Momento "no shit Sherlock" do dia

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Cuidado que o seu automóvel pode ser usado para o espiar,...diz um jornalista que provavelmente usar e transporta nos bolsos um smartphone onde coloca toda a sua vida, e o computador em que escreveu este artigo definitivamente não pode ser usado para espiar no jornalista.


“CAR CRASH TV” no AMC BREAK

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Quando os meus filhos eram pequenos gostava de ver com eles o programa "a ciência da estupides" para eles perceberem que quando alguém quiser fazer algo estupido oferece-te para segurar a câmara. E agora que o meu rapaz tem a carta de condução vamos ver o “CAR CRASH TV” no canal AMC BREAK a partir do dia 18 - é um programa de câmaras de tablier (dash cams) e do que pode acontecer na estrada. Não é só entretenimento, é formativo!


Sem paciência para conspirações

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Quem aqui anda há algum tempo sabe que sigo factos e não tenho pachorra para teorias da conspiração de tristes que sonhavam em ser populares e dormirem com mais homens/mulheres (o que preferirem), mas infelizmente como não o conseguiram inventam tretas - como o pessoal do CHEGA ou esta Cristina Miranda.


"Está tudo programado à escala global."
É sempre uma cabala mundial mas que curiosamente nunca se tornam realidade como os campos de concentração para o pessoal que não quer ser vacinado. Quando confrontados este pessoal costuma responder "não aconteceu porque nós desmascaramos a conspiração"! Um complexo messiânico é omnipresente em todo este pessoal...


"O objetivo de empurrar a população para os veículos elétricos prende-se com o facto de serem programáveis e controláveis."
Todos os automóveis são programáveis e controláveis independentemente da motorização - desde o advento da injeção eletrônica e até do ABS já não é o condutor que tem o controlo total do veiculo.


"Quando a adoção for geral, o preço da eletricidade disparará, tal como acontece hoje com os combustíveis fósseis."
O preço da eletricidade varia conforme o consumo, disponibilidade e fonte - se for de combustíveis fosseis vai subir claro. E qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que eventualmente o estado ira, com o aumento de popularidade dos elétricos, ter que compensar a perda de impostos dos combustíveis fosseis com outra medida sobre os elétricos - se será um imposto sobre a eletricidade ou quilômetros percorridos ou outra coisa é o que falta descobrir.


"Progressivamente, ter um carro próprio tornar-se-á incomportável devido aos custos de manutenção"
Sabe que as empresas que fabricam automóveis vivem de fabricar automóveis e vender automóveis aos clientes? Se isso acontecer elas abrem falência e despedir milhões de trabalhadores o que normalmente não encaixa bem em lado nenhum.


"abrindo caminho para que nos apresentem 'soluções práticas' de mobilidade: cidades de 15 minutos, aluguer de veículos autónomos e transportes públicos." Ai meu deus o horror! O HORROR digo-vos!! Tornar as cidades mais acessíveis às pessoas, menos poluídas, mais práticas de viver, com menos poluição, onde possamos viver e não apenas migrar diariamente apenas para trabalhar...As crianças, alguem pense nas crianças que possam jogar à bola na rua outra vez!


"É a Agenda 2030 em plena execução, promovida por governos alinhados com esta visão." Mais promovida por tristes que sonhavam em ser populares com complexo messiânico.


"DESPERTE!"
LARGA A BEBIDA

Não estás a ajudar o teu caso meu...

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Atenção asnos que conduzem "sob a influencia" e sem carta de condução um automóvel sem seguro, eis uma dica: não colem um grande autocolante de cores berrantes a dizer "Cocaine Performance" mesmo no meio do para-brisas. A policia é capaz de notar...mesmo a irlandesa. Pobre Seat.



Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "o opcional mais caro de todos"

Todos nós provavelmente já olhamos para a lista de opcionais quando vamos adquirir um automóvel, uns mais acessíveis que outras. E isso traz-nos ao Porsche 918 Spyder que quando foi lançado custava cerca de 781.000 euros antes de pagares impostos e opcionais.


E se fosse à lista de opcionais iria encontrar itens como a pintura "Rare Liquid Metal" que custava 45.000 euros e o Weissach Package por 67.300 euros. Mas o opcional mais caro do 918 Spyder era outro Porsche: por mais 173.000 euros podia ter uma das 918 unidades do Porsche 911 Turbo S Edition 918 Spyder para conduzir enquanto espera que o seu 918 fosse produzido.



Era basicamente um Porsche 911 997 Turbo S com alguns detalhes cosméticos específicos, mas só podia ter um 911 Turbo S Edition 918 Spyder se comprasse um 918 Spyder primeiro. Ou seja, tinha que gastar pelo menos 954.000 euros mais impostos.

E quantos compradores do Porsche 918 Spyder selecionaram essa caixa nos opcionais? Segundo a Porsche foram produzidas 146 unidades do 911 Turbo S Edition 918 Spyder - o que significa que é mais raro que o 918 Spyder.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "falta um danoninho!"

Nos anos 90 a Peugeot decidiu que queria participar no mundial de Rallies com o novo 206.

Mas as regras na altura claramente indicavam que o automóvel de estrada em que se baseava o modelo de competição teria que ter pelo menos 4 metros de comprimento - o 206 media 3,84 metros. Para dar a volta ao problema em 1999 a Peugeot apresentou a série limitada de 4.000 unidades batizada Peugeot 206 Grand Turisme com maiores para-choques para atingir exatamente 4 metros de comprimento.



Elétricos usados - quilometragem não é importante

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Eis uma análise interessante da British Vehicle Rental and Leasing Association (BVRLA) e New AutoMotive - quilometragem elevada não o deve assustar quando se trata de automóveis elétricos usados. A análise de 47,4 milhões de inspeções automóveis britânicas entre julho 2024 e julho 2026 concluiu que com quilometragem elevada e idade comparável, os elétricos são reprovados com menos frequência do que os modelos a combustão. Mesmo assim atenção ao estado dos pneus (os pneus nos elétricos reprovam quase o dobro dos automóveis de combustão) e travões.

Segundo este estudo acima dos 100.000 quilômetros a taxa de reprovação dos automóveis elétricos estabiliza à volta dos 16%, bastante acima dos modelos de combustão equivalentes.

Com baixa quilometragem, não há diferença - entre os 30.000 e 65.000 km, 12% dos elétricos reprovam versus 11,7% dos automóveis a combustão. Mas a partir dos 96.000 km começamos a notar diferenças - a taxa de reprovação dos automóveis elétricos estabiliza nos 16%, enquanto a dos modelos de combustão continua a subir. Para automóveis com três a oito anos e com 145.000 a 193.000 km, 16,5% dos elétricos são reprovados face a 22,1% para modelos a gasolina e 21,2% para os a diesel.

A partir dos 193 000 km a diferença aumenta - os elétricos mantêm os 16% de reprovações, enquanto nos automóveis a gasolina sobe para 23,5%.

Se considerarmos apenas a idade os veículos elétricos com entre três e doze anos reprovam 1,6 a 2,3% mais que os modelos a gasolina. No entanto, os modelos elétricos percorrem em média mais quilômetros que os a gasolina: na 1ª inspeção técnica aos três anos a quilometragem media nos elétricos é de 43.600 km contra 33.000 km dos modelos a gasolina.

Esta avaliação também encontrou alguns problemas nos automóveis 100% elétricos. Nos pneus os elétricos têm quase o dobro (1,8 vezes para ser exato) de problemas de pneus relativamente aos modelos a gasolina. Entre os 145.000 e 193.000 km os pneus reprovaram em 9,4% dos elétricos face a 5,4% nos a gasolina. O maior peso das baterias é o principal responsável por estes problemas.

Seria também de esperar mais defeitos de suspensão, devido ao maior peso - mas curiosamente não aparece nesta análise, pelo contrário: entre os 96.000 e 145.000 km nos elétricos 4,7% acusaram problemas de suspensão contra 6,1% dos automóveis a gasolina.

Nos travões a travagem regenerativa cria uma situação interessante. Nos elétricos com bastantes quilômetros (acima dos 145.000 km) apenas 2,2% acusaram problemas nos sistemas de travagem contra 6,5% dos modelos a gasolina. Mas nos elétricos que fazem poucos quilômetros pode surgir corrosão/degradação de discos e pastilhas de travagem - para o mesmo intervalo de quilometragem (entre 32 000 et 96 000 km) e idade (entre 10 e 11 anos) os automóveis elétricos têm mais problemas de travões (11,2%) que os automóveis a gasolina (9,8%).

Para terminar falta referir os híbridos - com três a oito anos e com 145.000 a 193.000 km tiveram uma taxa de reprovação de 13,6%, melhor que os 16,5% dos elétricos, melhor que os 21,2% dos diesel e bastante melhor que os 22,1% para automóveis a gasolina.

Trivialidades de 4 rodas

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Edição: "Show me the money!"

Aparecer numa nota é algo reservado apenas a obras de arte, personalidades históricas e paisagens inspiradoras. E seguindo essa tradição no Camboja alguém decidiu que na nota de 500 riais deviam aparecer o Nissan Juke e dois Toyota Corolla.



[update]Tesla FSD continua a expandir na Europa

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Depois de responder a um comentário de um leitor fui verificar em quantos países na Europa já homologaram a versão europeia do Full Self-Driving Supervised. E a resposta é (atualmente) 5 6 países.

Volkswagen ID.Tiguan a caminho

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Esperado e agora oficial - a Volkswagen confirmou que irá substituir os ID.4 e ID.5 pelo "novo" ID.Tiguan que será apresentado no salão automóvel de Paris. Este ID.Tiguan é uma revisão profunda do atual ID.4 - tal como fizeram do ID.3 para o ID.3 Neo.






Nem o São Pedro tolera Musk

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Segundo a Internet, aparentemente, a Tesla está a ponderar adiar o evento/demonstração do "novo" Roadster porque é um evento no exterior e aparentemente pode chover...


Computadores bons!

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Computadores fizeram os motores de combustão melhor. É o que o mestre de cool do Technology Connections diz ;)


[update]Renault 8 Gordini Concept apresentado

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A Renault já tinha anunciado que iria levar 2 concepts à edição deste ano do salão automóvel de Paris e este é um deles - uma versão moderna 100% elétrica de 270 cavalos no eixo traseiro do icónico Renault 8 Gordini: este é o Renault 8 Gordini Concept. A Renault continua a apostar no "novo-retro": já temos o R5 E-Tech, R5 Turbo 3 E, 4L E-Tech, R17 concept (que não saiu de concept) e mais recentemente o Twingo. Que infelizmente, tal como magnifico concept Peugeot e-Legend de 2018, este 8 Gordini Concept não irá ser produzida.

Com excepção da assinatura luminosa este concept pouco mantém do ícone de 1962 - principalmente é um coupé enquanto o original era um sedan de 4 portas. Tem 4,12 metros de comprimento, 1,88 metros de largura e 1,27 metros da altura, para-lamas alargados para caber as jantes de 19 polegadas à frente e 20 atrás, um enorme difusor traseiro, e veste o azul França com as esperadas faixas brancas.




No interior temos uma mistura de couro, camurça, alcantara e veludo azul combinado com alumínio. Os assentos desportivos são os Sabelt do Alpine A110.




Debaixo da carroçaria em fibra de carbono este Renault 8 Gordini concept tem um motor elétrico em posição central que debita 270 cavalos no eixo traseiro - a mesma potencia do R17 concept de 2024. Tirando isso, a Renault não disse mais nada.



update 28/09/2026

Renault em Pikes Peak - vídeos

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A Krafft Racing, com uma ajudinha da Renault Sport, resolveu levar um dos trinta e cinco Renault R.S.01 produzidos em 2015 para ver se era capaz de trepar os 4.300 metros de altitude Pikes Peak.




Como escolher os seus pneus - vídeo

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Um vídeo interessante do Engineering Explained - como escolher os seus pneus e que caraterísticas deve ter em atenção.


Twingo, Spring ou Pixo?

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Digamos que está à procura de um citadino 100% elétrico (a mecânica que mais sentido faz para a cidade) e até gosta do novo Renault Twingo - mas agora também tem o Dacia Spring e o Nissan Pixo baseados na mesma plataforma! Qual escolher? O que os diferencia? Boa pergunta...



Creio que é melhor começar pelo que é comum a todos - usam a plataforma AmpR Small com um motor elétrico de 82 cavalos alimentado por uma bateria LFP com uma capacidade de 27,5 kWh e são produzidos na fabrica de Novo Mesto na Eslovênia. Mas para tentar não canibalizar vendas do primo adoptaram designs diferentes (gostos não se discutem logo nem vou por ai), preços e equipamentos diferentes para seduzir públicos diferentes.


Modularidade e espaço - vantagem Twingo
Ambos Renault Twingo e Nissan Pixo têm atrás um assento traseiro rebatível em 2 partes deslizável em calhas que permite facilmente variar a capacidade da mala. O assento traseiro do Dacia Spring é fixo rebatível em 2 partes.

O Renault Twingo é o único que pode ter o assento do passageiro dianteiro rebatível completamente que permite transportar objetos com até 2 metros de comprimento.

Já o Dacia Spring é o único que oferece graças ao design mais SUV uma "frunk" de 17 litros para guardar os cabos de carga, que nos Twingo e Pixo ficam no fundo da mala.


Tamanho exterior - empate Pixo e Twingo
Na cidade todos os centímetros contam e enquanto ambos Renault Twingo e Nissan Pixo ficam pelos 3,79 metros de comprimento, o Dacia Spring atinge 3,85 metros de comprimento.


Elétrico - vantagem Pixo
A vantagem vai para o Nissan Pixo que segue de série com carregamento AC de 11 kW rápido DC a 50 kW que permite ir de 15 a 80% de carga em 28 minutos, que é um opcional de 500 euros nos Twingo e Spring. Estes últimos recebem de série um carregador interno de 6,6 kW que significa 2 horas e 50 minutos para uma carga completa AC, que passa a 1 hora e 50 minutos graças a um carregador interno de 11 kW se for para o Pack Advanced.


Tecnologia - vantagem Pixo
Além do carregamento rápido de série, o Nissan Pixo recebe um sistema de reconhecimento facial para personalizar automaticamente as definições do automóvel conforme quem está atrás do volante.

Mas ambos Twingo e Pixo recebem um sistema multimédia Google num ecrã táctil de 10 polegadas e ajudas à condução (cruise control, manutenção de faixa de rodagem e deteção de fadiga).


Preço - vantagem Spring
Os preços do Twingo e Pixo vão ser relativamente próximos, mas o Dacia Spring será mais barato: versão Expression 17.900 euros, Journey arranca nos 19.400 euros. Já o Twingo Evolution começa nos 19.490 euros. Mas só tem ar condicionado manual (no Twingo Tecno é automático), no Expression não recebe um sistema multimédia com ecrã tactil (apenas um clip para montar o smartphone), jantes de 15 polegadas (16 e 18 polegadas nos Twingo e Pixo) e menos ajudas à condução.


Resumindo
Se quer algo pratico vá para o Renault Twingo, se quer o mais barato vá para o Dacia Spring e se for um fã das tecnologias vá para o Nissan Pixo.

[update]Novo Volvo XC60 apresentado - restyle

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Lançado em 2017 a segunda geração do Volvo XC60 já foi atualizado 2 vezes (2021 e 2025), mas recebe agora uma terceira atualização não só para alinhar com a versão elétrica EX60 mas também atualizar as mecânicas hibridas plug-in.

Exteriormente recebe novo para-choques dianteiros e traseiros, grelha dianteira, capot dianteiro e tampa da mala.




No interior recebe novos materiais (couro, madeira, alumínio, etc), tablier e forras das portas redesenhadas. Mantem o ecrã táctil de 11,2 polegadas com a nova versão do sistema multimédia de base Google mais fácil de usar e inclui o Gemini para que o condutor possa falar com alguém quando não tiver passageiros a bordo. A climatização mantem os comandos manuais. Atrás recebe novos assentos mais confortáveis.


Ao nível das ajudas à condução o novo XC60 inclui 5 novos radares, 5 câmaras de ultima geração e novo software.

Mecanicamente falando a grande novidade é que a motorização hibrida plug-in baseada no 4 cilindros turbo de 2 litros (a única disponível) recebe uma nova bateria de 41,2 kWh brutos/37,9 uteis - o dobro da bateria atual. Esta nova bateria permite uma autonomia elétrica WLTP de 200 quilômetros no XC60 T6 (357 cavalos) e 186 quilômetros no X60 T8 (461 cavalos). A geração atual conseguia no máximo 120 quilômetros.



update 24/09/2026