melhorar o sistema (ocupar menos espaço e menor custo) mas também provar que é na realidade mais fiável que a tradicional bateria de baixa voltagem.

Fiat 600 a gasolina apresentado

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Depois da versão elétrica e hibrida a FIAT expande a gama 600 com uma versão equipada com motor a gasolina acoplado a uma caixa de velocidades manual e um preço mais baixo. É o primeiro Fiat 600 com caixa manual! Debaixo do capot está o motor turbo T‑GEN3 de 100 cavalos e para lançar esta motorização lançaram a série limitada 600 Street.






Smart #2 a caminho

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Depois dos teasers chega o momento de apresentar o concept quase de série que anuncia o modelo de série - este é o concept Smart #2. Depois da crise de crescimento dos #1, #3 e #5 (que chegou aos 4,70 metros de comprimento com o #5)parece que enfim volta a origem de citadinos com um sucessor ao ForTwo de 1997, agora numa parceria Mercedes-Geely.

A inspiração ao icónico ForTwo é clara com a silhueta curvilínea de 2 lugares compacta, rodas nas extremidades, brecagem de apenas 6,95 metros e dimensões diminutas: com 2,79 metros de comprimento é apenas 10 centímetros mais comprido que o Fortwo de 2020.


Segundo a Smart este #2 usa uma nova plataforma 100% elétrica de tração traseira denominada Electric Compact Architecture (ECA), terá uma autonomia de quase 300 quilômetros, compatível com tecnologia V2L e será capaz de carregar dos 10 a 80 % em menos de 20 minutos.

A versão final será apresentada no salão automóvel de Paris em outubro. Tirando o dourado, aplicar cores normais, pneus e espelhos retrovisores realistas e temos o modelo final.