Adeus Avensis, bem-vindo de volta Camry

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A Toyota vai trazer o Camry de volta à Europa (partiu em 2004) para substituir o Avensis - vendas arrancam em 2019 mas apenas como híbrido.

Com as vendas do segmento em queda (a Toyota apenas vendeu 25.147 Avensis na Europa em 2017) e com a perceptiva de taxas no período pós-brexit a Toyota deciciu que mais vale a pena importar o Camry do Japão como um veiculo de baixas emissões. As más noticias não acabam aqui - não vai haver versão carrinha tão apreciada na Europa.

Com 4,885 metros será o maior do segmento, maior que o Volkswagen Passat que tem "apenas" 4,767 metros. Irá rivalizar com os Mondeo, Passat e outros mas segundo a Toyota poderá importunar o A4 porque terá bastante mais equipamento pelo preço.

Baseado na mesma plataforma TNGA dos novos Prius, CH-R, RAV4 e Auris terá o 4 cilindros a gasolina de 2.5 litros acoplado a um motor eléctrico via uma caixa CVT com 175 cavalos. Será o mesmo modelo japonês mas com acertos e definições especificas para a Europa.

Novo Audi A1 apresentado

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Eis a segunda e nova geração do Audi A1, o Audi para a cidade lançado originalmente em 2010 e um grande sucesso comercial com 830.000 unidades vendidas - este é o novo A1 mais agressivo, apenas em 5 portas e sem diesel! Pelo menos para já.

Desenhado pela mesma pessoa que nos trouxe o primeiro A1 e o actual TT, recebe novos farois mais agressivos, grelha mais larga, 3 ranhuras entre a grelha e o capot, os pilares C mais largos e virados para a frente a Audi injetou bastante agressividades nesta nova geração - provavelmente para compensar o facto que apenas estará disponível com umas mais familiares 5 portas. É também mais aerodinâmico com um quociente de 0,31.

A nível de design dá para perceber que a Audi tentou fazer o A1 mais "masculino" e "atlético" - o que faz algum sentido: o anterior A1 tinha no sexo feminino o seu maior cliente e a marca alemã está a tentar apelar ao sexo oposto. Claro que arrisca afastar a actual clientela...

Mais comprido em 6 centímetros (4,03 metros), mais baixo em 1 centímetro (1,41 metros) é baseado na plataforma MQB-A0 dos primos Seat Ibiza e Volkswagen Polo. A distancia entre eixos aumenta em 9 centímetros o que deve melhorar a habitabilidade interior. Terá muitas possibilidades de personalização - de tejadilho colorido a contrastar com as 11 cores disponíveis para o exterior, gráficos vários, jantes de 15 a 18 polegadas disponíveis em prata, branco, preto e cobre.

O tablier é novo, virado para o condutor e em linha com o resto da gama Audi - pode receber um sistema multimédia com um ecrã táctil até 10,3 polegadas, tablier digital Virtual Cockpit, controlo MMI Touch, é possível personalizar as cores interiores (pode ter uma opção de 30 cores de iluminação LED interior para a experiência de discoteca completa) entre outras particularidades Audi - notem no interior as pegas no tablier.



Apesar da "ligação" ao Polo a Audi insiste que o A1 ira comportar-se de forma muito diferente, mais baixo, diferente ajustes de suspensão e direcção mais direta. Via o Drive Select pode alterar a resposta do acelerador, da caixa automática, peso da direcção e som canalizado para o interior do automóvel - não será possível alterar a suspensão.

Debaixo do capot, pelo menos para já e sem dados contrários, só gasta gasolina - a gama começa com o 3 cilindros turbo de 1 litro de capacidade disponível na versão 25 TFSI com 95 cavalos e 30 TFSI com 115 cavalos. A 4 cilindros a versão 35 TFSI recebe o recente 1.5 litros turbo de 150 cavalos e o 40 TFSI recebe o 2.0 litros de 200 cavalos. Este ultimo terá apenas disponível apenas com a caixa de dupla embraiagem S Tronic de série enquanto os restantes modelos vêm de série com caixa manual ou S Tronic automática como opção. A tração será dianteira mas mais adiante teremos versões desportivas, o próximo S1 provavelmente, terá tração integral Quattro.

[update]Salão automóvel de Paris 2018 - antevisão

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Ainda falta um pedaço para a edição de 2018 do salão automóvel de Paris, mas já há algumas presenças (e ausências) confirmadas para esta edição. Como de costume iremos atualizar sempre que necessário.

ALFA ROMEO
Não vão aparecer


AUDI
A1 - nova geração
Q3 - nova geração
Q8 - apresentação ao público


BMW
Série 3 - nova geração G20
Série 8 - enfim chega a versão de série
Z4 - novo roadster desenvolvido em parceria com a Toyota


CITROEN
C5 Aircross - chega enfim à europa
Concept - possivel concept para o próximo C5


DS
3 Crossback - próximo DS3 primeiro como crossover


FIAT
Não vão aparecer


FORD
Não vão aparecer


HYUNDAI
i30 Fastback - apresentação ao público


INFINITI
Não vão aparecer


JEEP
Não vão aparecer


LAND/RANGE ROVER
Evoque - nova geração


MAZDA
Não vão aparecer


MERCEDES
Classe B - novo modelo
GLE - nova geração
EQ C  - modelo electrico
Classe A 35 AMG - topo de gama


MITSUBISHI
Não vão aparecer


NISSAN
Não vão aparecer


OPEL
Não vão aparecer


TOYOTA
Camry - regressa para subtituir Avensis


RENAULT
Kadjar - restyling


SUBARU
Não vão aparecer


SUZUKI
Jimny - nova geração


VOLKSWAGEN
Não vão aparecer


VOLVO
Não vão aparecer

Polestar Engineered - Volvo

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A Polestar começou como preparador independente, passou para departamento desportivo e agora já é uma marca independente, mas seguindo o exemplo das linhas M-Sport da BMW ou AMG-line da Mercedes, a Volvo cria uma linha de componentes de alta performance para os seus modelos mais mundanos - e começa para já com os novos Volvo S60, V60 e XC60 T8 Twin Engine plug-in.


Os pacotes "Polestar Engineered" alteram as jantes, travões e escapes específicos, suspensões (multi-link nas 4 rodas com componentes tirados directamente do Polestar 1) e ECU do motor (passa de 385 para 415 cavalos e o binário de 640 para 670 Nm).

DieselGate - ponto de situação 19-06-20178

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Altura para mais um apanhado das notícias ligadas ao dieselgate e há bastantes novidades interessantes com o verão a trazer dinheiro e cadeia pelo ar - ficam abaixo os principais desenvolvimentos como sempre sem tretas, conservantes ou adoçantes acrescentados.

CEO da Audi preso
O CEO da Audi Rupert Stadler foi preso esta segunda-feira - nem Audi ou VW comentou e estão em reuniao de crise a tentar perceber o que vai acontecer a seguir.

Esta detenção está ligada ao alargar da investigação da falsificação das emissões na Audi para incluir Rupert Stadler, já que foi a Audi sob controlo de Stadler que criou o software que gerou toda esta confusão. Stadler está entre vários (aponta-se 20) elementos da Audi sobre investigação pela procuradoria de Munique.

Mas neste caso alem do acima a procuradoria diz que há risco que Rupert Stadler destrua provas e o juiz concordou ordenando a detenção do CEO da Audi.


Volkswagen multada em mil milhões de euros
As autoridades alemãs multaram a Volkswagen em mil milhões de euros devido à manipulação das emissões diesel. A Volkswagen anunciou que não vai contestar a multa. O pagamento desta multa encerra apenas as questões regulatorias na Alemanha, e irá ajudar com os problemas reguladores na União Europeia - não encerra as queixas civis e de proprietários.
Recordemos que em Janeiro de 2017 a VW chegou a acordo com as autoridades americanas pagando 4.3 mil milhões de dólares para resolver acusações criminais e cíveis pelo falseamento de emissões.

Mas poderá não ser a ultima multa que a VW possa ainda receber na Alemanha - a Audi poderá ainda ser multada adicionalmente por falhas de supervisão interna que permitiram que esta falsificação de emissões tenha ocorrido nos seus motores de 6 e 8 cilindros. Acresce a uma anterior multa sobre as mesmas violações nos motores de 4 cilindros.

E claro, esta ainda a decorrer a investigação sobre se a VW manipulou o mercado ao não anunciar de forma atempada a falsificação de emissões que envolve o topo da direcção, atual e passada, do grupo alemão.


Multas possivelmente a caminho da Bosch, Porsche e Daimler
Segundo a procuradoria de Estugarda a Daimler, Porsche e Bosch também estão expostas a processo por falsificação de emissões e multa exatamente pelo mesmo que a Volkswagen acabou de ser multada: infracção de regulamentos e deficiências organizacionais que permitiram a instalação de software que manipulou as emissões.


Porsche limita vendas na Europa
A Porsche ira limitar a venda de alguns modelos na Europa para resolver questões relacionadas com a transição para o novo protocolo de homologação WLTP (obrigatório apartir de 1 de Setembro) - a Porsche não referiu que modelos estão afetados mas segundo o Frankfurter Allgemeine Zeitung alguns Cayenne e Panamera podem só chegar em Março de 2019 e alguns 911 não antes do outono deste ano.

Não é só a Porsche, a BMW também parou a produção de alguns modelos em Maio, a Renault avisou que a transição ira afetar vários modelos e só em Abril 2019 deverá estar tudo resolvido, e a VW também terá problemas.


Daimler recolhe automóveis e arrisca multa
Segundo a revista alemã Spiegel noticia que terá, em reunião fechada com o CEO da Daimler Dieter Zetsche ameaçado o construtor com uma multa de 3.75 mil milhões de euros pela falsificação de emissões via software detetado pelo regulador que envolve automóveis e carrinhas comerciais da marca alemã - 750.000 automóveis multiplicando por 5.000 euros de multa por cada automóvel. Isto vem no seguimento da recolha das Mercedes Vito com motores diesel de 1.6 litros ordenada pelo KBA.

A Daimler aceita que tem problemas de emissões e promete colaborar.

Assim sendo a Daimler esta neste momento a recolher 774.000 automóveis na Europa equipados com motor diesel - a marca alemã irá atualizar o software em Mercedes Vito, GLC e Classe C. Segundo o Bild am Sonntag a KBA disse que encontrou 5 funções de software não aprovadas em ECUs de vários motores Euro6. É chato ser ordenado para fazer a recolha, mas tem a favor o facto que uma atualização de software parece bastar - não é preciso alterações de hardware.

A Daimler já tinha voluntariamente recolhido cerca de 3 milhões de automóveis na União Europeia (tal como a VW e BMW) para atualizar software para melhorar performance de emissões.

Construtores manipulam preços de componentes

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Recentemente surgiram noticias de que construtores automóveis estariam a usar software para aumentar os lucros via os preços de componentes - valores variam mas anda à volta de mil milhões de euros nos últimos 10 anos. Então como fizeram isso e será ilegal ou simplesmente ordinário? Vamos por partes.

Nota introdutória
Antes de mais é importante dizer, porque alguns sites portugueses fazem essa sugestão, não há (neste caso) construtores a combinarem preços entre eles - isso seria muito ilegal.


Então do que se trata?
Uma disputa em tribunal entre o autor (Laurent Boutboul) de um software chamado Partneo e o seu atual proprietário (Accenture) tornou publica alguma documentação e apresentações powerpoint que gabavam que construtores automóveis como a Renault, Jaguar Land Rover e Peugeot conseguiram (graças a este software em disputa) aumentar os lucros da venda de componentes em mil milhões de euros. É que no mercado de componentes há peças protegidas por patentes e outras não - algo que os construtores se aproveitam para cobrar mais.

Ao invés de aplicar uma margem de lucro especifica a todos os componentes este software tenta identificar quais são aqueles que o cliente está disposto a pagar mais - “perceived value pricing methodology”. Faz esta selecção baseada na "aparência" do produto pelo cliente - se parece ser mais valioso ou mais caro de produzir. Segundo uma das apresentações a percepção do valor intrínseco de um componente pelo cliente é muitas vezes feita com base em factores como o tamanho, peso, material utilizado (elementos cromados por exemplo) ou aspecto/complexidade aparente (como uma engrenagem complexa).

Mas além de aumentar os preços de componentes baseados na sua "percepção pelo cliente" o Partneo tenta faze-lo de forma a não haver reacção negativa de terceiros: o software categorizava os componentes se têm ou não supervisão de preços por "terceiros" como seguradoras ou publicações especializadas. Em França a Securite Reparation Automobile (SRA), um grupo apoiado pelas seguradoras nacionais, avalia a inflação de componentes automóveis e publica esta informação por forma a pressionar os construtores a baixarem os seus preços. Segundo a queixa de Boutboul o Partneo evitava aumentar preços de componentes específicos que eram mais controlados pela SRA.
A Renault, Jaguar Land Rover (a única que confirmou usar o tal software) e Peugeot responderam que as suas tabelas de preços para componentes de substituição eram legais, não se aproveitam dos proprietários e são feitas com base na eficiência e disponibilidade.

A Accenture nega que o software seja injusto (nota pessoal - piada do ano), e que apenas procura melhorar a eficiencia do cliente/construtores.


Então, é ilegal ou não?
O software em si não é ilegal, software para identificar os preços mais altos que os clientes estão dispostos a pagar é algo comum em múltiplas industrias - estamos a falar de multinacionais e elas não têm coração, tem um contabilista. E se nos automóveis em si os construtores têm dificuldades em conseguir mais que 10% de margem de lucro, em peças de substituição as margens de lucros podem atingir (segundo a Accenture) até 90%.

Mas o julgamento está ainda a decorrer e há um detalhe que podia ser ilegal mas afeta apenas a Accenture: o autor do software diz que a Accenture usou dados de precário privados obtidos da Renault para configurar o software para a PSA e possivelmente para outras marcas - isso já é ilegal segundo as regras europeias, mesmo quando o sofware não cruza/partilha informações entre clientes.

As marcas envolvidas e a Accenture recusam esta acusação e o regulador do mercado frances disse que examinou o software e não encontrou bases para uma investigação - infelizmente também não explicou como chegou a essa conclusão. Teremos que esperar pelo fim do julgamento para ver no que dá.

Audi Q8 apresentado

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Até há pouco tempo o BMW X6 tinha o "SUV-coupé" ou "Coupé-SUV" todo para si, mas depois veio o Mercedes GLE Coupé e agora chega o Audi Q8 (muito próximo aos concepts homónimos) para estragar a festa à BMW. Mais um SUV premium do grupo VW como Porsche Cayenne, Bentley Bentayga e Lamborghini Urus.

O mais importante é que esta é a nova face da família de SUVs Q da Audi, especialmente aquela enorme grelha octagonal "Singleframe" - fiquem de olho no Q3 que deve ser o próximo a ser atualizado.

Atrás temos uma silhueta tipo coupe que dá-lhe um perfil muito semelhante ao primo Urus, o painel traseiro é semelhante aos A8, A7 e A6.

Apenas ligeiramente mais curto que o Q7 em que se baseia (4,99 metros contra 5,05 m), o Q8 mantém os 3 metros de distancia entre eixos do Q7 mas é mais baixo em 66 milímetros e 27 milímetros mais largo - apesar disso, como tem apenas 5 lugares o espaço para os passageiros traseiros não falta.


No interior temos basicamente o mesmo arranjo já conhecido dos novos A8, A7 e A6 - Virtual Cockpit, sistema de multimédia de 2 ecrãs, o volante é o do Q7 e tirando os ventiladores são específicos.


Recebe de série tração integral e suspensão pilotada, mas dependendo do tamanho da sua carteira a lista de opcionais promete ser longa - incluindo a possibilidade de um diferencial traseiro Quattro Sport com torque vectoring ou 4 rodas direccionais.

Debaixo do capot temos as mesmas mecânicas do Q7 com o sistema micro-híbrido de 48 volts para uma ajudinha. No lançamento terá (a diesel) a escolha do V6 de 3.0 litros 50 TDI com 286 cavalos e 600 Nm seguido mais adiante em 2019 da versão 45 TDI de 231 cavalos, já a gasolina a oferta começa com o V6 de 3 litros 55 TFSI de 340 cavalos. Mais adiante teremos o SQ8 com o já conhecido V8 TDI de 435 cavalos e 900 Nm de binário, e a de certeza uma versão híbrida plug-in - afinal já temos o Q7 e-tron, Cayenne e-Hybrid e Bentayga Hybrid. Todos os Q8 recebem tração integral e caixa automática ZF de 8 velocidades.

Peugeot 202 - video

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O clássico Peugeot 202 em imagens do Museu Peugeot.

70 anos de Porsche - 911 Speedster e Taycan

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Não é todos os dias que se celebram 70 anos e a Porsche quer fazer a festa à maneira: com um concept que anuncia um futuro 911 Speedster e com o anunciar do nome da futura versão de série do Mission E que será o Taycan.


Um 911 Speedster não é propriamente surpreendente - já houveram vários modelos e recentes fotos espias de uma mula de testes com o característico perfil a fazer as rondas no Nurburgring estragam um pouco a surpresa, mas não deixa de ser um belo exemplar que deverá chegar aos concessionários em 2019 como série limitada. 




Em receita vencedora não se mexe e pegaram num 911 GT3 e aplicaram um para-brisas reduzido, janelas laterais específicas, recebe umas magníficas jantes de 21 polegadas Fuchs e cobertura com dupla bossa atrás dos assentos dianteiros que esconde a capota que apenas pode ser usada quando estacionado.




Sim, só pode usar a capota com o carro estacionado porque debaixo do capot temos o mesmo 4 cilindros Boxer do GT3 com 500 cavalos capaz de atingir 9.000 rpm acoplado com uma caixa manual de 6 velocidades - o anterior 911 997 Speedster tinha uns mais seguros e sedados 408 cavalos. Sim, é um GT3 descapotavel e é glorioso - segure o escalpe. No interior desaparece de série o sistema de navegação, radio, climatização que pode ter de volta se pagar por isso.

A outra noticia é o anuncio que o "Mission E", apresentado como um concept em 2015, será chamado de Taycan quando chegar aos concessionários algures em 2019 - provavelmente no salão de Frankfurt.

[update video]Novo Peugeot 508 SW apresentado

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O novo Peugeot 508 ainda não chegou às estradas (só no outono), mas já temos imagens da versão carrinha SW que deverá chegar aos concessionários em Janeiro com a apresentação ao publico já no salão de Paris.
Esta carrinha troca o aspeto pratico por um mais dinâmico, quase Fastback com janelas sem enquadramento, uma traseira quando shooting brake com um vidro traseiro muito inclinado com um aileron no topo que termina em faróis muito angulares ligados por uma banda negra.

Apesar da maior capacidade de carga relativamente ao sedan, esta carrinha tem menos capacidade que a anterior geração - mais baixa em 6 centímetros e mais curta em 5 centímetros (comprimento total 4.78 metros, mais 3 centímetros que o sedan) passa a ter 533 litros de capacidades quando a anterior tinha 660 litros. Mesmo assim é mais que o Ford Mondeo mas menos que o Opel Insignia Sports Tourer.

Dito isto esta geração é também 70 quilogramas mais leve relativamente à anterior. Para compensar a Peugeot melhorou o aspeto pratico - os assentos traseiros deslizam e rebatem de forma plana apartir de dentro da mala e é possível (como opção) abertura eléctrica.


Quer interior do compartimento de passageiros e compartimento do motor é exactamente o mesmo do sedans.


update 14-06-2018

Peugeot 203 - video

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O clássico Peugeot 203 em imagens do Museu Peugeot.

Jaguar XKSS - video

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Recentemente noticiamos que a Jaguar iria construir mais 9 unidades do XKSS 60 anos depois da produção original ter sido interrompida. Era basicamente uma versão de estrada do Type D de competição sem tejadilho e a asa de tubarão traseira, meteram um segundo assento, para-choques e um retrovisor. O objectivo era produzir 50 unidades mas um incêndio no dia 12 de Fevereiro de 1957 destruiu 9 unidades que estavam em fabricação e toda a ferramenta necessária para construir o XKSS - apenas foram produzidos 18 Jaguar XKSS. Ao navegar pela internet encontrei este video histórico desse momento marcante da história da marca inglesa.

Novo Mazda6 - video produção

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Comprou um dos novos Mazda6? Quer saber como é feito?

A verdade sobre o Autopilot da Tesla

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Já tinha falado aqui sobre o Autopilot da Tesla, os seus acidentes e a sua atenção mediática. O que ainda não tinha discutido foi o motivo pelo qual os acidentes com a condução autónoma da Tesla continuam a acontecer. Ora bem como não tenho um Tesla para fazer o teste não posso mostrar o porquê, mas o video seguinte em inglês mostra um simples teste de como o Autopilot da Tesla pode falhar.

Por exemplo, quando o Tesla está a seguir o carro da frente e este para, o Tesla para também. Mas se o veículo da frente se desviar de um obstáculo imóvel no meio da estrada, como por exemplo outro veículo, o Tesla vai colidir por não ter tempo suficiente para reagir, travar e assim previnir a colisão. Da mesma maneira, se um carro que viaja no sentido contrário entrar na nossa faixa de rodagem, o Autopolit pode não ter tempo de reação suficiente para impedir uma possível colisão.
O Autopilot também não prevê a tempo uma rápida reação de um carro estacionado na berma da estrada, apesar da Tesla afirmar que o Autopilot monitoriza os veículos em seu redor, incluindo os estacionados.
Por muito que se possa dizer sobre este sistema, resume-se a isto, o Autopilot é um assistente à condução e não é um sistema 100% autónomo que dispensa a supervisão do condutor. Ou pelo menos não deve ser apregoado como tal. Em certos casos, a única coisa que pode previnir um acidente é o nosso tempo de reação, os nossos reflexos, isto porque nem sempre um sistema de condução autónoma é capaz de ser tão ou mais eficaz quanto nós. Mesmo assim os acidentes com este sistema ligado continuam a acontecer. Será que as pessoas querem chegar a um ponto em que não têm que se preocupar mais com a condução? Será que vamos viver num mundo tipo filme animado Wall-E? Vamos esperar para ver.

[update videos]Novo Citroen Berlingo apresentado

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Não parece mas o atual Citroen Berlingo já ca anda desde 2008, mais que tempo para uma nova terceira geração aqui apresentada na versão "ludospace" que para mim anuncia também o repensar das monovolumes familiares.

10 anos e 1,5 milhões de unidades vendidas teremos em Genebra esta nova geração apresentada aqui na versão "civil" que pode parecer estranho visto ser a menos vendida em termos de volume mas faz para mim sentido: as monovolumes atuais (Zafira, Scenic, etc) estão a morrer e a forma mais financeiramente viável de as manter é basicamente construí-las apartir de veículos comerciais mas fazendo-as mais "familiares".



Dai que esta nova geração usa à frente a plataforma EMP2 mas mantendo a secção traseira da actual para permitir maior capacidade de carga - dá para ver que atrás parece ter sido apenas um restyling da geração anterior.

Para ajudar esta geração recebe um visual em linha com a restante gama da Citroen - até recebe os Airbumps do C3 e C4 Cactus. E para ajudar a ideia de substituir as atuais monovolumes, esta geração terá pela primeira vez a versão não comercial longa (com 4.75 metros de comprimento contra 4,40 metros da versão curta) disponível com 7 lugares (ou 5 com maior capacidade de carga).


Os lugares traseiros da terceira fila são escamotaveis e como mantém as portas traseiras deslizantes (perfeitas para as crianças), arrumos no tejadilho num arco translucido que corre ao longo do tejadilho...sinceramente comprava só por este tejadilho. 
Recebe também alguns confortos modernos como um sistema multimédia com ecrã tactil, acesso mãos livres, travão de mão eléctrico, vigia de ângulo morto e outras possibilidades. O volume da mala aumenta - 775 litros na versão curta e 1050 litros na versão longa.





Debaixo do capot chega o novo 1.5 litros BlueHDI com 75 ou 100 cavalos com caixa manual de 5 velocidades, ou 130 cavalos com caixa manual de 6 velocidades ou automática EAT8. Também estará disponível a gasolina com o 3 cilindros 1.2 litros PureTech com 110 e 130 cavalos. Mais adiante deverá chegar uma versão 100% eléctrica.


update 14-06-2018
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