Renault Alaskan apresentada

Quase 1 ano depois do concept da pickup de 1 tonelada eis a versão de série da primeira pick-up da Renault - a Renault Alaskan.


Pode parecer uma escolha estranha para a Renault já que o mercado de pick-ups é bastante reduzido...na Europa. Há 2 razões para a Renault avançar com uma pick-up: a Renault domina o mercado dos comerciais ligeiros na Europa e na américa latina, e as pick-ups representam 40% do mercado mundial dos comerciais ligeiros (cerca de 5 milhões de unidades por ano). Adicionamos à equação que a Renault tem uma parceria com a Nissan que tem uma das pick-ups mais bem sucedidas do mercado: a Navara. Ou seja, a Renault já tem a taça europeia e agora quer a mundial...ok, eu paro com as metáforas do futebol.


Desenvolvida apartir da Nissan Navara (de perfil dá para ver), adicionada de uma carroçaria mais atraente com um grande logo da Renault no centro da grelha sobre-dimensionada bastante inspirada nos Kadjar e Scénic.




Debaixo do capot está para já o motor de 4 cilindros de 2.3 litros dCi diesel da Renault Master com 160 cavalos (variante turbo) ou 190 cavalos (variante biturbo) acoplada a uma caixa manual de 6 velocidades ou automática de 7 velocidades - mais adiante vai ter uma versão diesel de 2.5 litros e outra a gasolina. Pode ter tração traseira ou integral, carroçaria simples ou cabine dupla, caixa de carga curta ou longa (comprimento total varia entre 5,25 e 5,35 metros)...ou seja, variedade de escolha não vai faltar.

A nível de equipamento poderá receber ajuda ao estacionamento, sistema multimédia com um ecrã táctil de 7 polegadas, acesso mãos livres, travagem autónoma de emergência entre outras possibilidades.

Mas não acaba por aqui - em 2017 ou no final de 2016 devemos ter a versão da Mercedes.

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