Rover - do começo ao fim

Sempre que oiço o nome Rover recordo o 400 (dos primeiros exemplares da geração HH-R) de serviço que o meu pai teve - correu mal do primeiro ao ultimo dia. A titulo de exemplo dos problemas que tivemos conto este: quando houve mudança de hora tentei com a ponta da caneta apertar o botão do acerto das horas no relógio de bordo. Apertei levemente uma vez e nada. Apertei levemente uma segunda vez e nada. Apertei uma terceira vez com um pouco com mais de força e o relógio desapareceu dentro do tablier! Estive a passar algum tempo no Youtube acerca deste tema e abaixo ficam alguns dos melhores vídeos sobre a ascensão e morte da Rover.

2 comentários:

  • Hugo Daniel says:
    7 de abril de 2017 às 09:55

    Lembro-me dos Rover 200 terem como base o chassis e motores do Honda Concerto.
    O curioso é que os Rover, depois de saírem da fábrica da Rover, muitos deles logo após terem sido vendidos, eram enviados para a fábrica da Honda, onde era revista toda a parte eléctrica do carro, para resolver queixas de clientes Rover.
    A Rover também quis puxar pelos motores que instalava nos 200, mas não reforçava o chassis... o resultado era chassis empenados.
    A meu ver, a culpada pela queda da MG/Rover foi a própria marca, pois vendia produtos sem qualidade, com preços elevadíssioms para o produto que tinham.

  • Turbo-lento says:
    11 de abril de 2017 às 18:26

    De acordo, a Rover simplesmente não quis saber confiante que teria sempre o mercado inglês para se apoiar. Para outro exemplo de quanto má era a engenharia, o motor de 1.4 litros que o carro do meu pai tinha a bomba de água na parte superior do motor e quando ela partiu ao fim de 1 ano basicamente estávamos a derramar água fria por cima de um bloco de motor quente...

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