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Mas que raio?! Pobre SAAB...

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Houve uma altura em que me perguntava como era possível os americanos olharem para o Trump aka Jesus Laranja e decidirem que ele era a pessoa certa para governar o pais...afinal faz todo o sentido. Um asno (não tem outro nome) achou boa ideia (com um mandado de captura ativo) rebocar numa autoestrada do Texas um SAAB descapotável com uma corrente e a direção solta pela traseira.

A era dourada para as famílias aceleradas

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O final dos anos 80 foi uma era dourada para as famílias aceleradas - Peugeot 405 MI16, Peugeot 505 Turbo, Lancia Thema IE, MG Montego Turbo, Citroën BX 16 Válvulas, Saab 900 Turbo, Renault 21 Turbo, Fiat Croma Turbo, BMW 325i, Alfa Romeo 75 Turbo, Volkswagen Passat GT...












Belos designs a preço acessível

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Um vídeo interessante - o designer Frank Stephenson (que desenhou os Maserati MC12, Ferrari F430, McLaren 12C, P1, 570S, Mini e Fiat 500) lista 8 automóveis com o design mais interessante e belo que podem ser adquiridos a um preço sensível.


História da Saab - documentário

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A Saab foi umas das minhas marcas preferidas - eram automóveis diferentes, conduzidos por pessoas que nunca fazem nada de inesperado na estrada. Via-mos um Saab e podíamos ter a certeza que não iria fazer nenhuma asneira. Infelizmente já não está entre nós, fica um documentário sobre a Saab Automobile AB desde a fundação na Suécia em 1945 até ao seu fim em 2010.


Holden chega ao fim

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A General Motors parece o corona virus das marcas automóveis - tudo o que infecta parece condenado a uma morte lenta: Pontiac, Oldsmobile, Hummer, Saturn, Daewoo, Bedford, Saab, Chevy Europe, Opel\Vauxhall e agora é a Holden a seguir para o mesmo caminho.

A General Motors informou que vai encerrar as suas operações na Austrália e Nova Zelândia, bem como vender a sua fábrica na Tailândia aos chineses da Great Wall - esta retirada da ira custar 600 empregos na Austrália e Nova Zelândia, e outros 1.500 serão afectados na Tailândia. Trata-se de mais um passo da retirada da GM de mercados que não lhe são rentáveis (já saíram da Europa, África do sul e outros países africanos, Vietname, indonésia, Índia, Austrália, Nova Zelândia e Tailândia) - tipicamente americano, como não lhes corre como gostam fazem birra e vão-se embora refugiando-se nos EUA, China, América latina e Coreia do Sul. A regra de Mary Barra (CEO da GM) é simples - margens de lucro acima de volume e presença mundial .

Quem ganha é a Great Wall que expande para fora da China sem ter que investir em fabricas novas - a fabrica na Tailândia inclui uma unidade de produzir motores e já assinou os papeis para comprar outra fabrica da GM, esta ultima na Índia. Ou seja, a Great Wall antes limitada à china passará a estar presente também na Rússia e no mercado do sudeste asiático e Tailândia.