União Europeia retira quota de infraestrutura para automóveis eléctricos e hidrogénio

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A União Europeia deixou cair a quota de obrigatória de estações de reabastecimento de hidrogénio e eléctricas a instalar até 2020. 

Para substituir essa quota obrigatória a UE esta a pedir que cada membro instale "um número apropriado" de estações de carregamento rápido até ao início da próxima década com o hidrogénio só apartir de 2025 e para aqueles países que queiram desenvolver esse combustível.

Novos Mazda 6 e CX-5 - restyling

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Se em Paris a Mazda trouxe apenas o novo Mazda MX-5, trouxe a Los Angeles não só o novo Mazda CX-3 mas também actualizou os CX-5 e 6 para alinhar o aspecto da gama.
No CX-5 temos uma nova grelha dianteira, os piscas passaram para os espelhos retrovisores e novas luzes diurnas. 


 Já o 6 recebe novos farois e aplicações cromadas. 



No interior ambos recebem a mais recente versão do sistema multimédia da marca japonesa com o seu novo ecrã tactil de 7 polegadas, os comandos de climatização são novos e os gráficos do conjunto de instrumentos modernizada. 

 Debaixo do capot não há qualquer alteração.

Tuk-tuk do inferno

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Colin Furze é um excêntrico inventor britânico...afinal, ele construiu na sua garagem uma bicicleta a jacto, o carrinho de bébé mais rápido de sempre, a roda da morte caseira e agora um Tuk-Tuk perfeito para Lisboa. 


Tem o motor de uma Honda CBR600, AK-47s, Uzis e um lança chamas atrás. Como eu disse, perfeito.

Fui à internet e encontrei isto

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Chegou o fim de semana - lembrem-se a vida pode ser lixada, mas a alternativa é inaceitavel.











Audi Prologue apresentado

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Eis enfim o novo concept da Audi, o Prologue que anuncia o designe dos próximos modelos de topo da marca (daí o nome Prologo) mas muitos arriscam que possa também anunciar um novo modelo de topo. Em principio muitos destes detalhes devem chegar ao próximo A8 previsto para 2016, e tal como o A5 está para o A4 e o A7 está para o A6, faz lógica que haja um A9 para tentar chatear o Mercedes S coupé.



Em termos de designe a Audi estagnou sendo as vezes difícil de distinguir entre os vários modelos - ainda no outro dia noticiei o restyle do Audi A1 e como as cores das fotos eram semelhantes acabei por pôr as fotos do restyle do Q3: aí entra o novo chefe de designe Marc Lichte, e este é o seu primeiro trabalho.

 É evolução acima de revolução - superfícies limpas e simples, capot trabalhado, faróis cortados, grelha mais larga, mais baixo, vias alargadas, faróis Matrix Laser...

 Atrás temos um pouco do Citroen C6 não?

 Não tem as normais pegas para abrir as portas, toca-se no fundo dos espelhos retrovisores. O controlador MMI foi substituído por vários ecrãs um pouco por todo o lado com um novo tipo de display táctil que usa diodos orgânicos OLED que podem ter formas curvas.

Debaixo do capot temos um V8 4 litros TFSI bi-turbo a gasolina com 605 cavalos e 750 Nm de binário, a alimentar as 4 rodas via uma caixa de velocidades TipTronic de 8 velocidades. A Audi anuncia 0 aos 100km\h em 3,7 segundos, mesmo pesando quase 2 toneladas.

Este concept usa um sistema eléctrica, que deve chegar à série em breve, de 48 volts ao contrario dos normais 12 volts. Este sistema é capaz de recuperar até 12 kW de potência durante desaceleração - segundo a Audi é capaz de médias de 8,6 l/100km. Para manter essas 2 toneladas em movimento além da tracção integral também tem direcção nas 4 rodas todas com suspensão pneumática adaptativa à frente e atrás, e discos de travagem em carbono de 20 polegadas.

Mazda CX-3 apresentado

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Curioso que no pais dos SUV's de maior dimensão a Mazda foi apresentar o seu SUV compacto (CUV) - o novo Mazda CX-3. 


A nível de designe não há surpresas - pegaram no Mazda CX-5 e reduziram-no à escala. Os faróis dianteiros são inspirados nos do Mazda 2 e recebe protecções laterais de plástico escuro para o ar aventureiro mas sóbrio e desportivo.

Baseado mecânicamente no Mazda 2 tem 4,275 metros de comprimento, por 1,765metros de comprimento e 1,55 metros de altura - ligeiramente mais pequeno (em todas as dimensões) que o Nissan Juke, o CUV a que todos apontam. 

Debaixo do capot temos os mesmos 2 motores do Mazda 2 - ambos 4 cilindros e de 1,5 litros disponíveis com caixa manual ou automática: o Skyactiv-G a gasolina (74, 89 e 113 cavalos)e o Skyactiv-D a diesel (103 cavalos). Alguns modelos podem ter opção de tracção integral. 

O interior é simples e dinâmico. É dominado pelo ecrã de 7 polegadas do sistema multimédia da Mazda no topo do tablier controlado pelo comando junto à caixa de velocidades. 

Nos opcionais podemos encontrar sistema de projecção de imagem na visão do condutor, travagem automática de emergência, regulador de velocidade active, e muitos outros equipamentos.

Uma ultima nota: sinceramente não percebo a Mazda - no salão de Paris, o salão automóvel da Europa com mais visitantes, não levou o novo Mazda 2 e agora leva a um salão americano um SUV compacto adaptado à Europa...

Qual o custo médio mensal para se manter um automóvel?

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Muitas pessoas cuidam de seus carros como se fossem um filho, e se analisarmos os custos para manter o seu veículo intacto e em bom funcionamento essa comparação fica perfeitamente justificada. O problema é que nem sempre quem adquire um automóvel fica ciente ou se preocupa com esses custos, que muitas vezes só são percebidos com a “conta” no final do ano. 

Na hora de comprar um automóvel, muitos levam em conta apenas o preço do veículo em si e as parcelas do financiamento, mas se esquecem que os custos de um automóvel vão além desse único valor. Estamos falando de gastos com combustível, licenciamento, documentações e impostos dos mais variados.
Você pode gastar mais de R$ 10 mil ao ano somente com os custos decorrentes do carro

Em Dezembro de 2013 o portal Exame realizou simulações sobre os custos decorrentes de um Gol, um modelo popular de 1.0, e um Ecosport, um SUV 1.6. O resultado mostrou que é perfeitamente possível gastar mais de R$ 10.000 por ano somente com os custos para manter o seu carro em bom funcionamento e devidamente regularizado. 

Para analisar os custos para manter o automóvel, o portal separou os seguintes quesitos:
 • Custos do financiamento • Combustível 
• IPVA
• Licenciamento
• Seguro obrigatório (DPVAT)
• Custos de manutenção

Em relação ao Gol, a pesquisa definiu um preço de aquisição de R$ 29.549,00 (sem os custos de encargos do financiamento). O resultado foi surpreendente. O custo total para manter o carro, incluindo os encargos do financiamento, representou um valor de R$ 10.434,62, quase 40% do preço de aquisição do veículo.
Manter um Gol 1.0 como o da foto pode custar R$ 10 mil no ano (foto:fcnoticias.com.br) 

Já em relação ao Ecosport, com um custo de aquisição de R$ 54.928,00, o custo total de manutenção, com os encargos do financiamento, chegou a R$ 15.291,99. Leia mais sobre como adquirir um carro financiado antes de realizar uma compra. 

Impacto no orçamento deve ser considerado 

Comprar uma casa ou ter um filho representa todo um novo conjunto de obrigações financeiras que serão assumidas, e com um carro isso não é diferente. A diferença é que o impacto das despesas adicionais para se manter um veículo nem sempre é avaliado com antecedência, o que pode causar um verdadeiro rombo no orçamento. 

Conforme os valores demonstrados pela pesquisa da revista Exame, o custo de manutenção de um automóvel popular, como o Gol, fica perto dos R$ 900 por mês – e é fundamental ressaltar que não se levou em consideração eventuais acidentes decorrentes de casos fortuitos que possam vir a requerer uma despesa maior de conserto, por exemplo. No caso do Ecosport, o custo mensal de manutenção ultrapassou a barreira dos R$ 1.200. 

Especialistas em finanças pessoais sugerem que o valor gasto com manutenção automobilística não exceda 15% do orçamento familiar, ao passo que, para o financiamento, o ideal é não comprometer uma fatia maior do que 20%. 

Dessa forma, ao considerarmos que a manutenção de um carro popular, como um Gol 1.0, sai por quase R$ 900 por mês, é interessante realizar um planeamento, com antecedência, buscando analisar onde serão encaixadas as despesas reais para manter o veículo em bom funcionamento e com tudo em dia.

Airbags que matam - by Takata

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Tenho seguido com grande atenção o debáculo da GM e da ignição defeituosa que tem todos os elementos de uma tragédia grega - mortes, mentiras, advogados e politica em algo difícil de acreditar que está a acontecer nos tempos modernos. Infelizmente perdi a linha a outro debáculo que decorre em paralelo e com o mesmo cenário: falo da Takata e dos milhares de airbags defeituosos que ao invés de salvar vidas podem matar.

Para quem nunca ouviu falar a Takata é um fornecedor japonês de componentes automóveis principalmente de componentes de segurança como cintos de segurança e airbags e não é propriamente estranha a manobras ilegais - em 2013 3 executivos da Takata deram-se como culpados por tentarem combinar preços com concorrentes para o fornecimento de cintos de segurança às fabricas americanas da Toyota, Subaru, Honda, Mazda e Nissan, sendo a empresa condenada a pagar uma multa de 71.3 milhões de dólares.

Mas com os airbags passamos de crime de colarinho branco a homicídio: ao invés de encherem como deviam estes podem explodir e projectar estilhaços a grande velocidade para dentro do automóvel - e isto já começou em 2001! Mas 13 anos mais tarde parece que nem Takata nem construtores automóveis perceberam de onde vem o problema. O problema é amplificado porque devido aos preços que pratica fornece muitos dos grandes fabricantes de automóveis.
 
Cronologia de uma tragédia
Creio que a melhor forma de ilustrar o problema é uma cronologia desde o inicio:
2001
O arranque da tragédia grega Takata - segundos os registos federais a Takata lançou a primeira recolha de airbags instalados em Isuzu's devido a um defeito de fabrico que faria os airbags explodir violentamente.

2008
Durante 7 anos nada surgiu mas em Novembro de 2008 tudo recomeça com com a Honda a ordenar a recolha de 4.000 automóveis depois de ter descoberto que tinham airbags com deflagradores que explodiam com força excessiva e espalhavam estilhaços metálicos em todas as direcções. Apartir deste ano começa o efeito bola de neve.

2009
Em Maio surge a primeira fatalidade - Ashley Parham morre ao volante de um Honda Accord quando tem um pequeno acidente no parque de estacionamento de um liceu. O airbag explodiu e projectou estilhaços que feriu Ashley no pescoço e matou-a. O caso foi abafado com a Honda e Takata a pagarem à família da vítima.
Em Dezembro mais uma vitima mortal - Gurjit Rathore estava ao volante do seu Honda Accord quando teve um pequeno toque a baixa velocidade próximo da sua casa, mas o airbag explodiu e os estilhaços atingiram várias artérias no seu pesçoco. Ela morreu da hemorragia em frente aos seus 3 filhos.

2013
Em Abril Toyota, Honda, Nissan e Mazda ordenam a recolha de 3,4 milhões de automóveis em todo mundo devido a airbags da Takata. Em Setembro surge a terceira vítima mortal: Devin Xu morre ao volante do seu Acura TL ao ser atingido na face por múltiplos fragmentos provenientes do interior do airbag. Em Agosto um condutor de um Honda perdeu um olho quando o airbag deflagrou e um pedaço de material perfurou o olho direito e cortes na face que precisaram de 100 pontos. Algo que veio a repetir-se em Abril de 2014 um condutor sofreu ferimentos semelhantes, não perdendo a vista porque usava óculos.
 
2014
Em Junho, quando o número de automóveis recolhidos atinge os 10,5 milhões em 5 anos, a NHTSA começa oficialmente a investigar o problema. Em Outubro surge a 4a vitima fatal quando a senhora Hien Thi Tran morre devido à explosão do seu airbag num Honda Accord. A causa de morte inicial foi de esfaqueamento no pescoço e só mais tarde é que se fez a ligação ao airbag - infelizmente esta senhora comprou o seu automóvel em segunda mão e nunca recebeu a informação da recolha.
 
Em Novembro o New York Times cita 2 funcionários da Takata que afirmam que a empresa testou secretamente airbags em 2004, mas depois de os resultados terem sido apresentados à direcção nada foi feito e todos os registos e conclusões foram destruídos. Segundo estes funcionários depois de um acidente em 2004, a Takata começou a recolher airbags de automóveis em sucatas para os testarem. Tudo feito depois dos horários de trabalho e fins de semana para que não houvesse registos e testemunhas. Alegadamente encontraram 2 airbags com rachas em componentes internos. Começou-se a trabalhar numa solução mas o trabalho teria sido interrompido e toda a informação destruída. Segundo as fontes anónimas o vice-presidente da Takata tinha conhecimento destes testes - um problema é que a Takata afirma que apenas começou a investigar o problema em 2008.
Mas segundo estas fontes os problemas de controlo de qualidade vão mais longe e deram vários exemplos - numa situação uma empilhadora deixou cair um contentor de componentes de airbags e não foram inspecionados antes de os colocarem na linha de montagem. Noutra situação descobriu-se que camiões de transporte de componentes estavam a deixar entrar água e mesmo depois de se ter descoberto uma solução não foi aplicada devido à pressão para assegurar o ritmo de produção.
 
Claro que a Takata veio disputar esta noticia do New York Times - segundo eles os testes que fizeram foi na procura de rupturas nos sacos insufláveis/almofadas e não de rupturas nos deflagradores como noticiado.
 
Ainda em Novembro surge também a 5ª vitima fatal e primeira fora dos EUA - segundo o New York Times uma mulher grávida morre au volante de um Honda City quando o airbag deflagrou num acidente. Este acidente arrancou outra recolha de 170.000 automóveis Honda na Europa e Ásia.
 
 
Concluindo
E tal como a GM terá uma visita ao senado americano. Que se sentir tentado a traçar um paralelo há um factor muito importante sobre como ambas as empresas lidaram com a situação - Mary Barra deu o corpo ao manifesto, já o CEO da Takata Shigehisa Takada simplesmente pirou-se.
 
A verdade é que ninguém sabe exactamente o que há de errado com estes airbags do inferno. Depois da recolha de 2001 a Isuzo disse que o deflagradores eram potentes demais. Em 2013 a Honda disse que "era possível que o deflagrante não estivesse conforme as especificações". Já quando a NHTSA estudou as recolhas de Novembro de 2009 e Maio 2010 (que a Takata disse que o problema tinha sido causado pela exposição dos deflagrantes a humidade) concluiu que a mais provável origem do problema vinha de um problema da produção doas pastilhas do deflagrante que não eram suficientemente densas e daí susceptíveis a combustão excessivamente violenta. E segundo o NHTSA nenhuma das recolhas entre 2008 e 2011 tinha algo a haver com condições atmosféricas - algo que choca com muitos "peritos" que dizem que com a humidade acumula-se com o tempo e isso causa a explosão. Depois de os airbags terem deflagrados não é possível saber o que errado há com eles.
 
Os americanos estão a recolher e analisar airbags para tentar descobrir algo que possa justificar este comportamento. Esperemos que alguém chegue a uma conclusão - desde 2008 até este momento, mais de 11 milhões de automóveis de 10 construtores diferentes (se bem que a Honda é o maior cliente e todas as vitimas mortais foram em Honda's) foram recolhidos devido a estes airbags.

Volkswagen Golf HyMotion e Audi A7 H-Tron

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Pessoalmente acredito que o futuro do automóvel está na pilha de combustível, que usa hidrogénio para gerar electricidade e com água a ser o único produto. Infelizmente muitos obstáculos impedem que a tecnologia seja uma alternativa viável. A Toyota anunciou a produção limitada do Mirai, a Honda em breve deve fazer o mesmo mas o salão de Los Angeles trouxe 2 novos protótipos de um grupo pouco dado a "almoços grátis" - a Volkswagen. Estamos a falar do Volkswagen Golf HyMotion e do Audi A7 H-Tron. 

 O Golf HyMotion aproveita a versão eléctrica e-Golf mas neste a electricidade poderá vir de 2 fontes - da bateria de lítio ou da pilha de combustível de 100kW alimentada por 4 tanques de carbono colocados no interior que permitem uma autonomia de 310 quilómetros. 

Já o Audi A7 H-Tron é um híbrido diesel plug-in com uma pilha de combustível. 

Tem um motor eléctrico em cada eixo e movimenta-se via uma combinação da bateria de lítio, da célula de combustível ou pelo motor diesel permitindo uma autonomia de 500 quilómetros.

Ultimos resultados do Euro-NCAP

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Um mês de muito automóvel partido - o Global NCAP desfez em mil e um pedacinhos literalmente vários Datsun Go e ainda estão a apanhar os pedaços, mas o EuroNCAP também esteve ocupado. 

 E os resultados foram mais sólidos - o novo BMW Série 2 Active Tourer, Tesla Model S, Nissan Pulsar e Skoda Fabia conseguiram o resultado máximo de 5 estrelas. Também testado, pela segunda vez, o Renault Megane que teve 4 estrelas quando da primeira vez teve apenas 3 estrelas - e qual é a diferença no Megane entre os 2 testes? Desta vez a Renault traduziu para todas as línguas a mensagem que aparece quando alguém se senta nos bancos traseiros e não pôe o cinto. A sério - isso valeu uma estrela. 

Outro Suzuki foi testado desta vez - o estranhamente denominado Celerio conseguiu 3 estrelas, porque aparentemente não era muito amigo dos peões quando acerta num. 

Tesla Serie S

BMW Série 2 Active Tourer
Nissan Pulsar
Suzuki celerio

Momento "Assim se resolvem conflitos!" do dia

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Seria interessante se todos os conflitos fossem resolvidos por uma disputa de tambores entre os países - Borá lá uma arrufada!

Carros de sonho no Discovery Channel

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Em novembro estreia no Discovery Channel mais um programa dedicado aos automóveis - neste caso estreou ontem a segunda temporada de “O segredo das coisas: Carros de Sonho”. 

 Pessoalmente adoro “O segredo das Coisas” e nesta sub-série viaja Aos locais onde “nascem” os carros de sonho que todos...sonham ter. Em cada episódio, teremos em detalhe a construção de todos os detalhes do interior e exterior, visita à fábrica, laboratórios de testes de segurança e performance. Alfa Romeo 4C, Bugatti Veyron, Caterham Seven, Pagani Huayra, Rolls Royce Phantom e Maserati Quattroporte são algumas das presenças nesta segunda temporada!

Volkswagen Carocha actualizado

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Não vale a pena procurar mudanças exteriores no novo Carocha porque não há nenhuma - tudo acontece debaixo do metal: aquando obrigas legislação de emissões Euro 6. 
A gasolina desaparece o 1.4 TSI turbo e compressor de 160 cavalos e é substituído por um motor 1.4 litros apenas com 1 turbo e desactivação de cilindros que debita 150 cavalos. O 2.0 litros TSI recebe sistema duplo de injecção (directa e indirecta) e passa de 211 a 220 cavalos. A diesel desaparece o 1.6 litros TDI de 105 cavalos sem ser substituído o que significa que o diesel mais acessível é o 2.0 litros TDI de 110 cavalos.

Como trabalha a Morgan - Video

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A Morgan é daquelas marcas que todos apreciamos - se verdadeiramente aprecia automoveis. Desde 1910 pouco mudou na forma como produzem automoveis - fica um vídeo que vale a pena ver.
 

Ferrari 512M by Petrolicious - vídeo

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A Petrolicious faz dos melhores vídeos sobre automóveis no Youtube e este não é excepção: uma dedicatória com uma óptima banda sonora ao Ferrari 512M que participou em 1971 em provas como as 24 Horas de Daytona, 24 Horas de Le Mans, 12 Horas de Sebring, 6 horas de Watkins Glen...a sério: são capazes de sentir os pelos da nuca levantar ao som daquele V12?


Audi Quattro by MotorWeek

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A juventude de agora sonha com os Subaru WRX, Mitsubishi Lancer Evolution, a juventude do passado (eu incluido) sonhavam com os Lancia Delta, Peugeot 205 e o Audi Quattro. Fica um vídeo da MotorWeek dedicado ao Audi Quattro.


Sucessor ao Toyota GT86 a caminho

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O Toyota GT 86 é um automóvel especial - conduzi-o e posso dizer que é um verdadeiro vibrador com 4 rodas e 1 volante! Um dispositivo de prazer que o fará sorrir de ponta a ponta - juro que não encontrará condução mais satisfatória pelo preço que a Toyota pede. 

E não ficará por aqui pelos vistos - o modelo que iniciou a transformação da Toyota terá uma segunda geração, isto segundo Karl Schlicht o vice-presidente de vendas e marketing. Só tenho um pedido - por favor deixem-me conduzi-lo!!
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