Citroen no Salão Automóvel de Paris 2014

A jogar em casa a Citroen tinha dos maiores e mais vastos expositores do salão - todos os modelos estavam presente, se bem que 3 modelos tinham o maior destaque.





 
O Citroen C4 Cactus estava presente em múltiplas combinações de cores e acabamentos, algumas mais bem conseguidas que outras.





 
Ao conversar com um dos representantes ele disse-me que o C4 Cactus está a ter tanto sucesso que já tiveram que adicionar mais um turno à fábrica que o produz - que creio prova algo que já tinha dito há algum tempo: os consumidores não querem apenas mais, querem algo individual, diferente. E a limitação de oferta de motorizações não afecta a procura.





 
Apenas há um problema que me apercebi ao conversar com algumas pessoas com quem meti conversa e escutava como seria o seu C4 - muitas das escolhas são tão pessoais que podem complicar a revenda do veiculo daqui a uns anos. De qualquer forma creio que posso dizer que se quer um C4 Cactus à maneira 2 opções são obirgatórias: a caixa automatizada para ter o banco dianteiro ao comprido e o tejadilho de vidro panoramico. Depois pense nas cores.
 
E claro o famoso concept Citroen C4 Cactus airflow que concentra muitas das tecnologias disponíveis para reduzir o consumo - nunca será produzido mas muitas destas tecnologias vão no futuro surgir noutros modelos da marca.



 
A minha preferida é o sistema hibrido a gás (não é exactamente ar como diz o nome) comprimido - é simples, économico e funciona. Segundo a Citroen é uma questão de conseguir produzir o sistema em número suficiente (dentro do grupo PSA e com outros parceiros - China provavelmente) para que se torne uma realidade.


 
O outro modelo em destaque era o novo Citroen C1 que estava igualmente exposto em múltiplas combinações, entre eles o Citroen C1 Urban Ride concept.

 
Tenho que confessar que votei mais que uma vez...
 
Claro que outros modelos também lá estavam...nem todos para venda infelizmente.





 
Nota - as imagens estão na definição original e se clicarem podem ver as imagens em maior dimensão.

4 comentários:

  • H. Costa says:
    24 de outubro de 2014 às 11:30

    Para ser honesto, o C4 Cactus é incrívelmente bi-polar na maneira da apreciação das pessoas. Alguns adoram-no por ser tão curioso e extravagante, além de ter boas escolhas de motorização e equipamento; outros odeiam-no por acharem que é demasiado juvenil ou até mesmo feio (antes feio e irreverente do que ser brutalmente monótono como o novo Nissan Pulsar, digo eu), além daqueles que só o odeiam por ser francês, pessoas essas que ainda não descobriram a estupidez dos esterótipos. O que acha disto tudo, e do carro em si?

  • Turbo-lento says:
    24 de outubro de 2014 às 14:58

    Devo conduzir o C4 Cactus para a semana portanto em breve terei mais acerca disso. Concordo que é daqueles adora-se ou odeia-se mas vai em linha a tendencia moderna da individualidade: já que se vai gastar tanto dinheiro em algo (o automovel é a segunda compra mais cara aseguir á casa) a verdade é que as pessoas querem algo à sua medida - e isso ultrapassa esteriotipos creio. Comprar algo tem uma parte lógica(racional) e outra emocional(irracional) - o C4 Cactus aponta claramente à emocional e pelos vistos vence. Em conjunto, relativamente a designe os franceses estão numa fase muito boa.

  • H. Costa says:
    24 de outubro de 2014 às 15:46

    Uma resposta muito boa da sua parte, espero com ansiedade o seu test-drive do carro. Já tive várias oportunidades de o ver mais de perto; uma foi no salão Autoclássico na Exponor, onde a Citröen tinha no seu stand um Cactus amarelo em exposição, e diversas outras perto da minha universidade. O carro é usado pelo WTF (o serviço jovem de telemóveis da NOS), carro esse que já vi várias vezes na área do polo universitário do Porto. O Cactus parece-me uma boa alternativa aos automóveis semelhantes a ele, mas seria preciso alguém passar um bom tempo com ele para descobrir a sua fiabilidade. E sim, os franceses estão em alta no design (o Peugeot 308 SW e o novo Renault Clio são excelentes exemplos...).

  • Turbo-lento says:
    27 de outubro de 2014 às 18:06

    Relativamente ao Nissan Pulsar queria deixar uma nota - pode não ter o designe mais inspirador, mas tem o maior interior do segmento. Em todos os automoveis que experimento faço o seguinte teste: acerto o banco do condutor na minha posição e depois tento sentar-me no lugar imediatamente atrás do condutor. Sinceramente não me lembro de ter tanto espaço atrás num automovel deste segmento. E não é por roubar à mala.

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